quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Retornando lentamente

Ando tão distante daqui. E tenho sentido muita falta de escrever. Mas desde que voltei de férias que minha vida está uma correria só. No trabalho, mudanças significativas que me tomam o dia inteiro e meu cérebro está inchado de tanta informação. Isso dá um cansaço absurdo que me tira toda a energia para se ler e escrever. Meus livros estão parados, juntando pó só no aguardo dessa leitora relapsa. Meu quarto e principalmente meu guarda roupa está uma zona total. Dá até medo de abrir suas portas. Todo dia abro e falo mentalmente: "Esse final de semana eu juro que dou uma ordem aqui". Mas, entra final de semana e saí final de semana, e ele continua na mesma. Quer dizer, na mesma não. Pior. Tenho chegado em casa a noite um trapo humano e mal tenho tempo de comer algo e logo quero mais é minha cama pra repousar esse velho esqueleto. Ando me sentindo o próprio personagem do filme Feitiço do tempo acordando todos os dias no mesmo horário e tendo a mesma rotina. Preciso urgentemente quebrar esse feitiço e iniciar coisas novas em minha vida. Caso contrário, vou morrer de tédio. Mas já sinto-me aliviada por postar pelo menos esse pequeno desabafo. Já andava em cólicas por não escrever nada. Até a próxima.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Lendo e fazendo terapia


Hoje tirei a tarde pra falar um pouco sobre algo que gosto de fazer: comentar as impressões sobre um livro lido. Estava empacada numa leitura que até achei que não conseguiria terminar. Ms como já tive a mesma experiência num outro título do mesmo autor, decidi ir adiante com a leitura mesmo que devagar. E nesse compasso lento, cheguei ao fim do livro. Gosto muito de psicologia e psicanálise por isso mesmo virei fã do autor Irvin D. Yalom. Li os títulos Quando Nietzsche chorou, A cura de Schopenhauer, Mentiras no Divã e em julho terminei de ler Cada dia mais perto. E faço aqui as minhas interpretações do livro. Costumo sempre dizer que os livros é que nos escolhe de acordo com o momento que estamos vivendo. Comprovei mais uma vez essa minha teoria. Em meados de março estava em crise com minha escrita. Bloqueio total e não estava conseguindo nem mesmo postar por aqui. Desenvolver alguma história então, nem pensar! Como estava participando de um curso de criação literária fiquei horrorizada comigo mesma. Certa tarde aqui na biblioteca, passeando pelas estantes como sempre gosto de fazer, um livro me chamou e peguei para ler a sinopse. Bateu de imediato com minha crise criativa. Afinal, a personagem é uma escritora com bloqueio que busca ajuda de um psicanalista para resolver suas neuras. Me senti a própria personagem. Só que como toda terapia, não é fácil nem de se fazer e muito menos de ler. O que? Quer saber se a leitura é chata? De jeito nenhum. Mas como eu iniciei uma terapia colada a personagem, muitas das dificuldades dela eram minhas também e trabalhar isso tudo em mim, muitas vezes me machucou, me incomodou e por aí vai. Mas, como a leitura anterior (Quando Nietzsche chorou), mexeu demais comigo e diversas vezes deixei o livro de lado pois a leitura ficava sufocante. No entanto, ao término do livro me veio a alegria da libertação. Sim! Pode parecer loucura mas realmente sinto que trabalhei algumas questões que estavam lá no fundo me atormentando e impedindo que florescesse minha escrita. Por isso mais uma vez recomendo ler para se tratar da alma, trabalhar as neuroses e encucações que muitas vezes ignoramos tê-las. Ler é um santo remédio além de ser um excelente passatempo. É o que se chama Biblioterapia e isso tem fundamento. Deixo aqui então minha sugestão de leitura.


Cada dia mais perto. Irvin D. Yalom, Editora Agir

Sinopse: O psicoterapeuta Irvin D.Yalom e Ginny Elkin, pseudônimo de uma escritora atendida por ele, reuniram escritos sobre seus pensamentos e emoções ao fim de todas as sessões de terapia realizadas ao longo de quase dois anos. 'Cada dia mais perto' é um relato de um relacionamento difícil e delicado, que revela pontos de vista, desejos, necessidades, expectativas e frustrações, tanto da paciente quanto do terapeuta.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Blogagem coletiva: Solta o som 2ª edição

A Vanessa, do Fio de Ariadne, propôs a reedição de uma Blogagem Coletiva, a "Solta o Som 2º edição", onde os blogueiros falariam sobre a sua trilha sonora. Apesar de ficar sabendo só agora quase no finalzinho do mês de julho, quando visitei o blog da Letícia Je suis en train de chercher , decidi mesmo assim participar pois a música sempre se fez presente em minha vida em todos os momentos importantes. Cresci numa casa onde se ouvia rádio direto. Minha mãe costumava lavar roupa, fazer os afazeres da casa sempre ao som do rádio ligado. Ouvia novelas na antiga rádio São Paulo, rádio Tupi e meu pai sempre que chegava do serviço, após tomar uma ducha, botava uns bolachões na vitrola e dá-lhe rumba, mambo, salsa e outros ritmos dançantes. Meu pai quando jovem foi um senhor pé de valsa. Na minha adolescência, sintonizava direto as rádios Difusora e Excelsior FM que tocava as músicas que curtia muito. Peter Frampton, Stilystics, Ko and the Gang, KC and The Sunshine Band, América, Bread...Puxa! Quantas bandas conheci ouvindo essas rádios! E quantas lembranças elas me trazem! No finalzinho da década de 70, conheci uma banda que mexeu demais com minhas emoções e que direcionaram meu gosto musical: Queen. Freddie Mercury com sua performance operística e sua belíssima voz e carisma no palco me deixaram hipnotizada. O som que esse grupo fazia me deixavam extasiada. Nunca imaginei que pudessem fazer um som assim como eles faziam. O meu debut em shows foi exatamente quando eles vieram pela primeira vez ao Brasil. Simplesmente pirei!!! E contagiada pela música nunca mais me separei dela. De lá pra cá conheci muitas outras bandas, cantores, gêneros musicais. Ampliei meu gosto e hoje sou bem eclética. Gosto de quase tudo. Depende do meu estado emocional, vem sempre uma canção a me embalar. Hoje, chegando a uma idade mais madura, curto mais as músicas que me acalmam, me deixa relaxada, curto MPB. Descobri Elis Regina quase que simultaneamente a descoberta do Queen. Ela é minha grande paixão na música popular brasileira. Mas não fico só nela não. Gosto de quem tem talento, voz, carisma.
Mas vamos a lista das músicas que marcaram minha vida:
  1. Meu bem - Ronnie Von ( meu primeiro ídolo musical. pequenina assistia sempre ele na TV. Lindooooooo!!!)
  2. F comme Femme - Salvatore Adamo (Já escrevi sobre o episódio dessa música em minha vida)
  3. Show me the way - Peter Frampton (Ele foi minha paixão adolescente)
  4. Bohemian Rapisody - Queen (Essa música foi um divisor de águas musical)
  5. Meio-termo - Elis Regina (Quando descobri a obra dessa cantora passava horas ouvindo seus discos)
  6. Exagerado - Cazuza
  7. Azul - Djavan
  8. Jura secreta - Simone
  9. Voz no ouvido - Pedro Mariano
  10. Lembra de mim - Ivan Lins
Minha lista poderia ser infinita pois tenho muitas, mas muitas músicas maravilhosas que serviram de trilha sonora em muitos momentos. Mas paro por aqui deixando um vídeo bem legal de um músico excepcional que descobri e que não é tão conhecido na Terra Brasilis. No entanto sua musicalidade e carisma me cativou e hoje sou fã: Yanni ao piano e Nathan Pacheco cantando e encantando. Que voz!


terça-feira, 26 de julho de 2011

Em busca de relações sólidas

É impressionante a insatisfação do ser humano. Luta, luta para conseguir alcançar algo e ao conseguir sente aquela euforia momentânea mas no minuto seguinte, já baixou a bola e o vazio se instala novamente. Quando tive nas mãos o livro Amor líquido, de Zygmunt Bauman, lendo alguns trechos fiquei a refletir. O filósofo fala sobre a fragilidade dos sentimentos que impera na sociedade. Não somente no adolescente que tem uma necessidade absurda de tudo e nada ao mesmo tempo. Mas sempre de forma rasa. Nunca se aprofundando nos relacionamentos, nas emoções e em todo o resto. Bauman reforça que os adultos de hoje também se encontram assim. A insegurança, o medo, o não comprometimento tem levado as pessoas a não apostar nas relações duráveis. E junto disso tudo vem o vazio existencial, a sensação de perda ao mesmo tempo que se exalta a tal da "liberdade". E aí, me pergunto: pra que liberdade? Pra curtir a solidão cada um em seu espaço? Para desenvolver relações "casulos" onde fica-se individualizado frente ao seu PC e notebook interagindo mas não se tocando e na mínima contrariedade, delete. E passa-se adiante. Humm...sei lá! Talvez ficando mais velha esteja tornando-me saudosista. Saudade dos tempos em que ia para a praça próxima de casa e lá, nos finais de tarde, reuniam-se jovens que chegavam sorrindo de orelha a orelha ávidos por fazer novos amigos, encontrar paqueras e criar vínculos verdadeiros.
Grandes e duradouras amizades se faziam nesses encontros. Relacionamentos que duram até hoje. Por outro lado, não adianta ficar olhando pro passado e lamentando que ontem era melhor que hoje. Não. Sei que posso fazer o hoje bem melhor do que ontem. Só preciso descobrir como.

sábado, 23 de julho de 2011

Dia nebuloso, alma idem

(Imagem retirada do blog Mensagens e Gifs)


Hoje acordei me sentindo estranha. Tive uma boa noite de sono mas ao despertar, sentia-me triste, deslocada, com uma sensação de perda. Tentei levar o dia me ocupando das tarefas diárias mas o tempo todo aquela sensação angustiante a assaltar a alma. Ao ligar o computador para ler meus e-mails, deparei-me com a triste notícia dos atentados na Noruega. Isso me deixou desestabilizada, abestada, incrédula com o que um ser humano ainda é capaz de fazer ao seu próximo. De imediato me coloquei de joelhos mentalmente e,com o coração apertado e me sentindo um ser minúsculo nesse universo sem fim, elevei uma prece por todos que foram vítimas de mais uma sandice humana. Até quando meu Deus?! Confesso que há momentos em que me sinto um ser extremamente velho carregando todos os sofrimentos do mundo desde que esse mundo é mundo. Chego ao ponto de ser abusada, imaginando ser Deus e sentindo tudo o que ele deve sentir vendo sua criação mais complexa usando e abusando do poder, da inteligência e dos inúmeros golpes baixos para prejudicar seu semelhante. E fico com um imenso sentimento de dó desse ser supremo e superior ao presenciar diariamente tantos abusos nesse planeta que criou. Após o almoço, que quase não toquei, decidi dar uma volta para espairecer. Fui a um shopping e andei por mais ou menos duas horas sem me agradar de nada que via por lá. Só consumo desenfreado, pessoas que se esbarravam sem ao menos se olharem, fingindo que são felizes nessa vidinha medíocre e superficial. Retornei pra casa me sentindo mais deslocada do que antes. E a tristeza jorrou feito um duto que se rompe ao botar o pé em casa e saber pela minha irmã da morte da cantora Amy Winehouse. Não deveria me chocar diante de tal notícia afinal, seu destino já era uma tragédia anunciada. Mas mesmo assim, como isso mexeu comigo! Puta merda! Morrer aos vinte e sete anos! Ninguém deveria morrer nessa idade! Ainda mais sendo uma pessoa talentosa, que teve uma chance que tantos não conseguem de se deslanchar numa carreira artística, ser reconhecida internacionalmente e se deixar levar assim, de forma desastrosa, patética numa derrocada pessoal e profissional tornando-se nos últimos tempos uma caricatura de si mesma. Lamentável! Confesso que não aguentei e chorei.
Chorei por todas as Amys que sucumbem diariamente em todo o planeta devido às drogas, chorei por todas as pessoas que morrem diariamente vítimas de tantas violências, chorei por ter vindo a esse mundo cão que por mais maravilhoso que seja, muitas vezes se torna sombrio, escuro, verdadeiro purgatório de Dante onde nos vemos cercados por almas sofridas lamentando, gritando, expurgando suas mazelas e jogando na nossa cara o quanto ainda temos a aprender. Que merda! Comecei a chorar novamente! E encerro essa minha reflexão do dia parodiando e fazendo minhas as palavras do escritor J. M. Simmel: "Por quantos ainda vamos chorar?"

terça-feira, 19 de julho de 2011

Vamos comemorar o Dia Internacional da Amizade de forma diferente!

Esse é o convite que faço para todos os blogueiros que por aqui passam: Vamos comemorar a amizade espalhando por toda a cidade livros para que outras pessoas tenham oportunidade de ler, de conhecer e assim formar uma enorme corrente em prol da leitura. Divulguem em seus blogues, nas redes sociais e convide a todos para essa grande festa. Vambora!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Obras de Arcângelo Ianelli na Pinacoteca

Outra visita que vale a pena é a Pinacoteca do Estado. Entre suas inúmeras mostras, vale a pena conferir a obra de Arcângelo Ianelli. Leia mais

Pinacoteca do Estado de São Paulo - pça. da Luz, 2, Bom Retiro, centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3324-1000, Ter. a dom.: 10h às 17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. Grátis aos sábados.

O mundo mágico de Escher - ainda dá tempo!


Visto por mais de um milhão de pessoas, a exposição O mundo mágico de Escher, promovido pelo CCBB em comemoração de seus dez anos, fica em cartaz em São Paulo até 17 de julho. Essa mostra já passou por Brasília e Rio de Janeiro e sempre um sucesso de público. Não foi ainda assim como eu? Tá esperando o que? Vambora!

Férias e minhas sugestões de cinema: Vamos lá?

Frases para Orkut
Pois é pessoal, a fissura pelas férias era tanta que nem me dei ao trabalho de postar por aqui. Fiquei alguns dias no total ostracismo que é muito bom, mas agora é mão na massa. Darei aqui algumas sugestões de leitura e de programação cultural para quem estiver em São Paulo como eu. Como nestas férias não programei nada de viagem, ficarei em São Paulo e curtirei o que a cidade tem de melhor que são as atividades culturais.
Andei pesquisando sobre cinema e como gosto de filmes europeus, vi que ainda dá tempo de assistir alguns filmes que se encontram ainda em cartaz da mostra francesa e que você pode conferir no Espaço Unibanco de Cinema, na rua Augusta, 1475.

Um dos que assistirei e desde já recomendo: Cópia fiel, do diretor Abbas Kiarostami com Juliette Binoche, William Shimell e outros.

Outro destaque: Meia noite em Paris, de Woody Allen. Bom, só por ser dele já quero assistir. Passando-se em Paris então, já me convenceu. Ainda por cima, algumas pessoas que conheço já foram e falaram super bemdo filme. Então, já está programado. Esse não posso perder mesmo!
Com Owen Wilson, Kurt Fuller, Marion Cotillard e outros.

Mais um que quero muito assistir: Minhas tardes com Margueritte, de Jean Becker, com o maravilhoso Gérard Depardieu e Gisele Casadesus. Bom, também sou fã ardorosa desse ator francês e isso já se torna mais que suficiente para assistir o filme. A temática também me seduz: a amizade. Logo, é uma excelente pedida.

Outro que parece imperdível : Potiche, do diretor François Ozon. Com a maravilhosa e eternamente bela Catherine Deneuve, Gérard Depardieu, Fabrice Luchini e Karin Viard. Bom, com esse elenco primoroso, não dá para perder. Acredito que seja diversão na certa. Cinema de qualidade é sempre bem vindo. E então? Vamos ao cinema?

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O que é essa tal de felicidade?

Hoje pela manhã ao ler as notícias pela internet, vi uma chamada sobre a Xuxa onde ela diz: hoje eu não sou feliz. Isso me levou a uma série de indagações e reflexões sobre o tema "Ser feliz".
A sociedade contemporânea teima em buscar a felicidade a todo custo. No entanto, a tal felicidade que buscam é uma falsa felicidade. Daí me pergunto e jogo a pergunta a vocês leitores: Mas afinal, o que é felicidade? De primeira pode parecer uma pergunta óbvia e idiota. No entanto ela é de uma profundidade absurda e dificílima de responder. O que é felicidade pra mim, pode não ser pra você e o contrário também. O que observo - e posso estar equivocada - é que mais e mais pessoas no mundo todo buscam saciar essa vontade de ser feliz através de coisas materias e passageiras. Ah! Só vou ser feliz se conseguir comprar um carro X, ou Y ou Z. Um poizezinho não me serve. Só que o que ganho só dá pra comprar esse carrinho meia boca. E daí, meu mundo cai. Vou ficar insatisfeito, me sentindo um lixo e minha vida vai parar por aí. Outro exemplo: Vejo muitos casos de adolescentes e também não tão adolescentes que sofrem horrores por não poder comprar todo final de semana uma roupa "legal" pra desfilar na balada.
Então penso com meus botões: Caraca! Em minha adolescência curti bem mais, me diverti mais, fiz grandes amizades, paquerei bastante sem nunca ter tais encucações. Até mesmo porque, vinha de uma origem pobre e meus pais desde cedo situou todos os filhos na realidade em que vivíamos. Hoje, os pais se matam de trabalhar, se endividam todo só pra saciar a sede de consumo dos filhos. E mesmo assim são infelizes. Acho que há algo de errado no ar não? Hoje, felicidade é sinônimo de consumo. Só vou ser feliz se puder consumir o máximo. Então mais uma vez reflito filosoficamente: Pobres mortais!
Mais uma vez repito: posso estar enganada mas, felicidade pra mim é um estado de espírito e isso independe de minha condição financeira e de posses materias. Exemplo disso é ver tantos bilionários viverem infinitamente infelizes chegando ao ponto de se suicidarem. Mas tinham tudo na vida. Muitos dirão. Mas não tinham paz de espírito. Eram vazios por dentro. E vemos também pessoas simples de tudo, passando as maiores dificuldades na vida e sempre com um sorriso imenso no rosto e aquele brilho no olhar. Essas pessoas trazem a felicidade legítima na alma. Afinal, ela ( a felicidade) independe de bens materias e conforto para ser uma realidade. Estão vendo só o quanto rende esse tema? E poderia discorrer uma tese sobre ela. Mas vou parando por aqui pedindo a vocês leitores que reflitam sobre suas vidas e se estão se baseando apenas nas coisas materias para serem felizes. Busquem essa tal felicidade em outras coisas também. Tenho certeza que encontrarão verdadeiros tesouros ocultos nas pequenas coisas do dia a dia. É isso.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Férias chegando!

Julho pra mim é mês de férias. E se tem uma coisa que gosto de fazer nas férias - além de viajar é claro - é ler! Assim, já estou com alguns livros enpilhados para minhas leituras de férias. Em breve, assim que a pilha estiver legal, mostro aqui pra vocês. Até logo mais!



Show em comemoração aos 30 anos de carreira


Tenho deixado tantos assuntos que gosto de lado que hoje, após uma troca de e-mails com uma colega, decidi voltar com toda a carga. Falar sobre música. E falando sobre esse tema aproveito pra divulgar e falar um pouco sobre uma pessoa linda por dentro e por fora e um profissional talentosíssimo: Jair Oliveira. Acompanho sua carreira de longe desde que ele surgiu pequenino no grupo Balão Mágico. Lembram dele? Pois é. Aquele menino cresceu, tornou-se um homem, estudou música na conceituada faculdade Berklee College of Music, de Boston.
De volta ao Brasil, lança seus trabalhos. Primeiro, Dis'ritmia que foi bem recebido pelo público e pela crítica. Após esse primeiro trabalho, Jair lançou mais seis trabalhos, todos com excelência de arranjo, excelentes composições e seu jeito maroto de interpretar. Agora em julho, ele se apresenta num show especial em comemoração aos seus 30 anos de carreira. Assustou-se? Na hora em que li, também me assustei mas depois, ao fazer as contas, vi que se Jair começou sua carreira aos seis anos de idade, é claro que aos 36 anos ele comemore essa façanha 30 anos de carreira. Tenho certeza de que esse show será maravilhoso e já reservei meu lugar na platéia. Deixo aqui o convite a todos que já conhecem o trabalho de Jair Oliveira. Que venham ao Auditório do Ibirapuera no dia 23/07/2011 e participem dessa grande festa.