quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Vinte anos sem sua presença


Hoje, logo ao chegar ao trabalho, ligar meu computador e ver as novas do dia, deparei-me com uma reportagem sobre Caio Fernando Abreu. Foi mandada por um amigo que também nutre admiração por esse escritor que tanto me agrada. Lendo a reportagem, vi que hoje, 25 de fevereiro, completa vinte anos de sua morte prematura.
Prematura em todos os sentidos. Morrer aos quarenta e sete anos, é cedo demais. Assim como foi cedo demais calar a voz de alguém que tinha tanto ainda por dizer, tanto por escrever. E se ainda estivesse vivo, quanta matéria bruta para ser lapidada por ele e transformada em contos, crônicas, quem sabe até um romance!
Caio deixou toda uma geração órfã quando partiu. Mas, assim como Fênix, ressurge no cenário literário cada vez mais forte. Principalmente nas redes sociais. As novas gerações estão conhecendo e admirando os escritos atuais, humanos, urbanos que ele deixou. Ao meu ver, não tem como não gostar, não se sensibilizar afinal, Caio fala sobre os conflitos humanos tão comum à todos. Natural que haja uma identificação de imediato. Se você ainda não conhece a obra de Caio Fernando Abreu, hoje é um bom dia para conhecer. Tem muita coisa dele a disposição.
No site LeLivros, você tem acesso a vários livros dele como Morangos mofados, Onde andará Dulce Veiga, Os dragões não conhecem o paraíso, e outros. Vale a pena conhecer. E você? Já conhece a obra dele? Diz para mim.
Enquanto isso, convido a todos para ler minha homenagem que escrevi no meu blog Sacudindo as ideias. Aquela puta amizade que foi sem nunca ter sido

Te espero por lá. 

2 comentários:

Pedrita disse...

se eu já sinto qd alguém com mais de 90 anos parte que dirá alguém jovem com muito ainda a dizer. beijos, pedrita

Roseli Pedroso disse...

Triste mesmo Pedrita. Mas, ainda bem que seu legado através de livros o mantém vivo entre nós. É sempre um prazer ler!
Bjs