segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Replay - quem não gostaria de ter uma segunda chance?

A literatura francesa contemporânea tem ótimos autores. Alguns já mencionei por aqui como Martin Page com seu livro Talvez uma história de amor, Marie Darrieussecq com o ótimo e incômodo Porcarias, Emmanuel Carrère, esse ainda não li mas espero em breve conhecer seus livros. E, um autor que muito tem me agradado pela sua narrativa e temática é Marc Levy.
O primeiro livro que li dele me pegou de primeira: E se fosse verdade que também ficou ótimo na roupagem cinematográfica com Reese Witherspoon e Mark Ruffalo. Após essa leitura quis conhecer outros títulos dele e me encantei com Da próxima vez, em seguida li o maravilhoso Tudo aquilo que nunca foi dito. Após a leitura desse livro virei fã de carteirinha de Marc Levy. E hoje falo um pouco sobre esse último livro que li dele, Replay.

Sinopse:


Tudo que Andrew Stilman queria era uma segunda chance. Após partir o coração da mulher que amava, seu maior desejo era voltar no tempo e consertar os erros, mas isso é impossível – ou, ao menos, era o que ele pensava. Na manhã do dia 9 de julho de 2012, durante sua caminhada matinal às margens do Rio Hudson, o prestigioso repórter Andrew Stilman é violentamente atacado, sem conseguir ver o criminoso. Após sua morte, o inesperado acontece. O jornalista não vê uma luz no fim do túnel, nem muito menos abre os olhos no céu, mas acorda dois meses antes de seu assassinato. Quando acorda, Andrew está de volta ao dia 9 de maio do mesmo ano. Ele vai reviver os dois próximos meses atento a qualquer detalhe que possa ajudá-lo a descobrir quem o agrediu – ou melhor, irá agredi-lo – dois meses depois. Do coração de Nova York até as ruas de Buenos Aires, Andrew vive uma aventura repleta de reviravoltas, enquanto tenta salvar a própria pele e não decepcionar seu grande amor mais uma vez. O protagonista de Replay, best-seller de Marc Levy, além de consertar os erros que cometeu, terá de correr contra o tempo para tentar evitar sua morte e encontrar seus possíveis assassinos.

Desde o primeiro capítulo fui pega pela narrativa de Levy e fui acompanhando o personagem em sua busca pelo seu assassino até o último capítulo. O autor foi muito bom pois não conseguia descobrir quem poderia ter feito isso com Andrew. Personagens que convencem, são carismáticos, até mesmo o chato do colega de redação do jornal onde Andrew trabalha, Freddy Olson nos cativa no decorrer da história. Além do mais, quem não gostaria de ter uma segunda chance de consertar os erros que fez na vida? De pedir perdão aos que machucou, ofendeu? Sem dúvida Levy nos faz refletir sobre essas questões através dos personagens e suas histórias de vida. Enfim, terminei de ler e fiquei com gosto de quero mais. Vamos agora partir para outras histórias de monsieur Levy. Essa é a dica de leitura de hoje.

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