domingo, 16 de outubro de 2011

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 16


Cite um livro que você achou que não iria gostar e acabou gostando

Quando Nietzsche chorou, de Irvin D. Yalom. Esse livro foi muito difícil de engrenar a leitura. Levei mais ou menos uns três meses para ler. Cada vez que pegava pra ler, me sentia incomodada, não fluía a leitura e sempre acabava por abandonar e procurar outro livro. Levei o livro de volta pra biblioteca não sei quantas vezes e sempre retornava com ele e pensava: Vou tentar mais uma vez. Até que passando alguns capítulos eu me empolguei tanto que ao término do livro pensei: Uau! Que puta livro!
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sábado, 15 de outubro de 2011

Meme literário de um mês 2011 - Dia 15


Qual o seu vilão literário favorito?

Tenho alguns vilões que gosto muito. Recentemente li um livro no qual o vilão me encantou por vários motivos. Em primeiro lugar não é um vilão mas sim uma vilã: Gretchen Lowell. Uma loira estonteante, dona de uma inteligência acima da média e de uma maldade que poucos conheceram e saíram vivos para contar. Conhecida como Beleza Mortal, ela é alvo do detetive Archie Sheridan que após ser sequestrado e passado dez dias com ela, sofrendo torturas diárias, saí vivo por decisão da loira. Após se recuperar dos ferimentos que não foram poucos, resolve iniciar uma perseguição para prendê-la. No entanto, as coisas não saem como ele planejara. Beleza Mortal torna-se uma obssessão e, uma atração irresistível ocorre entre ambos. Gretchen Lowell por mais que sua maldade fale alto, não consegue matar seu perseguidor. Archie Sheridan, muito bem casado, por mais que saiba o quanto Gretchen é doente e malígna, não consegue deixar de pensar nela como mulher. E ele deseja e muito essa mulher. Como sempre gostei de romances policiais essa série me deixou alucinada pois os personagens foram muito bem desenvolvidos e sem dúvida, Gretchen Lowell, a Beleza Mortal é uma vilã que é quase impossível não gostar dela. Para quem ainda não leu essa série e se interessar, os outros títulos são Coração Apaixonado e Coração Maligno.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 14


Se pudesse fazer uma pergunta a seu escritor favorito, qual seria?

Difícil essa pergunta não? Afinal, não tenho apenas UM escritor favorito mas sim vários que gosto em estilos e gêneros diferentes. Por ser eclética também na leitura, fica complicado escolher apenas um. Mas, pensei muito e decidi o seguinte: faria uma reunião em minha casa, chamaria alguns escritores que admiro (Cristovão Tezza, Martha Medeiros, Inês Pedrosa, Noah Gordon, Dan Brown...) e durante uma rodada de wisky (é o que a maioria costuma beber), após todos estarem já mais descontraído perguntaria :
"Pessoas letradas, olhem para a lenta da verdade e me respondam: o que os impulsionam a escrever? Qual a força motriz que os levam a traduzir em palavras o que segue em suas almas?"
Veja bem: faria essa pergunta porque vivo me perguntando também o que me leva a continuar escrevendo aqui no blog, em vários textos que produzo e que ainda se encontram guardados. Sabe, poderia como a maioria dos mortais levar minha vida ocupando-a com outras coisas. No entanto, tenho essa "necessidade" absurda de expressar em palavras escritas e registradas o que passa por minha cabeça, traduzir o que vejo diariamente acontecer pelo mundo, expressar minhas alegrias, minhas frustrações, meus anseios e projetos para o futuro. E sempre me questiono: será que com os escritores já consagrados segue o mesmo? Ou eles têm outros motivos para escreverem? A pergunta está lançada.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Reflexão pós feriado

Voltamos de um feriado mais cansados do que quando saímos. É impressionante como a sensação de cansaço toma conta ao voltarmos para a rotina de trabalho. E olha que gosto demais do que faço mas a cada dia, sinto-me mais esgotada. Xiiiiii!!! Será os verões passando à jato? Pode ser. mas tenho cá pra mim, que o que mais cansa na vida contemporânea, é o bombardeio contínuo de informações que recebemos diariamente. E o pior, tais informações na sua grande maioria, são inúteis! Não me servem para absolutamente nada! Logo, me canso a toa! Céus! Preciso mudar minha rotina urgentemente caso contrário, envelhecerei antes do tempo e ainda por cima comprometo meus olhos, meu cérebro e minha paz de espírito. Fecho essas minhas reflexões lembrando da tranquilidade de meus avós. Vida dura na lida, mas mansa e relaxada no seio de sua casa sem TV, sem Internet, sem jornais que escorrem sangue. Só tinham para sí o bom e velho bate-papo, muitas risadas e uma ótima noite de sono...
E aí Alice, acordei! Porque sendo uma cria da modernidade, não saberia viver como meus avós. O que seria de mim sem esse quadradinho luminoso que me traz tantas alegrias? Não tem jeito mesmo. O negócio é cada um viver seu tempo sem achar que o passado foi melhor que o presente...Olha só! Acabei me lembrando do filme Meia-noite em Paris, de Woody Allen que aborda justamente essa questão: a gente sempre achar que outra época foi melhor que a nossa. É isso gente: não tem época melhor que a que vivemos afinal, viver ainda é o melhor da história. O resto, é fato registrado.

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 13

Se eu pudesse trocar de lugar com um personagem de um livro, qual seria?

Para responder a essa questão tive muitas dúvidas pois tenho várias personagens que me agradaram demais. Kay Scarpetta, a médica legista da série da Patricia Cornwell, a própria Morgana das Brumas de Avalon, a Penelope Keeling do livro Os catadores de conchas, de Rosamunde Pilcher. São personagens bem distintas entre si mas que são figuras humanas imaginárias bem marcantes. No entanto, minha escolhida foi Alessandra Cecchi, a personagem principal do romance O nascimento de Vênus, da autora Sarah Dunant, editora Record.
Vivendo em plena Florênça, Itália, ano de 1492. No auge do renascimento. As artes se manifestando pelas mãos de vários artistas tendo como mecenas Lorenzo de Medici. Essa jovem, aos quinze anos, sendo filha de um próspero comerciante de tecidos, se encanta pela arte e pelo mistério que envolve um jovem pintor vindo do norte da Itália para decorar a capela da família em seu palazzo. Alessandra fica fascinada com a habilidade do artista e tem seu senso de estética despertado. No entanto, como driblar as regras sociais e a etiqueta vigente e se tornar ela também uma pintora? Essa personagem é linda, forte, sensível e luta para fazer valer sua decisão em ser uma artista e também para realizar seu amor por esse pintor. Enfrenta a família, o monge dominicano Girolamo Savonarola, que mantém todos os fiéis sob seu jugo através de seus fervorosos sermões e tantos outros obstáculos. Ao ler esse livro fiquei fascinada com a força e a beleza dessa personagem. Portanto, ela é minha escolhida para a postagem de hoje.

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Hoje é dia de ser criança

Hoje se comemora o Dia da Criança e confesso que tenho tentado resgatar essa Roseli que fui no passado. A criança, inocência e pureza que com o tempo acabamos por sufocar dentro de nós. Bateu uma saudade do tempo em que a única preocupação era inventar brincadeiras durante as imensas horas do dia. Os meses demoravam a passar, o ano então, parecia que não tinha mais fim. Como demorava pra chegar o Natal! Meus dias eram leves, soltos, despreocupados, sem malícia muito menos maldade. Minha cabecinha de criança não parava um minuto bolando a próxima brincadeira. "Brincar de pique, de pega-pega, de amarelinha"... eram tantas as opções. E ficar na frente de casa vendo o movimento das crianças saindo da escola era tão bom!! Pensava sempre: "E eu? quando será que vou pra escola também?"
Como sempre fui meio moleque, adorava brincar com meu irmão de rolemã, de bolinha de gude, de queimada. Tempos alegres, tempos mágicos que ficaram registrados na minha memória.
A vida adulta tem suas vantagens mas também trás uma sobrecarga de responsabilidades que, com o tempo, nos faz deixar de lado a leveza que temos quando éramos criança. E observo que mesmo as crianças de hoje, já não trazem essa leveza e inocência que tínhamos. As vezes, vendo as crianças do colégio onde trabalho, fico com pesar por elas não terem a chance de serem crianças de fato. Com uma sobrecarga de um executivo, suas agendas são tomadas por compromissos: aula de ballet, aula de judô, de futebol, de inglês, de informática, grade curricular da escola e, hora de lazer e brincadeira que é bom, necas. Os pais se preocupam tanto com a boa formação de seus filhos que esquecem de colocar nas agendas superlotadas um horário para serem simplesmente crianças. E ser criança não significa ficar por horas a fio em frente uma TV ou um computador jogando não! Ser criança é ter a liberdade de brincar descompromissadamente. Só isso. E então pais: vamos dar uma chance para seus filhos serem de fato crianças livres, leves, soltas e...felizes? E ser feliz também não é levá-las a um shopping center e abarrotar de calorias que só trarão obesidade e uma possível diabete no futuro. É deixar correr soltas por um parque em contato com a natureza, ensinar brincadeiras, interagir e ouvir o que elas têm a dizer. E olha, como as crianças têm a dizer. Experimente conversar um pouco com elas. São grandes mestres!
Por conta disso tudo que falei, desejo a todas as crianças do mundo um dia feliz, descompromissado, leve e cercado de muito amor! Feliz dia das crianças!

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 12


Se eu pudesse conhecer um lugar que só existe em livros, qual seria?

Bem bolada essa pergunta. Logo de cara lembrei de Hogwart, a escola de magia de Harry Potter. No entanto, lembrei de um livro que li há quase vinte anos e que na época da leitura me causou um profundo impacto. O livro é As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley qu na verdade é uma coleção em quatro volumes. A história que se passa na Bretanha e narra a formação na nação e a luta entre as crenças pagãs e o cristianismo é muito linda. Fiquei encantada com a ilha de Avalon descrita na história. Local místico, de pura magia onde as sacerdotisas se preparavam para a vida religiosa me deixou curiosa para conhecer a região e conhecer mais profundamente a cultura celta. A personagem principal, Morgana, me conquistou de imediato por sua postura feminista e também por seus inúmeros conflitos diante da vida de magia e a vida pessoal. Seu amor incondicional por Arthur, seu irmão e pai de seu filho gerado numa noite de Beltrane sem nenhum dos dois saberem da identidade um do outro. O livro me agradou por proporcionar informações históricas sobre a Bretanha e sobre a parte lendária afinal, até hoje não se confirma a existência do rei Arthur. Será que realmente existiu? É apenas um personagem da cultura popular? E a famosa Távola Redonda? Me rendi por completo a essas histórias e lendas celtas. Tanto que ao terminar de ler a coleção, fui atrás de leituras sobre o folclore e cultura celta e me maravilhei com tudo. E a ilha de Avalon descrita no livro me deu uma vontade louca de passar uns tempos nela e absorver toda a magia existente nesse local. Acho que meu lado bruxinha falou mais alto ao ler essa história.

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Meme literário de um mês - Dia 11

Cite um livro que fez você rir

Nossa, confesso que vários mas um que sempre me lembro e que só de lembrar já começo a rir, sem dúvida é Os delírios de consumo de Becky Bloom, de Sophie Kinsella, editora Record.
A personagem é hilária e me identifiquei em muitas situações afinal, na época em que li, estava enroscada até o último fio de cabelo em dívidas nos meus cartões de crédito. Confesso que muitas vezes me senti a própria Becky.

Sinopse: Rebecca Bloom é uma garota londrina com um péssimo hábito. É uma consumidora compulsiva. Apesar de ser uma jornalista especializada em mercado financeiro, não consegue controlar as próprias finanças. Endividada até a alma, vvie fugindo de seu gerente de banco e procurando fórmulas mirabolantes para pagar a fatura doc artão de crédito. E ainda encontra tempo para se apaixonar.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 10


Se pudesse escolher um livro pra ganhar ou comprar até o final do ano, qual seria?

Difícil escolha mas como ando ultimamente descobrindo a obra de Caio Fernando Abreu, sem dúvida escolheria Morangos Mofados. Por outro lado, também tem outros títulos que me chamam a atenção e gostaria de conhecer como por exemplo: qualquer título de Josué Montello, outros títulos de Inês Pedrosa, a série completa da Patricia Cornwell onde a personagem Kay Spartetta, uma legista maravilhosa enfrenta muitos obstáculos para resolver assassinatos e tantos outros mais. Mas, no momento gostaria de comprar ou ganhar Morangos Mofados.

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domingo, 9 de outubro de 2011

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 9


Você costuma ficar com todos os livros que compra?

Dificilmente compro livros pois recebo muitos das editoras que trabalham em parceria com a biblioteca onde trabalho. Tanto que o armário de minha sala está abarrotado de livros e revistas que ganhei. Mas não costumo ficar com todos não. Leio e passo adiante. Dou livros pra minha sobrinha que adora ler, mando livros para uma biblioteca comunitária que depende de doações, sexta mesmo doei uns livros infantis para uma creche e sempre que dá dou livros de presente. Somente alguns que gosto demais é que seguro aqui comigo.

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sábado, 8 de outubro de 2011

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 8


Quantos livros você tem? E qual autor você tem mais livros?

Puxa pessoal, por incrível que pareça eu não tenho uma ideia do total de livros que tenho aqui em casa. Sabem aquele famoso ditado popular: "Casa de ferreiro, espeto de pau"? pois é exatamente meu caso. Apesar de no trabalho ser organizada, em minha casa e, principalmente com minhas coisas, sou um pouco (bastante) relaxada e desorganizada. Minha estante como vocês podem observar pela foto, estão a maior bagunça não seguindo nenhuma ordem. Mas ela é bem diversificada com livros técnicos da minha área, romances, poesia, livros infantis que tenho lido um pouco, livros de gastronomia pois também gosto de cozinhar e de ter livros dessa área. E fora essa estante, tenho mais livros guardados (ou será que devo dizer amontoados?) em outra estante fechada que nem me atrevi a postar aqui uma foto. Está um horror Prometo sempre que um dia pego essas estantes para dar uma organizada, mas chega os finais de semana em que poderia fazer isso e sabem o que acontece? Nada pois sinto que roubam minhas horas dos finais de semana. E mais uma vez elas ficam na lista de espera. Bom, com relação a um autor específico, é difícil dizer pois minhas leituras são tão diversificadas que não existe um autor apenas a fazer um certo peso nas estantes. Por aqui repousam Carlos Heitor Cony, João Ubaldo Ribeiro, Ítalo Calvino, Sidney Sheldon, J. K. Rowling, Jamie Oliver, Luiz Galdino, Natalie Goldberg e tantos outros mais que fica difícil lembrar de todos. Ah! Fui agorinha dar ma conferida e vi que tenhos vários livros do Luis Fernando Veríssimo. Adoro esse cara! Fora os livros que já mandei embora doando para uma biblioteca comunitária, fiz uma conta por cima e constatei que tenho mais ou menos uns cento e cinqueta títulos nas estantes e outros tantos espalhados pela casa.

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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 7


Você costuma emprestar ou pegar livros emprestados?

Desde que comecei a trabalhar em biblioteca - e isso já vai pra...caramba! 20 anos?!! - que quase não compro mais livros. Tenho o privilégio de escolher títulos para fazer parte do acervo e, o melhor de tudo, leio em primeira mão! Tem coisa mais gostosa? Pegar o livro novinho cheirando a recém saído da prensa e manusear as páginas virgens de toques. Ser a primeira a desvendar aquele universo de histórias e personagens. As vezes, como agora, bate até uma certa ansiedade por ver tantos títulos chegando e saber que não será a primeira a ler afinal, não dá pra ler tudo de uma vez.
Agora, quanto a emprestar livros meus aos outros, depois de muito prejuízo por nunca mais ver o livro emprestado ou receber de volta mas todo sujo, detonado, rabiscado, só empresto se confiar e conhecer a relação da pessoa com livros. Ou em último caso, leio e dou o livro pra pessoa. Assim fico menos estressada.

Disse agora, porque todo ano fazemos no colégio uma feira do livro onde comparece várias editoras. E no final da feira, fechado e calculado o quanto se vendeu, tiramos uma porcentagem em livros para a biblioteca. E no penúltimo dia fui até a feira e só fui pegando livros e colocando numa caixa que seria enviada pra biblioteca. E escolhi títulos tão legais! Puxa vida como é bom fazer isso!
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