terça-feira, 2 de outubro de 2012

Meme Literário de um mês 2012 - 01/02


Apesar de estar um pouco atarefada não consigo ficar de fora quando o assunto é livro. No ano passado, já participei do Meme Literário no mês de outubro promovido pelo blog Happy Batatinha
Começou ontem mas não tive como postar pois aqui no colégio onde trabalho está uma loucura! Semana de recuperação já viu né? Mas vamos ao que interessa:

Dia 01 - Que livro você está lendo?
Falarei rapidamente sobre o livro que estou lendo. Ou melhor: os livros.
Cinquenta Tons de Cinza de E. L. James, o livro do momento, decidi ler porque minha prima comprou, leu e deixou em casa para eu ler. Com todo esse marketing em torno dele, resolvi conferir a história.
Sinopse: Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja.  


Vou Chamar a Polícia: e outras histórias de terapia e literatura, de Irvin D. Yalom,
Sinopse:  Em Vou chamar a polícia, Irvin Yalom apresenta os bastidores de seu processo criativo. Ele descreve a construção da trama que resultou no célebre Quando Nietzsche chorou, revela quem foi o psicanalista que o inspirou à discussão dos desafios da terapia em Mentiras no divã e conta como a literatura pode desatar impasses provocados por pacientes desconfiados da psicoterapia. Nessa coletânea de textos inéditos e brilhantes, o autor amplia a discussão sobre a postura do terapeuta, sua transparência, a exposição de seus sentimentos, os limites de seu envolvimento com o paciente e os benefícios da análise. Irvin Yalom enriquece a compreensão da nossa vida psíquica.

Céu de Origamis, de Luiz Alfredo Garcia-Roza.  
Sinopse: Cecília é uma secretária competente. Depois que seu patrão sai do consultório dentário ela guarda todo o equipamento, desliga os aparelhos, tranca a porta e vai embora. Doutor Marcos é um homem tranquilo, e o trabalho com ele é sem sobressaltos. Hoje ele e a mulher vão jantar em casa de amigos. Fato raro, pensa a secretária. Em geral, doutor Marcos e a mulher ficam em casa. Estranho, para um casal jovem como eles...
Cecília gosta de trabalhar no consultório. Tudo é sempre tão perfeitamente previsível que Cecília jamais poderia imaginar que no dia seguinte receberia a visita da polícia em busca de informações sobre seu patrão. Na véspera, doutor Marcos desaparecera sem deixar sinal. Não havia registro de acidentes de trânsito nem de nenhum tipo de ocorrência policial. Só que ele simplesmente não chegara em casa.
E, como se não bastasse, havia um detalhe absurdo: o carro de doutor Marcos estava estacionado exatamente onde deveria estar, em sua vaga na garagem do prédio onde morava. O que teria acontecido com doutor Marcos? Sobre ele, Cecília explicaria a Espinosa: "Sempre foi atencioso e gentil, nunca alterou a voz, nunca reclamou com mau humor de alguma coisa. Ele parece irreal".

Dia 02 - Qual foi o último livro que leu e qual será o próximo?

Diário das quatro estações: escrevendo pretéritos, de Lunna Guedes.
Esse livro é parte integrante do projeto “Diário das Quatro Estações” e foi lançado no dia 25 de agosto de 2012 em São Paulo – na Biblioteca Alceu Amoroso Lima.Nele, Lunna descreve através de suas percepções, vivências do passado. Um livro tocante, íntimo, no qual muitas vezes nos identificamos.
Sinopse: Quando comecei a escrever a terceira edição do “diário das quatro estações”, percebi que certas lembranças me escapavam, ao mesmo tempo que outras saltavam por cima de mim e então pensei “a memória é um segredo sempre a colapsar“… Então tomei nota mentalmente daquela certeza e pensei “tudo que eu olho, toco, sinto. Tudo que eu sei, recordo é apenas meu, mas talvez possa ser de outro se eu escrever” e foi o que eu fiz, passei a “escrever pretéritos” meus para serem de outros…
O próximo livro que pretendo ler (isso se não mudar de ideia) é O espírito da prosa: uma autobiografia literária, de Cristovão Tezza.

Sinopse:  Com marcantes passagens autobiográficas, Tezza, em um ensaio não acadêmico, investiga a sua formação de escritor e o que eu fazia a cabeça de sua geração, nos tumultuados e transformadores anos 60 e 70. Ela examina o impacto de certos autores na sua visão literária, o imaginário utópico daquele tempo, o peso da influencia acadêmica do Ideário estético dos anos pré-internet, e suas consequências na prosa brasileira. Enfrentando as variáveis existenciais que marcaram sua vida, Tezza mergulha no processo de criação, tentando responder a pergunta que muitos leitores e aspirantes e escritores se fazem: o que leva alguém a escrever?



3 comentários:

Lu Guedes disse...

Pense num sorriso demorado que se espalha por cada parte do corpo. Grazie carissima pelo seu olhar, me sinto muito honrada e completamente feliz.

bacio

Ps. Acredite se quiser e puder, mas ainda não separei os livros que pretendo ler em outubro, mas estou lendo "seu rosto amanhã" há alguns dias (desde o final de setembro) e estou gostando bastante.

Roseli Pedroso disse...

Obrigada pela visita e comentário Lu! Apareça sempre que puder.
Bjs

Sweet-Lemmon disse...

Eu li 50 tons e achei ruinzinho demais. Não conhecia esse do Garcia Roza; me pareceu ser bem interessante!

Bjos!;)

Thaís
umaconversasobrelivros.blogspot.com.br