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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A morte espreita

Venha conferir meu novo texto no Coletivo Claraboia!


 O caçador
Juvêncio. Esse era seu nome. Rapaz de 29 anos, tez negra, estatura mediana. Vestia-se de forma um tanto recatada para um jovem de sua idade. Resquício da educação rígida que seus avós lhe deram. Natural de Santana dos Garotes, esse paraibano desde muito cedo aprendeu a obedecer a tudo e a todos sem jamais esboçar sua opinião sobre nada. Fala pouco e baixo. Olhar sempre mirando o solo, frequentador assíduo da igreja evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo, Juvêncio é a própria imagem da ovelha seguidora do Senhor. Segundo se comenta na empresa onde trabalha, ele nunca conheceu uma mulher. Nem mesmo um simples beijo deu. Trabalhando como cobrador há três meses, é motivo de chacota entre os demais cobradores e motoristas.
Seu cotidiano espartano não permite que tenha uma vida social como de tantos jovens de sua idade. Nunca foi a um baile, jamais entrou num cinema ou teatro. Show musical então, nem pensar. Ficar ao lado daquelas pessoas suadas, movendo seus corpos de forma provocativa…Deus do Céu! Isso é coisa do Satanás! Que, aliás, nem sequer pronuncia para não cair em pecado. Morando agora num cômodo minúsculo nos fundos da casa de seus tios, Juvêncio é a imagem viva de um ser purificado pela labuta e religiosidade.
…Mas não é bem assim…
Leia na íntegra

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Espalhando suas cinzas


A arte de escrever nos surpreende as vezes. Como se inicia um texto? Quando surge as ideias? De que forma começamos? Ultimamente, tenho tido uns insights interessantes. Surgem frases ou até mesmo imagens em minha mente que tenho de escrever para não me esquecer. Esse texto que postei hoje no blog literário Coletivo Claraboia foi um desses acontecimentos. Outro dia, indo embora pra casa, olhando pela janela do ônibus a movimentação da avenida Paulista, me veio essa frase. E por mais que tentasse esquecê-la, não saía de minha cabeça. Peguei meu celular e anotei no bloco de notas. No outro dia, sentei pra escrever algo. É um exercício que tenho feito todos os dias. Ia dar continuidade a um outro texto que já tinha começado mas mais uma vez essa frase me veio a cabeça. Não teve jeito. Escrevi como título e, aos poucos a história foi surgindo. Nem tinha ideia de onde isso ia acabar. Quando terminei e reli, confesso que me emocionei. Pensei comigo: danadinho você não? Estava bem guardado em minhas gavetas emocionais e cerebrais só aguardando o momento de se manifestar e exigir de mim que se materializasse em forma de um texto. Está aí. Feito, transformado em uma história bonita, triste mas que é algo comum na vida de todas as pessoas. Quem já não passou por essa vida e não viveu e sofreu por um grande amor?
Deixo aqui o convite para que conheçam o blog literário Coletivo Claraboia e leiam o meu mais novo texto. Aproveito para estender o convite para que leiam os demais textos dos colegas que dividem o blog comigo. Tem textos maravilhosos e para todos os gostos.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Novidades literárias

Apesar de minha ausência por aqui tenho escrito bastante e feito muitos planos e projetos. Entre os projetos, um já está deslanchando e quero muito divulgar por aqui e fazer um convite à todos para que conheçam. Como alguns já sabem, no ano passado fiz um curso de criação literária. E decidimos continuar o exercício da escrita e para não deixarmos de lado ela, decidimos criar um blogue coletivo de literatura onde cada um terá um dia fixo para postar um texto seu. Seja ele um conto, crônica, poema, haikai enfim, é total liberdade de escrita. O objetivo é mostrar o nosso material e também visa nosso aperfeiçoamento na escrita.
O blogue se chama Coletivo Claraboia e já se encontra com alguns textos bem legais que vale a pena conhecer.