segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Calendário da pedra: ninguém sai indiferente

(imagem retirada do Google imagem)
Sábado finalmente consegui ir ao teatro assistir a encenação de Calendário da Pedra, escrito, dirigido e interpretado por Denise Stoklos, A peça é inspirada no poema Book of Anniversary, de Gertrude Stein. Ao iniciar a peça, Denise avisa que o personagem não tem nome pois poderia ser qualquer um de nós. Ela mesma (Denise), qualquer pessoa do público, enfim, as experiências dessa personagem são comuns a todos os seres humanos daí, o fato de não ter um nome específico. Bom, não vou contar aqui o passo a passo da peça pois seria muito chato para quem assistiu e também chato para quem ainda não viu. No entanto, o que me força a escrever a respeito da noite de sábado, é deixar aqui a minha impressão pessoal sobre a atriz monumental, sua força de interpretação, sua memória privilegiada e, principalmente, sua resistência física que provou a todos os presentes que, é uma atleta nata. Ao término de sua apresentação, já estava a beira das lágrimas com uma emoção que me acometeu como há muito não acontecia. a capacidade de provocar as mais diversas sensações e emoções humanas é devastadora e Denise é ótima nisso. Seu poder de articulação vocal e postural é absurda. No palco, ela parece feita de elástico pois tramita por todo o palco com uma leveza e ao mesmo tempo com uma força que nos hipnotiza. Se já admirava a pessoa a distância, agora virei fãnática por Denise Stoklos. Quem ainda não teve o prazer de vê-la nos palcos, não perca tempo pois ela está comemorando seus 40anos de Teatro Essencial e vale a pena ver ao vivo todo o explendor e a presença de palco dessa atriz. Uau!!!!

4 comentários:

Daniel Savio disse...

Interessante, mas qual o próximo pograma cultural que você pretende ver?

Fique com Deus, menina Roseli Pedroso.
Um abraço.

Georgia disse...

Interessante, Ro.

Boa semana

O Profeta disse...

Chove bem no meio do mar
São de fogo as manhãs na ilha
A seda púrpura é lençol de amantes
Os olhos roubam a virtude à maravilha

Enchi a taça com absinto
Ergui o braço, toquei uma nuvem carmim
Ensaiei um passo de dança
Senti que os pássaros riam de mim

Senti o resto da geada em descalços pés
Calei minha viola de dois corações
Deixei entrar no peito o tamborilar de perdidas gotas
Senti o sabor sal das minhas emoções


Convido-te a partilhar a outra metade


Mágico beijo

Cristiane Marino disse...

Hum, que bacana!!!
Fazia tempo que não a visitava, adorei o blog, amo a cor lilás...

O blog está maravilhoso, parabéns!!!

bjinsss