segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Uma premiação merecida!

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Há um certo tempo escrevi sobre um livro juvenil que li e gostei demais. Da história, das ilustrações riquíssimas, de tudo. A postagem é essa
Hoje, ao saber do resultado da premiação do Oscar, fiquei bem satisfeita que o filme dirigido por Martin Scorsese baseado justamente nesse livro, tenha levado cinco premiações. Merecidamente. Não que tenha assistido ao filme. Ainda vou vê-lo. Mas, como gostei tanto da história e sei da habilidade e talento de Scorsese como diretor, pensei: Vai dar premiação com certeza.

O amor sempre está na moda

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Nesse final de semana peguei um livro que comprei em janeiro e se encontrava na lista de leitura. Como havia acabado de ler um livro denso denso, tenso e me emocionou muito, decidi que devia pegar agora um livro bem leve. E olhando os livros que tenho em minha estante decidi por esse e acreditem, foi a melhor escolha que fiz.
Amor fora de hora, de Katarina Mazetti, da editora Lua de Papel foi uma leitura super rápida, divertida e me emocionou. Não como o livro Marina, mas, uma emoção leve e alegre.
Nunca tinha lido nada dessa autora e até fiquei meio em dúvida se ia gostar ou não dele quando comprei. Mas, como sempre, acertei em cheio! Uma história de amor sem rebuscamento, sem forçar nas cores. Uma história de amor que poderia perfeitamente ser a minha história - até mesmo porque a personagem principal é bibliotecária como eu - poderia ser a sua ou a de qualquer mulher. Não tem grandes reviravoltas, nem grandes performances dos personagens. São pessoas comuns feito nós, na vida real. Sem glamour, a história de amor entre Desirée e Benny começa de uma forma e num local no mínimo, inusitado: um cemitério.
Desirée perdeu seu marido e com frequência visita seu túmulo e reflete por algum tempo sempre amaldiçoando sua traição por morrer e deixá-la sozinha.
Benny perdeu sua mãe e, assim como Desirée, visita periodicamente o túmulo dela e reflete o quanto ela lhe faz falta.
Ela, uma típica mulher urbana. Bibliotecária, culta, refinada, reside num apartamento elegante, clean e cercada por livros, sua grande paixão.
Ele, um homem rústico, cuida da fazenda desde que sua mãe faleceu. Sozinho, trabalha duramente para mantê-la funcionando. Leva uma vida simples, com hábitos mais simples ainda.
Mas, apesar de diferenças culturais tão grandes e distintas, uma grande paixão surge entre os dois. Vivenciar as experiências, os desencontros, as brigas desses dois me fez dar boas risadas e ao término do livro, fiquei com uma sensação muito boa. Por isso, deixo aqui como sugestão. Leia sem esperar uma grande história e se surpreenderá afinal, o bonito dela é justamente a falta de pretensão talvez da escritora que apenas quis escrever uma história de amor nos dias de hoje. E isso, ela cumpriu bem!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Momento teen

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(Imagem tirada do Google Imagem)

- Luca! Você me pertence! - gritou Juju pulando no pescoço do jovem.
- Ei! Pára com isso menina! Que eu não pertenço nem a mim mesmo! - disse retirando os braços enlaçados da garota que o olhava espantada.
O brilho do olhar de Juju apagou-se como se tivessem desligado o desjuntor de seu ser.
- Puxa!... pensei que gostasse de mim tanto quanto eu de você Luca...- falou de forma quase inaudita.
- Guria! Gosto. E muito...mas por favor, esse negócio de pertencer fala sério! Não sou mercadoria muito menos objeto pra pertencer a quem quer que seja. Aprenda isso e leve com você: ninguém pertence a ninguém. Se gostamos de alguém, optamos por ficar com ela. Não porque pertencemos a ela. Entende? O carinho, o amor não deve ser corrente que prenda as pessoas. Muito pelo contrário. O amor deve libertar...li isso em algum lugar. Não me lembro onde.
- Também, tinha de me apaixonar por um nerd que vive lendo livros! Dá nisso né? Filosofa o tempo todo.
- Tá reclamando procura um atleta bonitão, cheio de músculo e zero de cérebro. Garanto que nunca mais vai ouvir tiradas filosóficas. E falando isso foi caminhando em direção ao portão da escola onde estudavam deixando para trás, uma Juju sem reação.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Descoberta

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(Imagem retirada do blog Bonecas e Bonecas)
Somos uma formação complexa de sentimentos, emoções, entraves, traumas e tantos outros bichos que habitam nosso interior. As vezes, passamos uma vida inteira sem nos depararmos com tais seres. Ou devo chamá-los de fantasmas? Não sei. O que sei, é que de uns anos pra cá, coisas que nunca havia me incomodado passaram a me incomodar. E hoje aconteceu algo, no mínimo, inusitado. Uma pessoa abordou determinado assunto e de repente, Páh!
Sabe quando algo dentro de sí destrava, explode, vem à tona? Me senti uma matrioshka, vendo sair de dentro de mim uma persona que até então desconhecia. Nunca havia me sentido assim antes e confesso que fiquei bem mal. De imediato, lágrimas inundaram meus olhos e já não conseguia me controlar. As pessoas que me rodeavam ficaram sem entender o que havia acontecido pra que eu chorasse tanto. Como uma representante fiel do que é ser adulta, achei que estava pagando o maior mico chorando daquela forma. No entanto, depois que lavei literalmente a alma, percebi o quanto nós "adultos" nos violentamos e causamos mal a nós mesmos. Quando crianças, não temos esse dispositivo de censura. Se estamos magoados, feridos, tristes, abrimos o berreiro e depois, em pouco tempo, já estamos renovamos e brincando e... finito. Passou.
Adulto não. Listamos uma série de coisas e procedimentos que não ficam bem se fizermos. E é justamente quando começam nossos problemas. Deixamos de chorar porque não pega bem. É sinal de fraqueza. Não xingamos porque também não é de bom tom, muito menos civilizado. Engolimos mais sapos e pouco a pouco vamos transformando nosso interior num verdadeiro pântano lodoso e escuro. O pior é deixar os outros assustados com nosso comportamento. E, posso estar enganada, mas acho que assustei a pessoa que destravou isso em mim. Não o culpo por isso. Talvez deva até agradecer por ter me dado esse "empurrãozinho" para que assim possa domesticar esse meu lado. Talvez, antes de mais nada, deva conhecer melhor essa minha "entidade", assuntá-la, ganhar sua confiança, compreendê-la e, na medida do possível, viver em harmonia com ela. Afinal, não tem como fatiar e retirar de nós algo que faz parte de nosso ser. O jeito é aprender a conviver em paz.
Difícil!!!!!
Mas como já diz a letra de Claudio Zoli: Viver é bom demais! E disso não abro mão.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Quando baixa a cortina

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Pode uma vida murchar feito rosa envelhecida num vaso?
Pode.
Uma vida que provavelmente teve uma infância como tantas outras. Uma adolescência cheia de planos, desejos, paixões. Uma vida adulta com algumas realizações, muitas decepções, outras tantas frustrações. Acontecimentos que podemos até classificar como corriqueiros na vida de todo ser humano em qualquer parte do planeta. Então porque algumas pessoas não conseguem seguir adiante? O que leva uma pessoa a se afastar da família, amigos, vida social e cultural?
O que leva esses seres a se apegar ao carinho de um cãozinho ao invés de investir pra valer num relacionamento verdadeiro, profundo, que traga compensações reais?
Não desmerecendo o afeto canino. Não. Muito pelo contrário.
Sei bem o quanto a relação homem/animal pode ser prazerosa. Mas apostar tudo somente nesse relacionamento é árido demais. Cultuo e prezo as amizades que conquistei pelo caminho e que hoje trato como verdadeiros tesouros. E receber a notícia que alguém bem do meu lado, pôs fim a sua vida por talvez não aguentar a solidão em que se afundou me causa dor profunda.
Não faço julgamentos, pois não tenho essa capacidade moral muito menos bagagem de vida para achar isso ou aquilo de meus semelhantes. No entanto, choca-me receber tais notícias. Dar cabo da própria vida é tão violento que me deixa sem palavras nem ação. E ao receber a notícia da morte da cantora norte-americana Whitney Houston me causa mais dor ainda. Mulher que um
dia foi linda, com uma voz maravilhosa e um talento sem igual acabar afogada numa banheira de hotel. Solitária. Está certo que sua morte já era uma tragédia anunciada de longa data. Afinal, existem muitas formas de se suicidar. Mas quando o último ato finaliza a peça de uma vida e as cortinas se baixam causando essa comoção e silêncio, a gente pára pra refletir um pouco.
Ao mesmo tempo que toma conta de meu ser uma tristeza imensa por essas baixas, sabendo de antemão que pelo mundo, inúmeras Whitneys e Senhoras Solitárias dão cabo de suas vidas por não aguentarem o peso delas, invade-me uma garra, uma alegria e uma sensação de agradecimento por ter tanto amor à minha vida e à vida de todos que me rodeiam.
E mais uma vez me coloco em meditação e prece agradecendo a um Deus ou força maior que existe por me conceder a graça da resiliência afinal, o sofrimento faz parte da vida e nem por isso devemos nos entregar à elas, muito menos desistir de viver.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Cara a cara com os fantasmas

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Terminei de ler a série A Mediadora, escrita pela já consagrada autora Meg Cabot sob o pseudônimo de Jenny Carroll. Fazia um bom tempo que não me divertia tanto ao ler um livro. A pegada humorística de Meg Cabot é na medida certa e os personagens são engraçados e verdadeiros, logo, a gente se identifica e não tem como não gostar. Suzannah Simon, garota de apenas 16 anos que tem o dom de enxergar os mortos, conversar e auxiliar a resolver seus problemas para que possam seguir adiante, é uma jovem como tantas de sua idade. Com as mesmas encucações, medos, conflitos além de ter de lidar secretamente com essa peculiaridade que bem poucos entenderiam. Meg Cabot soube desenvolver personagens adolescentes de forma bem realista e divertida mostrando os diversos estereótipos: as patricinhas que existem em todos os colégios espalhados pelo mundo, os rapazes atletas bonitos, musculosos e sem nenhum cérebro, os nerds estudiosos e discriminados pelo resto da classe etc. Muitas emoções são expostas, desenvolvidas e resolvidas nessa série. Questões universais como amor próprio, inveja, cobiça, descoberta da sexualidade, do amor adulto. Questões familiares mostrando as novas famílias onde agregam filhos vindos de outra relações e sua convivência.
Além, é claro, de ter um mocinho da história que vai abalar as bases aparentemente sólidas da nossa heroína mas que só tem um problema: ele é um fantasma! Mas...vejam bem. Não é qualquer fantasma. Não!!! É um belo, másculo, moreno e definido fantasma da espécie masculina que vai deixar Suze ardendo de paixão. Não tem como ficar sem torcer para que os dois fiquem juntos. É aventura garantida!

Leia a sinopse do primeiro livro:

Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos eles então é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente nova-iorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe: ela conversa com mortos. Suzannah é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações?

Com muito humor, neste primeiro volume da série A Mediadora, Meg Cabot nos apresenta a vida desta mediadora que tem certa ojeriza a prédios antigos: quanto mais velho um edifício, maiores as probabilidades de alguém ter morrido dentro dele. Filha de um pai-fantasma nada ausente e uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços, a história começa com a mudança de Suzannah para uma casa mal-assombrada na ensolarada Califórnia. Só que Jesse não é um espírito qualquer, é um fantasma bonitão que nada faz para assustá-la, muito pelo contrário.

No melhor estilo das populares séries de TV Ghost Whisperer, Supernatural e Medium, A Mediadora traz histórias repletas de mistério, aventura e romance.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Agonia de uma leitora

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Após almoçar, sentei-me ao sol num banco de praça e mergulhei na leitura do último livro da série A Mediadora, de Meg Cabot. Falta tão pouco para terminar e não consigo. Aghh! Não por ser uma leitura desinteressante. Não! Não! Muito pelo contrário! A aflição toma conta de meu ser porque quero acabar! Mas sempre sou interrompida. Seja por pessoas que param e pedem informação, ou porque um carro passou xispando com seu motor envenenado e me tira a atenção da leitura, ou porque uma criança de colo começou a chorar e sua babá não sabe o que fazer. Quando me envolvo numa leitura, assim como quando assisto a um filme em DVD, gosto de silêncio. Sem interrupções. É certo que muitas vezes leio numa boa dentro do transporte coletivo lotado. Mas tem momentos que a gente deseja o silêncio absoluto por companhia.
Ainda não foi desta vez.
Quando olho o relógio, já está na hora de voltar para o trabalho. Sempre o bendito senhor de meus dias! Escrava das horas como todos nesse mundo, fecho o livro amargando não ter aproveitado a leitura como gostaria.
Volto pra realidade.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Nosso maior tesouro

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"Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito."

Esse trecho da Canção da América, de Milton Nascimento é a mais pura verdade. Quem tem amigos jamais se sente sozinho ou abandonado. Nesse domingo tive um encontro de amigas que trouxe uma brisa adoçicada de felicidade. Para muitos, pode parecer piegas isso. No entanto, quem tem amigos de verdade vai entender perfeitamente o que quis dizer.
Amigos não são aqueles inúmeros anônimos ou conhecidos que mantemos conectados nas inúmeras redes sociais espalhadas pela infinita blogosfera. Não. Quem acha que ter uma rede de 2000 amigos é estar rodeado por eles, encontra-se redondamente enganado. Está mais sozinho que uma molécula solta no espaço sideral. Amizade verdadeira se encontra em outro patamar. Não precisamos estar conectados diariamente, falar ao telefone três vezes ao dia ou não sair da casa do amigo(a) para se manter o elo. Ela está alicerçada na sinceridade, honestidade, amor fraternal e, é algo que transcende distância, supera diferenças e se mostra real a qualquer momento em que se encontram. E foi exatamente assim nosso encontro. Meu e de duas queridas amigas que já fazia mais de ano que não nos víamos. Não existe barreiras, não se implanta silêncios constrangedores entre uma fala e outra e o olhar de atenção, carinho e amizade transparece naturalmente. E mais uma vez, ao me despedir delas, reafirmei pra mim mesma que nossa amizade é linda, com bases sólidas e nada nem ninguém mudará isso.
Amigos são irmãos que escolhemos durante nossa existência. E esse poder de escolha não tem preço.
Salute amigas! Bom demais ter vocês em minha vida.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Pedro Mariano - show turnê 8

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Sábado chegou com um gosto de alegria, expectativa e excitação. Após um dia repleto de atividades e cada uma num extremo da cidade, finalmente consegui me aprontar e seguir para o Citibank Hall. Já me encontrava aflita pois o trânsito - só pra variar - estava um nó só. E faltava vinte minutos pra começar o show. Coração batendo descompassado na garganta. Não posso perder! Não posso perder! Não posso perder!
Consegui chegar faltando menos de dez minutos e já encontrei o pessoal todo na maior euforia. Isso é muito legal. Contagia e desestressa da correria. Rever pessoas queridas que há muito não via, conhecer pessoalmente outras que somente por redes sociais conhecia. A noite prometia.
Pra variar, mas já era de se esperar, o show atrasou um pouco e isso deu chance de mesmo lá dentro encontrar outras pessoas que há muito não via. E o papo rolou. Até anunciarem o começo do show. O burburinho geral era grande e, ao primeiro acorde musical, ainda com as cortinas abaixadas, fez-se um súbito silêncio. A cortina subiu e ele começou a cantar. A música Simples, de Jair Oliveira. Interpretação ímpar. E junto de sua voz que está cada dia mais cristalina, iniciei uma viagem que adoro fazer. Música é uma droga que injeta pelo ouvido, se espalha por toda corrente sanguínea, chega ao coração e cérebro e te descarrega uma endorfina que te leva às alturas. A partir daí, não vi mais nada a não ser ele, no palco com seus músicos talentosíssimos e sua voz que tomou conta de todo o ambiente. Houve momentos de grande emoção de sua parte. principalmente quando falou sobre sua relação com a casa que em breve fechará suas portas de vez. Confesso que também me emocionei pois também tenho uma carinho enorme por esse espaço musical.
Outro momento que me pegou foi quando cantou Pra cada coisa, nova música de Jair Oliveira e, talvez dominado por forte emoção, esqueceu a letra. Mas conseguiu seguir adiante e nos contemplou com uma interpretação forte, vibrante e visceral. Arrasou! Fiquei com os olhos cheios d'água. Outro momento que me trouxe forte emoção também foi quando sentou-se perto de Marcelo Elias e, ao som do piano explendidamente tocado, cantou Acaso. Composição belíssima de Abel Silva/Ivan Lins que gravou com seu pai no projeto Piano & Voz, de 2003. Arrasou. Pedro Mariano na interpretação, Marcelo Elias no piano. Haja coração! E então veio outras canções. No entanto, mesmo feliz em vê-lo no palco que é onde melhor se expressa, saí com um gosto de mais do mesmo. Veja bem: adoro suas músicas, tenho todos os seus CDs, mas talvez, justamente por gostar demais dele, esperava algo diferente, mais ousado, que me surpreendesse. Talvez isso se dê por já ter assistido a tantos shows seu. Mas, de qualquer forma, é uma ótima pedida para quem deseja assistir a um show com boas interpretações e com músicos da maior qualidade.
E continuo até agora com a música Acaso tocando em minha mente.