quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Meme literário de um mês - Dia 20


Você gosta de poesias?
(Qual o seu poeta ou poema preferido?)

Confesso que há bem pouco tempo é que comecei a ter mais contato com poesia. Em parte culpa das escolas que, quando estudei não me foi passado muita coisa sobre poesia. Por outro lado, achava meio maçante ler poesia. Até que em 2006, viajei para Portugal e lá pude ter a grata surpresa de conhecer Fernando Pessoa e sua obra. Aos poucos fui me deixando seduzir por sua obra e quis cada vez mais conhecer tudo o que o poeta escreveu. A partir daí, um amigo meu que gosta muito de poesia começou a me indicar livros de alguns poetas e passei a gostar desse gênero. Drummond nem precisa de comentários afinal, sua obra fala por si só. Mas descobri a obra de Mario Quintana e confesso que gostei muito da forma dele escrever. Tem também nosso poetinha maior Vinícius de Moraes que deixou sua marca seja em canções que são verdadeiros poemas e mesmo em outras obras literárias. Adélia Prado, que gosto bastante também. Ah! Falando em Portugal, também me apaixonei pela obra de Florbela Espanca que reflete a alma feminina de forma lírica, algumas vezes angustiante, outras intensa e por aí vai. Agora, gostaria muito de divulgar aqui um poema de um amigo muito querido, natural do Rio de Janeiro, que é um poeta de mão cheia e de uma sensibilidade para as letras que ainda não publicou nada mas que, tenho certeza, é uma questão de tempo. E falando em Fernando Pessoa, posto aqui um soneto que ele, Ricardo Dias, fez e no qual cita Pessoa :

Em Pessoa (Ricardo Dias)


Certos dias rio à toa

Coisa sem explicação

Noutros levo em minha proa

carrancas de assombração


Sou Fernando em pessoa

Eus em superposição

Num momento teço loas

Noutro lanço a maldição


Quando faço da canoa

quase o Argos de Jasão

vem a onda que me enjoa


Fértil na imaginação

troco o mar que me atordoa

pelo céu que vi no chão


Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida pelo blog Happy Batatinha

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 19

Qual o livro que você leu, gostou e recomenda para todo mundo ler também?

Na realidade são vários. No entanto, tem dois livros que li já há um bom tempo mas que não me esqueço deles e sempre que posso, indico para alguém.
O Físico, de Noah Gordon é um que ficou registrado em minha memória literária. Contém todos os ingredientes para um sucesso: suspense, aventura, amor, humor, história (no sentido de rolar uma história muito bem estruturada e também no sentido histórico). Virei fã desse autor e já li praticamente tudo dele e sempre que termino um livro seu penso: que puta autor!

Sinopse:

O drama turbulento e, por vezes, divertido, de um homem dotado do poder quase místico de curar, que tem a obsessão de vencer a morte e a doença, é aqui contado desde o obscurantismo e a brutalidade do século XI na Inglaterra ao esplendor e sensualidade da Pérsia, detalhando a idade de ouro da civilização árabe e judaica. A história começa quando Rob Cole, órfão, aprendiz de um barbeiro-cirurgião na Inglaterra, toma conhecimento da existência de uma escola extraordinária na Pérsia, onde um famoso físico leciona. Decidido a ir a seu encontro, descobre que o único problema estava no fato de que cristãos não tinham acesso às universidades muçulmanas durante as Cruzadas. A solução era Rob assumir a identidade de um judeu, ao mesmo tempo em que se envolvia com uma avalanche de fatos verdadeiramente impressionantes.
Já um outro livro que li e que me causou um enorme impacto na época foi Dupla obssessão, de Joy Fielding. É uma trama fantástica que envolve assassinatos, mistérios, suspense e um

Sinopse:
a trama familiar que dá arrepios a cada página lida. E o final é surpreendente!
Uma mulher comum, com um passado amargo e um presente equilibrado e sereno. De repente, uma grave ameaça à sua tranquiliddae. Um crime, do qual Bonnie é a principal suspeita, faz com que tudo mude e ela comece a desempenhar um novo papel em sua vida. É preciso solucionar todo o mistério que envolve o assassinato de Joan Wheeler, ex-esposa de seu atual marido. Só esta descoberta poderá esclarecer o que está pondo em risco sua vida e a de Amanda, sua filha.

Estes são dois livros que vale a pena ler. Cada um num gênero mas que foram muito bem escritos.
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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Meme literário de um mês - Dia 18

Aprendi a gostar de literatura juvenil por força da profissão. Afinal, precisava me inteirar das histórias para poder sugerir e trabalhar com os alunos. E acabei descobrindo um mundo fantástico! A literatura juvenil é tica e diversificada. Um dos livros que li e amei foi a série Desafio e série Ilha, de Gordon Korman. Outra série bem divertida e interessante é Retratos de Família com os seguintes títulos: Rosa permanente, A estrela de Índigo, Caddy para sempre e O anjo de Saffy, da autora Hilary McKay. Um nacional muito bom é O mistério das aranhas verdes, de Carlos Heitor Cony e Anna Lee. O incrível livro de hipnotismo de Molly Moon, de Georgia Byng me fez dar boas risadas e teve continuações. Stardust de Neil Gaiman e Charles Vess é bom demais. Tanto que virou filme. O duelo, de David Grossman também me surpreendeu. Já falei sobre alguns deles aqui em meu blog.
Agora um livro que sempre recomendo principalmente para quem curte aventura e animação é o livro A invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick. Livro lindo, visual surpreendente e uma história bem legal. Ihhhhh!!! Poderia ficar falando aqui por horas e horas dos vários livros juvenis e até alguns infantis. Vale a pena ler esse gênero. Isso sem falar na série Harry Potter que foi uma gratíssima surpresa pra mim. Li todos, virei fã e até sentava com os alunos pra discutir a série e seus personagens. Bom demais!
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 17

Cite o nome de um livro que você achou que iria gostar e não gostou

Quando o livro Crepúsculo chegou aqui na biblioteca, o que mais me chamou a atenção foi a sua capa que achei bem legal. Uma prima minha ia fazer aniversário e decidi dar a ela de presente esse livro. Ela leu em dois dias e me ligou falando o quanto tinha gostado. Decidi ler também. Adorei a história. No entanto ao chegar Lua Nova, fui com a mesma sede de leitura e confesso que me decepcionei bastante mas fui até o final da leitura. Quando peguei Eclipse, li algumas páginas e já me desinteressei por completo. Resumindo: a história e os personagens que tinham tudo pra me agradar não bateu no meu paladar literário. Achei-o fraco, os personagens sem consistência e sem carisma nenhum. Que me perdoem os fãs dessa saga mas, pra mim foi uma grande decepção.
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domingo, 16 de outubro de 2011

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 16


Cite um livro que você achou que não iria gostar e acabou gostando

Quando Nietzsche chorou, de Irvin D. Yalom. Esse livro foi muito difícil de engrenar a leitura. Levei mais ou menos uns três meses para ler. Cada vez que pegava pra ler, me sentia incomodada, não fluía a leitura e sempre acabava por abandonar e procurar outro livro. Levei o livro de volta pra biblioteca não sei quantas vezes e sempre retornava com ele e pensava: Vou tentar mais uma vez. Até que passando alguns capítulos eu me empolguei tanto que ao término do livro pensei: Uau! Que puta livro!
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sábado, 15 de outubro de 2011

Meme literário de um mês 2011 - Dia 15


Qual o seu vilão literário favorito?

Tenho alguns vilões que gosto muito. Recentemente li um livro no qual o vilão me encantou por vários motivos. Em primeiro lugar não é um vilão mas sim uma vilã: Gretchen Lowell. Uma loira estonteante, dona de uma inteligência acima da média e de uma maldade que poucos conheceram e saíram vivos para contar. Conhecida como Beleza Mortal, ela é alvo do detetive Archie Sheridan que após ser sequestrado e passado dez dias com ela, sofrendo torturas diárias, saí vivo por decisão da loira. Após se recuperar dos ferimentos que não foram poucos, resolve iniciar uma perseguição para prendê-la. No entanto, as coisas não saem como ele planejara. Beleza Mortal torna-se uma obssessão e, uma atração irresistível ocorre entre ambos. Gretchen Lowell por mais que sua maldade fale alto, não consegue matar seu perseguidor. Archie Sheridan, muito bem casado, por mais que saiba o quanto Gretchen é doente e malígna, não consegue deixar de pensar nela como mulher. E ele deseja e muito essa mulher. Como sempre gostei de romances policiais essa série me deixou alucinada pois os personagens foram muito bem desenvolvidos e sem dúvida, Gretchen Lowell, a Beleza Mortal é uma vilã que é quase impossível não gostar dela. Para quem ainda não leu essa série e se interessar, os outros títulos são Coração Apaixonado e Coração Maligno.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 14


Se pudesse fazer uma pergunta a seu escritor favorito, qual seria?

Difícil essa pergunta não? Afinal, não tenho apenas UM escritor favorito mas sim vários que gosto em estilos e gêneros diferentes. Por ser eclética também na leitura, fica complicado escolher apenas um. Mas, pensei muito e decidi o seguinte: faria uma reunião em minha casa, chamaria alguns escritores que admiro (Cristovão Tezza, Martha Medeiros, Inês Pedrosa, Noah Gordon, Dan Brown...) e durante uma rodada de wisky (é o que a maioria costuma beber), após todos estarem já mais descontraído perguntaria :
"Pessoas letradas, olhem para a lenta da verdade e me respondam: o que os impulsionam a escrever? Qual a força motriz que os levam a traduzir em palavras o que segue em suas almas?"
Veja bem: faria essa pergunta porque vivo me perguntando também o que me leva a continuar escrevendo aqui no blog, em vários textos que produzo e que ainda se encontram guardados. Sabe, poderia como a maioria dos mortais levar minha vida ocupando-a com outras coisas. No entanto, tenho essa "necessidade" absurda de expressar em palavras escritas e registradas o que passa por minha cabeça, traduzir o que vejo diariamente acontecer pelo mundo, expressar minhas alegrias, minhas frustrações, meus anseios e projetos para o futuro. E sempre me questiono: será que com os escritores já consagrados segue o mesmo? Ou eles têm outros motivos para escreverem? A pergunta está lançada.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Reflexão pós feriado

Voltamos de um feriado mais cansados do que quando saímos. É impressionante como a sensação de cansaço toma conta ao voltarmos para a rotina de trabalho. E olha que gosto demais do que faço mas a cada dia, sinto-me mais esgotada. Xiiiiii!!! Será os verões passando à jato? Pode ser. mas tenho cá pra mim, que o que mais cansa na vida contemporânea, é o bombardeio contínuo de informações que recebemos diariamente. E o pior, tais informações na sua grande maioria, são inúteis! Não me servem para absolutamente nada! Logo, me canso a toa! Céus! Preciso mudar minha rotina urgentemente caso contrário, envelhecerei antes do tempo e ainda por cima comprometo meus olhos, meu cérebro e minha paz de espírito. Fecho essas minhas reflexões lembrando da tranquilidade de meus avós. Vida dura na lida, mas mansa e relaxada no seio de sua casa sem TV, sem Internet, sem jornais que escorrem sangue. Só tinham para sí o bom e velho bate-papo, muitas risadas e uma ótima noite de sono...
E aí Alice, acordei! Porque sendo uma cria da modernidade, não saberia viver como meus avós. O que seria de mim sem esse quadradinho luminoso que me traz tantas alegrias? Não tem jeito mesmo. O negócio é cada um viver seu tempo sem achar que o passado foi melhor que o presente...Olha só! Acabei me lembrando do filme Meia-noite em Paris, de Woody Allen que aborda justamente essa questão: a gente sempre achar que outra época foi melhor que a nossa. É isso gente: não tem época melhor que a que vivemos afinal, viver ainda é o melhor da história. O resto, é fato registrado.

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 13

Se eu pudesse trocar de lugar com um personagem de um livro, qual seria?

Para responder a essa questão tive muitas dúvidas pois tenho várias personagens que me agradaram demais. Kay Scarpetta, a médica legista da série da Patricia Cornwell, a própria Morgana das Brumas de Avalon, a Penelope Keeling do livro Os catadores de conchas, de Rosamunde Pilcher. São personagens bem distintas entre si mas que são figuras humanas imaginárias bem marcantes. No entanto, minha escolhida foi Alessandra Cecchi, a personagem principal do romance O nascimento de Vênus, da autora Sarah Dunant, editora Record.
Vivendo em plena Florênça, Itália, ano de 1492. No auge do renascimento. As artes se manifestando pelas mãos de vários artistas tendo como mecenas Lorenzo de Medici. Essa jovem, aos quinze anos, sendo filha de um próspero comerciante de tecidos, se encanta pela arte e pelo mistério que envolve um jovem pintor vindo do norte da Itália para decorar a capela da família em seu palazzo. Alessandra fica fascinada com a habilidade do artista e tem seu senso de estética despertado. No entanto, como driblar as regras sociais e a etiqueta vigente e se tornar ela também uma pintora? Essa personagem é linda, forte, sensível e luta para fazer valer sua decisão em ser uma artista e também para realizar seu amor por esse pintor. Enfrenta a família, o monge dominicano Girolamo Savonarola, que mantém todos os fiéis sob seu jugo através de seus fervorosos sermões e tantos outros obstáculos. Ao ler esse livro fiquei fascinada com a força e a beleza dessa personagem. Portanto, ela é minha escolhida para a postagem de hoje.

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Hoje é dia de ser criança

Hoje se comemora o Dia da Criança e confesso que tenho tentado resgatar essa Roseli que fui no passado. A criança, inocência e pureza que com o tempo acabamos por sufocar dentro de nós. Bateu uma saudade do tempo em que a única preocupação era inventar brincadeiras durante as imensas horas do dia. Os meses demoravam a passar, o ano então, parecia que não tinha mais fim. Como demorava pra chegar o Natal! Meus dias eram leves, soltos, despreocupados, sem malícia muito menos maldade. Minha cabecinha de criança não parava um minuto bolando a próxima brincadeira. "Brincar de pique, de pega-pega, de amarelinha"... eram tantas as opções. E ficar na frente de casa vendo o movimento das crianças saindo da escola era tão bom!! Pensava sempre: "E eu? quando será que vou pra escola também?"
Como sempre fui meio moleque, adorava brincar com meu irmão de rolemã, de bolinha de gude, de queimada. Tempos alegres, tempos mágicos que ficaram registrados na minha memória.
A vida adulta tem suas vantagens mas também trás uma sobrecarga de responsabilidades que, com o tempo, nos faz deixar de lado a leveza que temos quando éramos criança. E observo que mesmo as crianças de hoje, já não trazem essa leveza e inocência que tínhamos. As vezes, vendo as crianças do colégio onde trabalho, fico com pesar por elas não terem a chance de serem crianças de fato. Com uma sobrecarga de um executivo, suas agendas são tomadas por compromissos: aula de ballet, aula de judô, de futebol, de inglês, de informática, grade curricular da escola e, hora de lazer e brincadeira que é bom, necas. Os pais se preocupam tanto com a boa formação de seus filhos que esquecem de colocar nas agendas superlotadas um horário para serem simplesmente crianças. E ser criança não significa ficar por horas a fio em frente uma TV ou um computador jogando não! Ser criança é ter a liberdade de brincar descompromissadamente. Só isso. E então pais: vamos dar uma chance para seus filhos serem de fato crianças livres, leves, soltas e...felizes? E ser feliz também não é levá-las a um shopping center e abarrotar de calorias que só trarão obesidade e uma possível diabete no futuro. É deixar correr soltas por um parque em contato com a natureza, ensinar brincadeiras, interagir e ouvir o que elas têm a dizer. E olha, como as crianças têm a dizer. Experimente conversar um pouco com elas. São grandes mestres!
Por conta disso tudo que falei, desejo a todas as crianças do mundo um dia feliz, descompromissado, leve e cercado de muito amor! Feliz dia das crianças!

Meme Literário de um mês 2011 - Dia 12


Se eu pudesse conhecer um lugar que só existe em livros, qual seria?

Bem bolada essa pergunta. Logo de cara lembrei de Hogwart, a escola de magia de Harry Potter. No entanto, lembrei de um livro que li há quase vinte anos e que na época da leitura me causou um profundo impacto. O livro é As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley qu na verdade é uma coleção em quatro volumes. A história que se passa na Bretanha e narra a formação na nação e a luta entre as crenças pagãs e o cristianismo é muito linda. Fiquei encantada com a ilha de Avalon descrita na história. Local místico, de pura magia onde as sacerdotisas se preparavam para a vida religiosa me deixou curiosa para conhecer a região e conhecer mais profundamente a cultura celta. A personagem principal, Morgana, me conquistou de imediato por sua postura feminista e também por seus inúmeros conflitos diante da vida de magia e a vida pessoal. Seu amor incondicional por Arthur, seu irmão e pai de seu filho gerado numa noite de Beltrane sem nenhum dos dois saberem da identidade um do outro. O livro me agradou por proporcionar informações históricas sobre a Bretanha e sobre a parte lendária afinal, até hoje não se confirma a existência do rei Arthur. Será que realmente existiu? É apenas um personagem da cultura popular? E a famosa Távola Redonda? Me rendi por completo a essas histórias e lendas celtas. Tanto que ao terminar de ler a coleção, fui atrás de leituras sobre o folclore e cultura celta e me maravilhei com tudo. E a ilha de Avalon descrita no livro me deu uma vontade louca de passar uns tempos nela e absorver toda a magia existente nesse local. Acho que meu lado bruxinha falou mais alto ao ler essa história.

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Meme literário de um mês - Dia 11

Cite um livro que fez você rir

Nossa, confesso que vários mas um que sempre me lembro e que só de lembrar já começo a rir, sem dúvida é Os delírios de consumo de Becky Bloom, de Sophie Kinsella, editora Record.
A personagem é hilária e me identifiquei em muitas situações afinal, na época em que li, estava enroscada até o último fio de cabelo em dívidas nos meus cartões de crédito. Confesso que muitas vezes me senti a própria Becky.

Sinopse: Rebecca Bloom é uma garota londrina com um péssimo hábito. É uma consumidora compulsiva. Apesar de ser uma jornalista especializada em mercado financeiro, não consegue controlar as próprias finanças. Endividada até a alma, vvie fugindo de seu gerente de banco e procurando fórmulas mirabolantes para pagar a fatura doc artão de crédito. E ainda encontra tempo para se apaixonar.

Esse texto faz parte da blogagem promovida pelo blog Happy Batatinha