sábado, 11 de junho de 2011

Uma boa companhia para esse frio

Passei o dia inteiro com o refrão da música de Lobão "Chove lá fora e aquiii, faz tanto frioo".
Para um dia como o de hoje só mesmo estando bem agasalhada, tomando um bom vinho ao lado de uma lareira acesa pra espantar o frio úmido de São Paulo. Hoje me senti retornando à minha infância pois o mês de junho costumava ser exatamente assim. Um frio de congelar os ossos.
Ah! Já ia me esquecendo: de uma boa companhia afinal, se temos tudo isso e nos falta uma boa companhia, nada feito. E quando digo boa companhia quero dizer um bom livro. Ah! Pensou que falava de um(a) amante não? Não deixa de ser. Um bom livro te dá prazer, não te cobra nada, você pode pegá-lo a qualquer hora pois ele está sempre disponível e à mão. Você pode carregá-lo a qualquer parte. Até mesmo no shopping que ele não reclama de nada. Fica do seu lado quietinho, quietinho. Só esperando você se lembrar dele. E eu estou aqui cercada de livros maravilhosos só esperando minha decisão de qual pegar primeiro. Ó dúvida cruel, qual leio primeiro?

terça-feira, 7 de junho de 2011

Uma viagem necessária

Outro dia li numa postagem de uma colega que ela andava sentindo saudades dela. Isso me levou a refletir que eu também ando sentindo saudades de mim. A vida anda muito corrida. Tantas tarefas, compromissos, horários que nos escravizam que deixamos de lado esse momento tão precioso que é se voltar pra dentro de sí. Até uns anos atrás, sempre dava um tempo pra mim mesma e fazia uma viagem solitária e necessária pra dentro de meu interior. Adorava conversar comigo, perguntar o que andava sentindo, fazendo, planejando. Saía sempre dessa viagem com uma sensação boa. No entanto, ano após ano, sinto-me impelida pelos inúmeros compromissos familiares, profissionais e pessoais a me afastar cada vez mais de mim. O meu EU anda bem solitário ultimamente. Tem me chamado, convocado para um encontro de reconciliação e renovação. E eu, fragilizada que me encontro, tento de todas as maneiras alcançar a mão que se estende pra mim numa busca frenética de me salvar de mim mesma. Louco isso não? As vezes sinto uma saudade absurda de quando era criança ou mesmo de quando era adolescente. Trazia uma leveza que me faz falta hoje. Tinha uma pureza que já não possuo mais. Tinha uma confiança no ser humano que hoje já não mais existe. Mas, por outro lado, trago experiências que jamais imaginei um dia ter. Escrevi minha vida por esses longos anos. Capítulo por capítulo fui traçando uma história rica, divertida, outras vezes sofrida mas sempre com amor e humor para se levar. E quando vejo o quanto já escrevi na minha doce e rica vida, fico emocionada. Olha que dá um best-seller. E acredito que a vida de todos também dá uma boa história. Já marquei um encontro e em breve relato o que se passou. Faça você também esse encontro. É sempre bom retornar para nossa casa interior. Ela está sempre aquecida nos aguardando feito coração de mãe.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ler é trabalhar com as emoções

Hoje durante o caminho que faço para vir trabalhar, trouxe o livro da escritora portuguesa Inês Pedrosa, Faz-me falta. Estou mastigando e apreciando cada palavra impressa nesse livro. Talvez até mesmo por isso estou demorando tanto para ler. Não é um best-seller que você digere numa tacada só sem nem se dar ao trabalho de refletir sobre o que se lê. Não. A literatura de Inês Pedrosa, ao contrário do que muito se fala dela (escrever literatura feminina),na minha opinião, é literatura das emoções. E emoção não é privilégio somente de nós mulheres. O homem também sente, sofre, chora. Sente falta da mulher amada. E estou amando cada palavra que a autora colocou de forma tão brilhante e delicada no livro. Já me peguei várias vezes interrompendo a leitura para assimilar o sentido da frase e o conteúdo vasto de emoções que traz nas entrelinhas. Hoje mesmo, pela manhã, li um trecho de um dos capítulos que me deixou muito emocionada. Tive de parar de ler, respirar fundo, voltar os olhos para a página novamente e reler tudo de novo. Parei mais uma vez, refiz o que tinha feito anteriormente e uma emoção muito grande inundou meu ser. E aí eu digo: isso é literatura pra mim! Adoro esse mexer com minhas emoções, me virar do avesso nos sentimentos, trazer a tona uma gama imensa de sensações que nem havia ainda tomado consciência que existia dentro de mim. Adoro essa literatura que me deixa embriagada, zonza, trépida mesmo. E aí, parei e pensei com meus botões:

"Deus! Será que um dia ainda terei capacidade de escrever assim? De conseguir carregar nas tintas literárias sabendo misturar as nuances e matizes das emoções traduzindo para o leitor de forma que gere esse turbilhão interior?" Após ter esse pensamento, mentalmente abaixei minha cabeça e disse Amém como forma de sacralizar meu desejo de escrever assim. É engraçado. Durante muito tempo tive um certo "preconceito" com escritores portugueses. Após muito ouvir um amigo português me sugerir como leitura um livro chamado Equador, de Miguel Sousa Tavares, descobri a literatura portuguesa. Trazia comigo um ranço das inúmeras vezes em que tentei ler José Saramago e nunca conseguia chegar ao final de seus livros. Me achava até mesmo uma ignorante pois o tanto que consagram esse autor e eu simplesmente não conseguia ler nada até o final. Frustrei-me. Mas aos poucos fui descobrindo Fernando Pessoa e seus heterónimos, a intesidade de Florbela Espanca, a prosa poética de Mia Couto. E hoje, rendo-me a essa escritora.
Para quem ainda não a conhece, deixo aqui trechos dos capítulos que me emocionou:

16. "A fé impede-nos de viver", dizias. "Põe todo o prazer no futuro - é por isso que é tão útil aos pobres". Mas que faremos da imaginação do prazer? Quando meus pais morreram, julguei que Deus se ria de mim e virei-lhe as costas...E parecia-me que a graça da existência consistia em procurar vozes na noite - uma noite cuja cauda se arrasta pelo fundo do mar e pelo interior da terra, uma noite que o vapor branco do sol apenas abre um pouco mais. Assim me apaixonei pelos livros - pela noite queneles nos invade, quando abrimos, pela noite que neles nos invade, quando os abrimos, pela noite que neles nos resiste, depois de lidos, relidos e fechados. Pela noite que prossegue, incansável, entre as palavras, as palavras sem dono, escritas da ausência para a ausência."

22. "O teu corpo ainda tão quente - barro, a tua Bíblia diz que agora és barro, essa ideia devia confortar-me mas eu não sou crente...Depois disseste-me que foi nesse momento que os nossos olhos se encontraram. Mas eu não me lembro dos teus olhos. Lembro-me sim, do odor do teu corpo, uma mistura excitante de rosas, canela e sexo. Talvez trouxesses ainda o cheiro dos teus amantes...E entreguei-me - terás percebido isso? Deixei de saber quem era. Continuo a precisar de ti para existir. Para dormir...Nós não podíamos prescindir um do outro. Não podíamos entrar no infinito jogo finito do corpo. Derrameisobre tua vida, por incontáveis noites, os meus breves amores perfeitos, pormenor a pormenor. E tu derramaste sobre a minha as tuas paixões impossíveis, impossíveis de apagar. Desejo-te tanto, ainda."

segunda-feira, 9 de maio de 2011

(R)evolução

Um não querer toma conta de meu ser. Acordo sentindo náuseas n'alma. Fito-me no espelho e o que vejo, não reconheço. Os anos passaram abruptamente. Que ódio desse tempo! Exigo que ele volte. Quero cada segundo que me roubaram com juros e correção. Quero minha juventude mal vivida também. Quero sacanear a todos, mentir, flertar, amar! Pretendo fazer tudo o que não pude ou não quis. Desejo renascer e fazer tudo diferente dessa vez. Chega de ser politicamente correta. Cansei de ser boa menina, boa moça, boa filha, boa aluna, boa funcionária. Vou fazer tudo ao contrário. Vou transgredir todas as malditas regras que me enfiaram goela abaixo a vida inteira. Vomitarei em cima daqueles que tentarem me moldar. Cagarei naqueles que me criticarem. Mijarei naqueles que ousarem rir de mim. Queimarei na fogueira da inquisição todo documento do bom comportamento. Uno-me aos anarquistas que desejam botar de cabeça pra baixo essa sociedade que só fomenta futilidades. De que me serve a cartilha do bom comportamento se não tenho meus direitos de cidadã respeitados? De que me serve pagar em dia meu convênio se quando preciso dele não me atendem? E quanto aos meus sentimentos então? Se sou desrespeitada a quem devo recorrer? Não tem resposta não é? Sabia. Por isso mesmo a partir de agora, mudo completamente minha postura perante essa dura e amarga vida. Vou ficar da pá virada e quem não gostar que procure ficar bem distante de mim. Não vou dourar a pílula pra ninguém. Não me esforçarei mais para agradar a não ser eu mesma. Sei que muitos dirão: Nossa! Como ela está amarga! Nossa! O que será que aconteceu? Humm isso é coisa de gente mal amada! A essas pessoas responderei: Não meus queridos. A questão vai muito além disso. A verdade é que resolvi me agradar e fazer apenas o que me dá prazer, o que me faz feliz. E, falando sério: sei que essa decisão tem um alto preço a se pagar. Mas estou disposta a pagar.
A felicidade, a liberdade não tem preço. Levei uma vida inteira para entender isso. Que bom! Estou no lucro afinal tem pessoas que morrem não compreendendo nem metade da situação. Isso significa que, se viver mais vinte, trinta anos, estarei no lucro deixando de lado as mesquinharias mundanas, a pequenez da sociedade e viver apenas do que me é prazeroso. Se vou conseguir levar adiante esse plano não sei mas que desde já iniciei, podem apostar que sim.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Workshop ensina a escrever literatura policial

(Notícia retirada do Publishnews, 06/05/2011)

Nos meses de maio e junho, o jornalista e escritor Sérgio Pereira Couto apresentará no Sesc Pinheiros (Rua Paes Leme, 195. São Paulo/SP. Tel.: 11 3095-9492) o workshop “Polígrafos - Oficina de criação de literatura policial”. Trata-se de um projeto que pretende resgatar a literatura policial clássica, adicionando elementos atuais. A literatura de Edgar Allan Poe abre o ciclo de palestras nesta terça-feira, dia 10. Além disso, haverá uma oficina. A entrada é gratuita e as inscrições devem ser feitas por telefone. Confira no “Leia Mais” a programação e outras informações sobre como se inscrever.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Temporariamente fora do ar (só um pouquinho)

Ontem fiquei um pouco triste, um pouco desapontada, um pouco contrariada. Motivo? Como disse a noite para um amigo, baixou um AI-5 na empresa onde trabalho e estamos impossibilitados de utilizar sites, blogs, redes sociais e afins. Compreendo a postura da empresa devido aos abusos ocorridos. Com relação a isso nem tenho o que falar. Mas, como era entre um trabalho e outro que postava minhas "coisinhas", me senti como se tirassem a oportunidade e possibilidade de me comunicar. Ao final da tarde, já um pouco recomposta da notícia, verifiquei que:
"Pessoas, posso viver perfeitamente bem sem a utilização da internet!"
Sim, já vivia antes e posso viver agora. No entanto...sinto-me um E.T. jogado em plena relva africana. Longe da civilização, da tecnologia de ponta, do contato com outras pessoas que tanto gostava e me comunicava diariamente.
Mas, por outro lado, abaixo um pouco minha ansiedade pulsante em navegar a todo instante e ver todas as notícias de última hora. Tenho certeza que minha bursite, minha tendinite e demais "ites" que tanto me atormentam se acalmarão por essas temporadas off-line.
Tudo é questão de reorganizar meus horários e escrever a noite ou nos finais de semana deixando as postagens programadas. É isso pessoal. Se perceberem que não tenho comparecido com certa frequência, já sabem. Ando desligada, assim, meio desplugada, assim, meio fora do ar.

Uma revista de contos

(Notícia retirada do Publishnews, 03/05/2011)

Já está no ar o primeiro número da revista eletrônica de contos “Outros Ares”, criada por Marcelo Barbão e Rafael Rodrigues. A ideia é ajudar na divulgação desse estilo literário, abrindo espaço para novos escritores brasileiros. Assim, quem quiser participar – os escritores ainda inéditos em papel terão prioridade – pode enviar sua colaboração por e-mail até o dia 25 de cada mês. O tema é livre, mas os textos não devem ultrapassar 5 mil caracteres com espaço. A próxima edição deve sair em 1º de junho. Além de publicar contos e narrativas curtas, a revista trará, a cada edição, uma entrevista com um autor já consagrado. Ela pode ser lida on-line ou baixada para tablets e e-readers (nos formatos Epub e Mobi/Kindle). Veja no “Leia Mais” quem são os editores.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

E o espetáculo se deu

Não se fala em outra coisa que não seja o casamento real de William e Kate Middleton. Em todos os canais de TV, internet, jornais, periódicos semanais e revistas de celebridades. Sei que minha forma de pensar pode gerar muitas indignações. Afinal, como pude constatar nesses últimos tempos, é o famoso "Panis et Circencis". O povo gosta, o povo precisa de espetáculos para depois encarar a dura realidade. E é impressionante como a encenação dos "...E viveram felizes para sempre" ainda perdura no coletivo.
Não consigo entender como que um casamento pode mobilizar o mundo sendo que, questões tão mais urgentes e graves passam desapercebidos por todos. Povos inteiros passam fome, morrem de formas violentas, mulheres sofrem abusos e violências de todo tipo diariamente. Mas isso não afeta o cotidiano. O povo quer mesmo luzes, brilho, encanto, riqueza! Mesmo que seja emprestado da realiza britânica. Não nego que toda a pompa enche os olhos mais sonhadores mas, sinceramente, acho particularmente um porre isso tudo. Me soa um falso espetáculo que não me convence. Para mim, isso não cabe mais nos dias atuais. Sei lá. É querer reviver um passado que não se encaixa mais nesse mundo cibernético em que vivemos. Vejam bem, essa minha forma de pensar não significa que não goste das figuras do jovem príncipe William e da Kate, agora, duquesa Katherine. Acho os dois muito simpáticos, carismáticos, modernos. De qualquer forma, toda essa encenação do casamento me desgasta um pouco.
Mas enfim, como não sou uma pessoa amarga, muito menos contrária a felicidade alheia, desejo de coração felicidades reais e reais para o jovem casal. E que tenham paciência e tolerância para tantos holofotes e flashs daqui pra frente. Porque o período de tranquilidade passou. Finito.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Um homem, um registro de seu tempo

Domingo estava de bobeira em casa e liguei a TV. Comecei a via crucis de olhar canal por canal pra ver se tinha algo decente pra assistir. Só pra variar, deixei na TV Cultura e a seguir começou um documentário. De início não prestei muita atenção mas, aos poucos fui me envolvendo pelas imagens de guerra e aí, fiquei totalmente ligada no documentário. Era sobre um fotógrafo que eu não sabia nada de sua vida pessoal muito menos de sua vida profissional. Mas, como várias pessoas, já conhecia algumas fotos famosas que ele tirou mas que não sabia a autoria. Estou falando do fotógrafo húngaro Robert Capa. Quase ao término do programa pensei e comentei com minha irmã: Nossa! Que vida mais rica que ele teve! Vivenciou e documentou através de suas fotografias três guerras: Guerra Civil Espanhola, 2ª Guerra Mundial e a Guerra da Indochina. Sendo essa última, o seu canto do cisne. Mas entre uma guerra e outra, esse jovem e belo fotógrafo vivia uma vida de novela. Já com sua reputação de fotógrafo firmada, vivia cercado de belas mulheres, bebida, cigarros que nunca saíam de sua boca e de grandes amigos. Entre eles: Ernest Hemingway, William Falkner, Truman Capote e outros. Entre suas conquistas e paixões, Ingrid Bergman que foi sua amante durante dois anos. Foi uma grande paixão para ambos mas, como Robert tinha um espírito liberto, solto e aventureiro, deixou claro para a bela loira que não havia nascido para o casamento. Alçou voo e retornou para sua vida de nômade cobrindo eventos pelo mundo afora. Mas Robert Capa não fotografou somente guerras. Registrou os astros de Hollywood, personalidades do mundo das artes plásticas como Pablo Picasso em família. Mas o que realmente imortalizou sua obra foram as inúmeras fotos de guerra mostrando sua face mais cruel. Foi a partir de suas fotografias que o mundo passou a conhecer o que realmente uma guerra causa aos homens. Fotos de soldados em pleno combate, crianças em meio a ruínas, mulheres chorando e homens com expressões de cansado e de desilusão. Para mim que adoro imagens, suas fotografias falam muito mais que qualquer documento ou livros sobre essas guerras. Ao término do documentário já estava enamorada desse homem, desse profissional que, por amor a fotografia, arriscou-se deixando-nos um legado brilhante.

Para quem quiser saber mais sobre a vida de Capa, temos um ótimo livro “Ligeiramente Fora de Foco”, da CosacNaify. É o relato que o próprio Capa faz de suas aventuras na Europa, fotografando a guerra para revistas americanas. Fartamente ilustrado, o livro, no entanto, está longe de ajudar a elucidar o trabalho ou o pensamento do fotógrafo. Mas, de qualquer maneira, é um relato válido.

sábado, 23 de abril de 2011

Feliz Páscoa!

Desejo a todos uma Páscoa alegre, cheia de esperanças e, como a própria celebração indica, com muita renovação na vida de todos. Que não esqueçamos o real motivo dessa comemoração que na realidade não é se empanturrar de chocolate. Mas sim, refletir sobre a vida, conduta e exemplo de Jesus Cristo que se deixou sacrificar para nos salvar. Reflitamos para fazer um mundo melhor, mais justo, mais amoroso. O mundo precisa de muito amor. E eu, deixo aqui nesse espaço onde costumo divagar sobre os mais diversos temas, meu amor a toda humanidade. Feliz Páscoa!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Feliz Aniversário!

Ando com minha cabeça tão a mil que já estava me esquecendo que hoje é aniversário de uma pessoa muito especial pra mim e pra toda uma galera que curte seu som e sua personalidade.
Estou falando de Pedro Mariano. É, o tempo passa e o garoto já faz 36 anos de uma linda existência.
Trago em minha memória bons momentos que tive ao lado de amigas de show ouvindo suas músicas, curtindo seu swing no palco. Sou fã desse cantor e não nego meu carinho por ele, por sua bela voz e postura no palco. Estou desde já aguardando ansiosa o próximo trabalho que acredito, em breve lançará. Pedro querido desejo de coração muita saúde, alegria e muitas realizações profissionais e pessoais.
Feliz Aniversário!