domingo, 7 de outubro de 2012

Meme Literário de um Mês 2012 - Dia 06/07

Dia 06 – Um livro que todos deveriam ler pelo menos uma vez. (Pergunta feita no Meme de 2010. Se você participou na época, procure comparar as respostas.)

São tantas leituras, tantos personagens lindos que marcaram minha vida de leitora que fica até difícil escolher um. Histórias então...Nossa! Quantas passaram por meus olhos ávidos! Mas acho que até cheguei a falar aqui de um livro que me marcou muito. Tanto pela bela história quanto pelo marcante personagem: Os catadores de concha, de Rosamunde Pilcher. 

Sinopse: A saga de Penélope Keeling, filha de um pintor vitoriano idoso e de uma jovem francesa, liberal e independente, cuja existência confunde-se com a de milhares de mulheres. O universo de uma mulher vigorosa, firme e bela. A saga familiar de Rosamunde Pilcher, lançada em 1987, na Europa e, em 1990, no Brasil, ganha uma introdução, escrita pela autora, em homenagem à trajetória de sucesso da obra. Neste texto, Rosamunde conta a história da criação de Os Catadores de Conchas.




Outro livro que também me marcou profundamente foi Quase Memória, de Carlos Heitor Cony. Li esse livro num momento emque havia perdido meu pai fazia pouco tempo. Nossa! Foi emoção pura! Mas independente da minha fase, a história é muito bem escrita e me marcou mesmo. Fica aqui minha sugestão. Dois livros bárbaros que vale a pena conhecer.

SinopseTendo o Rio de Janeiro das décadas de 40 e 50 como cenário, a história começa quando o autor recebe um embrulho sem remetente na recepção de um hotel cujo restaurante costuma freqüentar. A primeira reação é achar que se trata do original de um livro, como muitos que costumam parar em suas mãos. Mas logo os detalhes o surpreendem: a letra no envelope é a do pai morto há dez anos, assim como o nó no barbante e a cor da tinta da caneta. Inconfundíveis. Aquele objeto inesperado desencadeia em Carlos Heitor Cony lembranças do pai (Ernesto, jornalista, como o filho viria a ser) e dos tempos de menino. 
Ao ativar a memória do autor, o misterioso envelope traz de volta sensações e sentimentos experimentados com o pai, como o cheiro de manga, a capacidade de sonhar, de viver a vida com entusiasmo, a alegria pura da infância, que transforma o ato paterno de soltar balões em algo de proporções heróicas. Com grande sensibilidade e contundência, Cony revisita também os sentimentos contraditórios da relação entre pais e filhos: aqueles momentos em que se alternam vergonha e orgulho, medo e respeito. 

Lançado originalmente em 1995, Quase Memória marcou a volta de Carlos Heitor Cony à ficção de forma consagradora, depois de mais de vinte anos afastado da literatura. 
Ponto alto na produção literária brasileira das últimas décadas, este romance explora o território entre a ficção e a memória a partir das reminiscências do autor sobre o pai morto. Nele, Cony mapeia minuciosamente a relação pai e filho: os sentimentos contraditórios, as alegrias e tristezas que não se esquecem, o afeto incondicional e, acima de tudo, a cumplicidade.

Dia 07 - Você já pensou em escrever um livro?


Tanto pensei que fiz um curso em criação literária entre 2010/2011 promovido pela Universidade Cruzeiro do Sul e Editora Terracota e iniciei minha carreira literária. No final do curso foi lançado uma coletânea com contos de todos que participaram. O livro chama-se Abigail e todos os contos tem uma personagem com esse nome. Ficou bem legal. Depois um grupo do curso criou um blogue literário, Coletivo Claraboia. Nele posto um texto meu uma vez ao mês. 




A seguir, participei de uma coletânea de contos promovido pela Pastelaria Studios que é de Lisboa, Portugal. O livro foi lançado em junho desse ano. Chama-se Corda Bamba









No final desse mês participo de outro lançamento promovido por eles mesmos chamado Ocultos Buracos - histórias horríveis ou impossíveis.









Mantenho também mais dois blogues literários com textos meus. O Derrapando nas letras e o Sacudindo as Ideias


Na blogagem passada já tinha comentado que estava escrevendo um romance policial. Bom, dei um tempo nele pois exige muito fôlego e pesquisa. Mas não desisti dele não. Será um futuro projeto. Estou empenhada já há alguns meses em escrever uma série de contos de suspense com um pé no fantástico. A ideia de escrevê-los foi através de um sonho. Posso garantir que os contos estão ficando legais! Pretendo publicar no ano que vem.

Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida por Tábata do blogue Happy Batatinha

2 comentários:

Letícia Alves disse...

Tenho vontade de ler "Os catadores de conchas", está na minha lista, mas não chegou a hora ainda.
Legal saber de seus projetos literários, eu sou meio curiosa e só, mas admiro quem vai em frente com a escrita mesmo.
Sucesso e aguardo novidades.

Pedrita disse...

eu gostei demais de quase memória, vc anda sumida. beijos, pedrita