sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Me arranjem uma passagem só de ida para Marte!
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Uma química e tanto!
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Vergonha que não passa
Nunca fui de me ligar a política e seus percalços. Na epoca em que estudava, sempre discutia de forma amigável com um professor de sociologia que amava política. Tínhamos altas discussões pois nunca tive simpatia pelo partido PT e ele era apaixonado e ativista desse partido. Sempre tive comigo que os coligados eram muito radicais em suas posturas e como não radicalizo em nada, procurava distância. Até mesmo porque, sempre detestei discutir temas polêmicos tais como religião, futebol, política. Cada qual sempre quer ter sua razão na frente e eu prefiro ter a minha e ponto. A cada dia que passa, fico mais e mais incomodada pois pressinto um ar de déjà vu no ar. E é um péssimo e fétido ar, esse, que permeia todo o pais durante essa campanha eleitoral. O partido dos trabalhadores, nunca teve chance no poder. E na primeira chance, bota tudo a perder e o pior, o grosso da população não se dá conta do que se passa. Corrupção, desrespeito pelo povo que os colocou no poder, irresponsabilidade e tantas sandices que tem transformado o país - como já dizia nosso poeta Cazuza - num puteiro. O pior de tudo é que não somente o PT mas os demais partidos também se encontram na mesma linha de raciocínio: vamos vender a alma ao Diabo e ver no que dá. E isso, infelizmente inclui os políticos ditos "evangélicos". Esses então, já venderam suas almas faz é tempo! Não digo aqui que estou generalizando e botando todos no mesmo saco. No entanto, está cada dia mais difícil acreditar na palavra de um político. Difícil salvar algum! Se vivêssemos na epoca de Dante e ele voltasse a sonhar, encontraria o inferno lotado de políticos nossos enchendo seus falsos bolsos de merda achando que estão angariando moedas de ouro. Se bobeasse, Dante Alighieri nem teria a chance de adentrar o Inferno devido ao excesso de lotação. Muitos safados, corruptos, ladrões do colarinho branco estariam disputando a tapa, um micro espaço naquele solo quente. E se o nosso poeta maior já ficou escandalizado com o que presenciou lá, em Florença, imagine ele vivenciando o que nós atualmente vemos na cara dura pela TV? É... o tempo passa, algumas coisas evoluem no entanto, nossa política continua cada dia mais retrógrada e confesso que ando muito envergonhada com o quadro que vejo. Onde iremos parar? Tenho até medo de pensar. Não sou pessimista mas com o andar dessa carruagem, sei não.
Por enquanto não me conquistou
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
A Bela e a Fera
No passado cheguei até a fazer tratamento para amenizar a tal da TPM. Costumava ser bem punk as coisas nessa fase. Melhorei mas parece que,com o passar dos anos, as crises vão se modificando. Antes, ficava irada, irritada. Hoje em dia costumo ficar melancólica, depressiva e choro por qualquer coisa feito uma boba. Credo! Um horror! Logo eu que detesto choro, detesto aguentar pessoas choronas, agora sou a própria. Ontem, passei um dia pra lá de chato porque estava nessa situação. De hora em hora, me vinha a tal da vontade absurda de chorar. E lá ia eu me ocupar com pensamentos alegres pra ver se conseguia afugentar a tristeza que insistia em se manifestar. No final do dia, ao sair do trabalho decidi que precisava urgentemente de um "agrado". Sabem o que fiz? Me mandei para um shopping e resolvi fazer compras! Faz um tempinho que já vinha ensaiando de repor minhas lingeries e não deu outra. Pensei: quer agrado melhor do que comprar lingeries novas? E lá fui eu para minha loja preferida! Fiz a festa. Minha e da vendedora que abriu um sorriso de lado a lado ao se despedir de mim na porta. A louca que vos fala foi só pegando e dizendo: Quero essa! Quero essa! E mais essa! E essa outra também e...quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Emoções sempre em pauta
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Cenas de meu diário - Blogagem Coletiva
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Blogagem Coletiva 6ª Fase: Ressonâncias
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Novo texto meu no Coletivo Claraboia
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Resgatando um talento esquecido
Ao lugar onde essa angustia se desfaz
E o veneno e a solidão mudam de cor
Vai indo amor
Vai recupera a paz perdida e as ilusões,
não espera vir a vida às tuas mãos
Faz em fera a flor ferida e vai lutar
Pro amor voltar
Vai faz de um corpo de mulher estrada e sol
Te faz aman...te Faz meu peito errante
Acreditar que amanheceu
Vai corpo inteiro mergulhar no teu amor
Nesse momen...to vai ser teu momento
O mundo inteiro vai ser teu, teu, teu'
No final de semana, fazendo a faxina dos CDs, tive um adorável encontro com o passado. Passado esse, diga-se de passagem, que não vivi. Pelo menos não intensamente como os adultos. Afinal, quando esse cantor fez sucesso, ainda era criança e nem me dava conta do mundo que me rodeava.
Como minha casa sempre foi muito musical pois meus pais sempre gostaram de música, tive a grata formação musical com boas músicas. Lá em casa sempre circularam boleros, cantores da MPB de primeiro quilate como Nelson Gonçalves, Angela Maria, Noel Rosa, Pixinguinha, Elisete Cardoso, Elis Regina. E, na epoca em que era criança, em meados de 68/76, ouvia muito os cantores que estouravam nas rádios: Roberto Carlos, aliás, assistia sempre os programas da tarde com ele e os demais cantores da Jovem Guarda. Era apaixonada pelo belo príncipe Ronnie Von! Mas, tem um cantor/compositor que ouvia muito e que, mesmo não entendendo muito o auê em torno dele, amava ouvir suas canções. E amava sua voz! Vim a saber sobre ele bem mais tarde, quando já adulta. Sua vida, suas demais canções, sua perseguição e exílio no exterior durante a ditadura militar. Estão me acompanhando o raciocínio no texto? Leram a frase primeira que inicia? Reconhece de quem é? Não? Você não é dessa epoca? Sem problemas.
Fiz toda essa vasta introdução para falar de um compositor e cantor que amo: Taiguara. Hoje em dia, quando falo sobre ele, muitas pessoas fazem cara de interrogação pois nunca ouviram falar. Natural já que ele foi uma das grandes vítimas da ditadura militar nos anos 60/70. Como muitos, foi relegado ao esquecimento. Mas seu talento, sua voz, sua sensibilidade se mantiveram intactos para muitos que o conheceram. Ao limpar o CD que tenho com seus grandes sucessos, coloquei para rodar e voltei no tempo ouvindo suas belas canções de amor. Ao colocar o outro CD que tenho, já pude vislumbrar um outro Taiguara. Passei a conhecer o cantor dos grandes festivais e seu lado mais politizado. O que o levou a perseguição da ditadura militar. Muito interessante vasculhar e procurar saber como as coisas funcionavam realmente naquele período negro em que o país mergulhou. E agora a pouco, voltando do almoço e entrando no Face, me deparei com uma postagem do escritor Ricardo Ramos Filho justamente falando de Taiguara. Me bateu um saudosismo bom e uma vontade absurda de falar dele. Não deu outra, fui até o Youtube, pesquisei sobre ele e veio vários vídeos com suas canções. Por isso, me deu uma vontade louca em compartilhar com vocês por aqui um vídeo e falar um pouco desse talentoso compositor que partiu tão jovem. É minha forma de homenageá-lo e resgatar um pouco da boa música brasileira que anda tão em falta nas rádios.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Chuva, cai!!!!!!!!
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Confissão

Eu, já o contrário de você, me apaixonei inúmeras vezes na vida, amei também e não tive problemas em demonstrar. Quebrei a cara. Chorei, berrei, amaldiçoei. Lavei minh’alma e com o tempo, me reergui pronta para uma nova experiência. Sei lá, na minha concepção de vida, isso faz parte da nossa vivência, faz parte do romance de vida que escrevo. Não quero deixar uma página em branco por isso não descarto tais experiências. Também não estou afirmando aqui que, por ser assim, sou melhor que você. Não meu querido! Não mesmo! Aprendi muito com você. Acredite! Da mesma forma que espero que tenha aprendido algo de bom comigo. Conviver é isso. Troca de experiências, vivências...É assim que crescemos. Por isso o ser humano vive em grupos. Para nos aperfeiçoarmos.
Rio sozinha olhando para fora. O céu continua cada vez mais cinza. Acho que vai chover.
Meu Deus! Olha só eu bancando a filósofa de boteco! Meu riso continua sem parar passando do riso de Monalisa para uma gargalhada escrachada que chama a atenção de todos por perto. Rio tanto, que meus olhos se enchem d’água transformando-se num risochoro sem fim.
As pessoas me olham com o canto do olho, fazem sinais umas para as outras e pouco a pouco, saem de perto. É constrangedor, eu sei. Mas não consigo parar. Rio e choro ao mesmo tempo. E sua imagem continua nítida à minha frente. Sério, enigmático. Nunca sei o que se passa por sua cabeça. Nunca saberei. Isso, agora eu sei. No meio de toda essa catarse em que me encontro, vem a minha mente um livro que li há tempos e que muito me emocionou. Um livro da escritora portuguesa Inês Pedrosa. E nunca, seu título se encaixou tão bem quanto agora:
Fazes-me falta.















