quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Sempre é tempo de se doar

Pode algo aparentemente tão bobo e sem importância tornar seu dia feliz?
Pode um sorriso anônimo aquecer seu coração há tanto tempo esfriado pela ausência de amor?
E o que falar de um olhar maroto e ingênuo de uma criança te ofertando um universo de possibilidades que chega como luz solar a irradiar alegria?
Às vezes, o simples toque de uma mão em seu ombro te dá forças que até então desconhecia.
Esse é o segredo e a beleza da vida. É também a magia que nos envolve e dá um colorido todo especial ao nosso dia a dia: o contato humano.
Sem ele, somos zumbis a peregrinar por esse planeta. Somos autômatos apenas reproduzindo atos desonexos. Por isso, não tema o contato com outros seres humanos. Aceite. Se dê também pois a troca é benéfica tanto quanto o receber. E quando doamos um pouco de nós, recebemos em dobro tudo aquilo que ofertamos. Vale a pena se doar.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Falta um mês!

Olha a ficha caindo! De hoje a um mês será Natal. Natal? Oh God! Nos últimos anos tem sido sempre assim: entro no segundo semestre atropelando tudo: casa, trabalho, trabalho e...o que mesmo? ah! lembrei: mais trabalho. Ufa!!! Que vida levamos hoje não? Fico praticamente sem tempo pra minhas coisas, minha família, meus amigos e daí bate um desespero. Compras. Preciso comprar os presentes, renovar meu guarda roupa de verão - aliás esse ano terei é de refazer mesmo pois mandei tudo embora - lembrei mais uma: mandei embora minha árvore velha e preciso comprar outra nova! Só assim entrarei no espírito natalino. Mas apesar de toda correria e estresse, como amo essa época! Adoro passear aqui pela avenida paulista à noitinha. Apreciar a decoração natalina dos prédios, ver as carinhas felizes das pessoas, da alegria dos amigos se encontrando para uma confraternização. É bom demais! E desde já vou me preparando para incorporar o espírito natalino. Ho! Ho!

sábado, 19 de novembro de 2011

Música sempre!

Hoje estou com minha alma jazzística. Daí me veio uma voz que há muito tempo não ouvia. Procurei entre as centenas de CDs que tenho e finalmente encontrei a voz que tanto queria ouvir: Liz Fletcher. Que voz maravilhosa essa mulher tem! Viajo ouvindo sua voz afinadíssima, sensual e aveludada. Compartilho com vocês. Se tivesse voz para cantar, com certeza gostaria de ter a sua voz. Maravilha!


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Amizade: um bem conquistado que nunca perde seu brilho

Hoje retorno um pouco ao Desafio dos 15 minutos que o blog Escritos Reunidos está promovendo durante esse mês. Não postei diariamente porque vamos combinar: como é difícil dedicar esses mínimos 15 minutos a algo que nos dê prazer e qualidade de vida. Oh vida louca que levamos não é mesmo? É só trabalhar, compromissos, preocupações familiares e aporrinhação. Caramba! Mas, nesse final de semana prolongado pelo feriado, pude tirar algum tempo para mim mesma e fazer coisas prazerosas. Exemplo: No domingo estava em casa quando recebi um torpedo de meu irmão me chamando pra dormir em seu apartamento. Gosto muito de meu irmão e de minha cunhada. A companhia deles é boa demais e então, lá fui eu. Passamos a noite conversando muito, botando os assuntos familiares em dia pois fazia um tempão que a gente não se via mesmo morando tão pertos um do outro. É a tal da vida moderna que nos engole. Na segunda logo pela manhã fui fazer uns exames finais para começar meu tratamento ortodôntico. Olha eu me cuidando. Demorei mas finalmente tomei a decisão de acertar meus dentes tortos que já estão começando a incomodar. A tarde, tinha combinado com algumas amigas do tempo da faculdade de nos reunirmos para um último encontro do ano. Apesar da chuva que assolava Sampa, compareci pois não perco esses encontros por nada. É sempre bom revê-las. Foi uma pena que nem todas puderam comparecer devido ao feriado prolongado que tirou algumas da cidade mas, de qualquer maneira, batemos um longo papo regado a umas cervejas e petiscos deliciosos e demos muita, mas muita risada. Oh coisa boa sô! Voltei pra casa satisfeita e leve e isso me fez comprovar mais uma vez o quanto a amizade é valiosa. Passam-se os anos mas mantemos ela intacta e até mais fortalecida. Adorei!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ser feliz não é ser personagem da novela das oito

Hoje tive um dia de...como li no post da Flavia Mariano, saco cheio. Minha vida não anda lá essas coisas. Tá certo. Sei que aos olhos de muita gente, sou uma pessoa privilegiada (e sou mesmo), inteligente, com uma profissão e bem colocada no mercado, com casa própria enquanto tantos brasileiros não tem nem onde se abrigar, tenho amigos queridos. Mas sabe como é, como todo ser humano, a gente nunca está satisfeita e sempre tem algo errado em nossas vidas certo? Comigo não poderia ser diferente. Durante o dia me estressei legal com minha irmã e isso me azedou o dia. Ao sentar aqui pra ler meus e-mails e meu blog, deparei com a postagem da Flavia e isso me fez refletir e me lembrei de um sonho que tive essa semana.
No sonho, eu conversava com minha sobrinha adolescente e que se encontrava em crise se sentindo muito infeliz. Lembro nitidamente do que falei a ela:
"Não permita nunca que as dificuldades, os obstáculos, as pessoas interfiram na sua felicidade. Felicidade é uma opção que fazemos na vida, um estado de espírito que adotamos independente do que a vida nos oferece."
E tenho esse lema comigo sempre. Sou altamente vulnerável, emotiva, sensível. Tenho chorado muito nos últimos tempos mas isso não me impede de ser feliz, pois foi minha opção de vida: ser feliz sempre. Independente do que venha a passar na vida. Se hoje tiver na minha mesa pão velho e água salobra pra tomar, vou agradecer da mesma maneira se tiver uma mesa farta com guloseimas e um vinho de boa safra. O agradecimento pelo dom da vida será sempre o mesmo. E isso independe de minha religião ou a falta dela. É minha conduta e filosofia de vida. Agradeço sempre. E sigo feliz mesmo que as pedras do caminho me firam a sola dos pés. Gente, a vida não está fácil pra ninguém. Com todos que converso, a temática é a mesma: todos andam de saco cheio de muitos problemas enfrentados. Mas olha, que tal mudarmos nossa ótica da vida? Vamos combinar de pelo menos tentar olhar as coisas, os problemas, as dificuldades, nossos desamores de outra forma? E isso serve e vem de encontro ao que a Juliana do blog Escritos Reunidos já vem pregando em seu desafio dos 15 minutos por dia. Não é fácil, muitas vezes a gente peca legal chutando o balde mas vale a pena tentar. Isso também é qualidade de vida.

Abigail se transforma em muitas - venha conferir


Gente agora é pra valer! Recebi o convite oficial do lançamento do livro Abigail: contos que é uma antologia com os textos dos alunos do curso de criação literária que terminou em julho e do qual fiz parte. Já tinha falado aqui num post anterior que não sabia o que estava sentindo a respeito de seu lançamento. Lembram? Esperei tanto, me dediquei ao curso, tive alguns ganhos, muitas decepções, outras constatações e no final, pintou uma baita dúvida com relação ao meu talento para a escrita. Bom, apesar de gostar ainda de escrever, ainda não tenho a absoluta certeza de ter esse talento, ou dom, ou seja lá o que for. Mas ainda sinto um certo comichão para a escrita e assim continuo a tentar. Se um dia vou lançar algo só meu não sei dizer nem estou preocupada com isso. Se ficar somente nos blogs já me sinto satisfeita. O importante pra mim é sempre traduzir em palavras o que vai na minha alma e no meu pensamento. Mas de qualquer forma, aqui está se concretizando uma parcela de um antigo sonho: Abigail é uma realidade e desde já deixo o convite a todos que quiserem comparecer para nos prestigiar e dar aquela força para esses escritores que, assim como eu, se jogaram na arena literária.

sábado, 12 de novembro de 2011

A medida da paixão...e paixão tem medida?

Minha vida é cheia de trilha sonora. Cada momento, uma inspiração, uma melodia pra registrar. Tenho minhas paixões por alguns cantores e compositores que oscilam conforme meu estado de espírito. Quando ouvi pela primeira vez essa canção de Lenine e Dudu Falcão, foi na voz maravilhosa de meu (sei que ele detesta essa designação) muso Pedro Mariano. Já falei em postagens passadas de minha paixão por ele. E não é paixão pelo homem em si mas pelo cantor,por sua voz que a meu ver, é uma das mais (senão) bonitas vozes do cenário musical desde o início da década de 90. Adoro vê-lo no palco soltando sua voz, se emocionando de formas diferenciadas em cada uma delas. Acredito que é onde ele mais se sinta à vontade. Muito bem. Falei demais dele e agora, volto para a canção em sí. A música foi tema da personagem de Tania Kalil senão me engano, na novela Senhora do destino. Desde a primeira vez que a ouvi, fiquei tomada por uma forte emoção. A interpretação e a voz de Pedro estão perfeitas. Não coanso de ouví-la. Uma música que fala da perda de um amor, da trsteza que nos assola quando isso acontece, da solidão que fica. Como uma boa romântica que sou, é claro que adoro sofrer por amor. Tá rindo é? Mas é verdade! Se tivesse nascido no período ultraromântico, não teria passado dos 21 anos que era a base de todo grande romântico viver e morrer por um grande amor. Seja ele verdadeiro ou imaginário como foi o caso de Álvares de Azevedo. Voltando a canção, anos depois de ouvir com o Pedro Mariano, fui a um show de Lenine e ouvi ele cantando sua própria canção. Saí do show maravilhada, abestada! Ao comprar o DVD do acústico de Lenine, vejo-o cantando essa música com o convidado especial, o cantor e baixista de Camarões Richard Bona. Não preciso nem dizer que fiquei com um baita nó na garganta de tanta emoção. Caraca! A música quando bonita, é bonita em qualquer gravação e interpretação! Gostei tanto da interpretação não de dois mas, dos três - inclusive, Richard Bona canta sua parte num francês camaronês divino que só deixou a música ainda mais linda então decidi mostrar os vídeos deles cantando. Aí, você decide quem canta melhor ou assim como eu, optar pelos dois (três). Maravilha!!!!!!! E sigo em frente ouvindo em meu MP3 não cansando nunca dessa canção. Presta atenção na letra primorosa de Lenine/Dudu Falcão:

A medida da paixão

É como se a gente
Não soubesse
Prá que lado foi a vida
Por que tanta solidão?
E não é a dor
Que me entristece
É não ter uma saída
Nem medida na paixão...


Foi!
O amor se foi perdido
Foi tão distraído
Que nem me avisou
Foi!
O amor se foi calado
Tão desesperado
Que me machucou...


É como se a gente
Pressentisse
Tudo que o amor não disse
Diz agora essa aflição
E ficou o cheiro pelo ar
Ficou o medo de ficar
Vazio demais meu coração...


Foi!
O amor se foi perdido
Foi tão distraído
Que nem me avisou
Nem me avisou!
Foi!
O amor se foi calado
Tão desesperado
Que me maltratou...





quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Uma atitude não tão simples assim

Foi o que percebi ontem ao sair do trabalho e dar cabo da minha participação no BookCrossing Blogueiro. Tinha prometido a mim mesma que deixaria o livro em qualquer lugar da av.Paulista. Andei por ela observei os lugares e nenhum dava jeito de eu deixar. Ou imaginava que o local não era legal, ou observava as pessoas e achava que elas não dariam a importância necessária ao livro deixado. Ou simplesmente o livro não desgrudava de meu abraço. Estávamos resistentes à separação. Pode isso? Acabei tomando o metrô e rumei para minha casa. No caminho, dentro do vagão, olhava para todos os lados e pessoas presentes e achava que ninguém ali teria interesse num livro. Como costuma dizer meu sobrinho: Tennnnnsssssssssoooooo!!!
Desci na estação Pinheiros e pensei em deixar por lá. Nada do livro sair de minhas mãos. Cheguei a estação de Osasco que é meu destino. Saio dela ainda com o livro na mão e em poucos minutos entro no shopping próximo dali. Penso comigo: Vou deixar o livro na cafeteria ou em qualquer banco daqui. Chego a sentar num banco de um dos corredores e repouso o livro. Fico alguns segundos ali e decido levantar e ir pra casa. Dou alguns passos e olho para trás. Não consigo me desvencilhar dele. Que droga! retorno e pego-o de volta e vejo que uma mocinha da loja em frente estava me olhando como se fosse alguma maluca. Rodo, rodo e acabo saindo do shopping. Até que me lembro de um local que tem tudo a ver com o livro. A caminho de casa, tem uma biblioteca municipal e ao lado, uma escola de artes que fica num espaço verde com bancos e tem sempre uma moçada bonita e antenada por lá.
Está decidido: agora eu cumpro com minha missão. E assim, resoluta, sigo para a escola de artes. Lá chegando com a tarde ainda clara e um sol já se esmaecendo, entro nas dependências e logo de cara vejo vários grupos de jovens conversando próximo nos bancos. Aproximo, sento em um dos bancos vazios ao lado deles e após alguns minutos levanto e displicentemente deixo "esquecido" aquele livro. Saí dali com uma sensação muito gostosa de dever cumprido e a certeza de que ele será adotado por alguém que terá o maior carinho e cuidado com ele. Hoje pela manhã, ao passar por lá olhei o banco e vendo-o vazio me vi tomada de uma alegria que há muito não sentia. É isso gente. Não basta querermos nos desvencilhar do livro. Na realidade ele nos orienta por onde devemos deixá-lo.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

E os livros seguem seu destino



No atraso mas ainda no prazo. Vou participar do 3º BookCrossing Blogueiro. Já escolhi meu livro que deixarei nas redondezas da av. Paulista. É bem legal essa corrente pela disseminação da leitura que percorre o mundo todo. Escolher um livro, deixar um recado avisando para a pessoa que o encontrar ler, cuidar do livro e deixar em outra localidade pública para que outra pessoa o encontre e assim seguir o curso. Cheguei a participar de um movimento desses sem a preocupação de avisar quem o encontrasse para ler e passar adiante. Mas agora quero fazer direitinho e já estou bolando o texto que deixarei dentro do livro. A Luma do blog Luz de Luma é que está falando mais detalhadamente sobre o movimento. Portanto quem quiser fazer parte acesse sua página e escolha seu livro já.
O livro escolhido por mim é Amor em Terra de Chamas, da escritora Jean Sasson autora de Princesa e outros títulos bem legais que sempre fazem um apanhado da condição da mulher em vários países pelo mundo. Nesse livro, ela aborda a vida da corajosa Joana do Curdistão e sua luta contra a opressão de Sadam Hussein. Muito legal sua história de vida.
Amanhã faço uma postagem com fotos de onde deixei e falarei um pouco mais sobre ele.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Descobrindo-se

A Juliana do blog Escritos Reunidos fez a provocação: Qual é a sua maior qualidade? E isso ficou em minha mente cutucando por um bom tempo. Já tinha escrito a ela sobre isso. Sou de uma geração - ou talvez deva dizer de uma formação - em que os pais não se importavam muito com a construção da autoestima dos filhos. Veja bem: não faço aqui uma crítica aos nossos pais mas vamos ser sinceros, as gerações ao qual eles pertencem não foram também trabalhados nesse quesito logo, não se preocuparam também em passar a seus filhos essa preocupação. E isso vai passando de pai para filho e assim temos toda uma população de pessoas sem autoestima. E isso se reflete nas mínimas atitudes. No cotidiano mesmo. E assim, mesmo que lá no fundo eu saiba que tenha não uma, mas muitas qualidades, torna-se até difícil trazê-las à tona. Eu mesma sei que trago várias qualidades em minha pessoa mas quando paro pra pensar vem sempre o que de pior tenho: insegurança, medo, ciúmes, teimosia e por aí vai. Mas uma coisa posso dizer com toda a segurança: se tem uma qualidade que é muito forte na minha pessoa essa qualidade é o sentimento de solidariedade. Tenho um quê maternal que faz de mim uma grande "cuidadora". Gosto de demonstrar carinho, fazer afagos, ter atitudes cuidadoras mesmo. Me dá grande prazer fazer o outro feliz, se sentir bem. Outra qualidade que vem atrelada a essa é saber escutar o outro. Sou uma ótima ouvinte e talvez por isso mesmo sou bastante requisitada na família e entre os amigos e conhecidos. Mas como tudo na vida tem um preço, o meu é ter um grande desgaste físico e emocional afinal nessa de ficar se doando tanto aos outros, acabo sem energias. E outro preço que pago é que dificilmente encontro alguém disposto realmente a me ouvir quando preciso e isso algumas vezes me entristece. Mas logo me refaço e mando bola pra frente. Olha só! Outra qualidade aparecendo: a facilidade de tocar a vida pra frente também é uma qualidade. Não é não? E assim, de qualidade em qualidade vou descortinando uma Roseli que na maioria das vezes fica lá no fundo do pântano escondidinha, bem quieta e constato que também sou um ser com uma diversidade e uma riqueza de personalidade que ainda desconheço. E você? Já se conhece? Já teve a felicidade de se ver como realmente é e ficar feliz com o que vê? Essa deve ser uma descoberta diária para todos. Procurar fazer um autoconhecimento, ficar mais ciente de sí. Estou ainda muito longe disso mas já ando a procura de mim mesma. E essa busca é muito boa! Juliana, obrigada por me lembrar disso hoje!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Desafio "15 minutos todo dia" - Dia 4

(Imagem retirada do Google Imagem que faz parte do blog Prefácio )

Meu desafio de hoje é iniciar o planejamento de uma viagem que desejo muito fazer em minhas férias em julho do ano que vem. Em 2006 aconteceu algo que para mim foi inusitado: viajar para Portugal. Sempre gostei de viajar mas nunca havia pensado em conhecer esse país. Aconteceu tudo tão rápido que nem deu muito tempo para se pensar. A princípio foi para ser uma viagem para participar de um congresso da minha área. Mas como seria no mês em que tiro férias, aproveitei e decidi ficar para conhecer melhor esse país. Fiquei vinte e cinco dias passeando, explorando Lisboa, Coimbra, Porto, Braga e me encantei com tudo que lá vi. Voltei com gosto de quero mais. Os anos passaram e já estava achando que essa volta seria praticamente impossível de acontecer. Até que na semana passada um amigo meu, que na época também viajou comigo pra lá, disse-me que foi convidado a participar de um outro congresso que será novamente lá, em Lisboa. E sorrindo perguntou-me se não topava ir também. Desde então não tenho pensado em outra coisa.
Minha meta desde então será todo dia tirar esses quinze minutos ou mais para me dedicar a planejar, fazer pesquisas de preços de viagem e hospedagem e, claro, me programar financeiramente para que dê certo essa viagem vingar. Viajar é uma das melhores coisas que aprendi na vida. A gente se diverte, aprende coisas novas, conhece outras culturas, faz novas amizades e traz na bagagem além das famosas lembrancinhas, momentos que eternizamos em fotografias e também na alma. Deixo então aqui minha dica: faça planos, bote no papel, crie roteiros de viagem e ponha o pé na estrada pois isso nos impulsiona a sair da rotina, espairecer da correria do dia a dia e quando retornamos, voltamos com a alma leve e pronta pra mais um ano de trabalho.
Esse texto faz parte da blogagem promovida pelo blog Escritos Reunidos da Juliana
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Desafio "15 minutos todo dia" - Dia 3


Sempre tive comigo que o pensamento nos leva longe. Talvez até por isso sempre viajei e muito na minha imaginação. Mas foi somente depois de adulta que comecei a ler e a buscar informações sobre o poder da mente e seus benefícios. Gosto do tema e costumo ler sempre revistas e artigos sobre neurociência. Por outro lado, apesar de gostar e muito desse lado científico, também tenho um lado místico e espiritualista que sempre buscou respostas para inúmeras questões dessa vida e talvez de outras. Creio no poder do pensamento bem direcionado e isso inclui as preces e orações. Toda essa introdução é para dizer que tirei o dia de hoje para ficar em constante mentalização benéfica por uma pessoa que amo muito. Quero o melhor para ela e, se depender de mim, ela será sempre feliz e realizará tudo o que almejar. Mas tenho consciência de que na vida as coisas não seguem sempre como queremos. De qualquer forma, vibrar, mentalizar, meditar sobre algo bom, positivo seja direcionado a uma só pessoa ou a toda a humanidade, sempre será algo que nos retorna como bônus de prazer e satisfação pessoal. E como topei o desafio dos 15 minutos, esse foi meu lema para o dia de hoje. Ontem, mentalizei e homenagiei os que já partiram. Hoje, tirei o dia para me dedicar de corpo e alma a essa pessoa linda que tanto amo. E se o amor faz milagres, sei que o meu já está garantido. Desde já sinto-me irradiando amor puro, pleno e sei que seus raios estão chegando ao objetivo traçado que é envolver, amparar e dar forças. Se todos, independente da crença religiosa que segue, tirar alguns minutos por dia para fazer esse momento de vibração e doação de seu amor por aqueles que amam e necessitam de ajuda, faremos desse mundo um lugar bem melhor para se viver. Isso é atitude. Isso é amor. E doação de amor é o que nosso planeta mais necessita nesse momento.
Esse texto faz parte da blogagem promovida pelo blog Escritos Reunidos da Juliana.
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