sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Cara a cara com os fantasmas


Terminei de ler a série A Mediadora, escrita pela já consagrada autora Meg Cabot sob o pseudônimo de Jenny Carroll. Fazia um bom tempo que não me divertia tanto ao ler um livro. A pegada humorística de Meg Cabot é na medida certa e os personagens são engraçados e verdadeiros, logo, a gente se identifica e não tem como não gostar. Suzannah Simon, garota de apenas 16 anos que tem o dom de enxergar os mortos, conversar e auxiliar a resolver seus problemas para que possam seguir adiante, é uma jovem como tantas de sua idade. Com as mesmas encucações, medos, conflitos além de ter de lidar secretamente com essa peculiaridade que bem poucos entenderiam. Meg Cabot soube desenvolver personagens adolescentes de forma bem realista e divertida mostrando os diversos estereótipos: as patricinhas que existem em todos os colégios espalhados pelo mundo, os rapazes atletas bonitos, musculosos e sem nenhum cérebro, os nerds estudiosos e discriminados pelo resto da classe etc. Muitas emoções são expostas, desenvolvidas e resolvidas nessa série. Questões universais como amor próprio, inveja, cobiça, descoberta da sexualidade, do amor adulto. Questões familiares mostrando as novas famílias onde agregam filhos vindos de outra relações e sua convivência.
Além, é claro, de ter um mocinho da história que vai abalar as bases aparentemente sólidas da nossa heroína mas que só tem um problema: ele é um fantasma! Mas...vejam bem. Não é qualquer fantasma. Não!!! É um belo, másculo, moreno e definido fantasma da espécie masculina que vai deixar Suze ardendo de paixão. Não tem como ficar sem torcer para que os dois fiquem juntos. É aventura garantida!

Leia a sinopse do primeiro livro:

Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos eles então é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente nova-iorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe: ela conversa com mortos. Suzannah é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações?

Com muito humor, neste primeiro volume da série A Mediadora, Meg Cabot nos apresenta a vida desta mediadora que tem certa ojeriza a prédios antigos: quanto mais velho um edifício, maiores as probabilidades de alguém ter morrido dentro dele. Filha de um pai-fantasma nada ausente e uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços, a história começa com a mudança de Suzannah para uma casa mal-assombrada na ensolarada Califórnia. Só que Jesse não é um espírito qualquer, é um fantasma bonitão que nada faz para assustá-la, muito pelo contrário.

No melhor estilo das populares séries de TV Ghost Whisperer, Supernatural e Medium, A Mediadora traz histórias repletas de mistério, aventura e romance.

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