Apesar de estar um pouco atarefada não consigo ficar de fora quando o assunto é livro. No ano passado, já participei do Meme Literário no mês de outubro promovido pelo blog
Happy Batatinha
Começou ontem mas não tive como postar pois aqui no colégio onde trabalho está uma loucura! Semana de recuperação já viu né? Mas vamos ao que interessa:
Dia 01 - Que livro você está lendo?
Falarei rapidamente sobre o livro que estou lendo. Ou melhor: os livros.
Cinquenta Tons de Cinza de E. L. James
, o livro do momento, decidi ler porque
minha prima comprou, leu e deixou em casa para eu ler. Com todo esse
marketing em torno dele, resolvi conferir a história.
Sinopse: Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey,
descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador.
Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da
enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele.
Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito
independente de Ana, Grey admite que também a deseja.
Vou Chamar a Polícia: e outras histórias de terapia e literatura, de Irvin D. Yalom,
Sinopse: Em Vou chamar a polícia, Irvin Yalom apresenta os bastidores de seu
processo criativo. Ele descreve a construção da trama que resultou no
célebre Quando Nietzsche chorou, revela quem foi o psicanalista que o
inspirou à discussão dos desafios da terapia em Mentiras no divã e conta
como a literatura pode desatar impasses provocados por pacientes
desconfiados da psicoterapia.
Nessa coletânea de textos inéditos e brilhantes, o autor amplia a
discussão sobre a postura do terapeuta, sua transparência, a exposição
de seus sentimentos, os limites de seu envolvimento com o paciente e os
benefícios da análise. Irvin Yalom enriquece a compreensão da nossa vida
psíquica.
Céu de Origamis, de Luiz Alfredo Garcia-Roza.
Sinopse: Cecília é uma secretária competente. Depois que seu patrão sai do
consultório dentário ela guarda todo o equipamento, desliga os
aparelhos, tranca a porta e vai embora. Doutor Marcos é um homem
tranquilo, e o trabalho com ele é sem sobressaltos. Hoje ele e a mulher
vão jantar em casa de amigos. Fato raro, pensa a secretária. Em geral,
doutor Marcos e a mulher ficam em casa. Estranho, para um casal jovem
como eles...
Cecília gosta de trabalhar no consultório. Tudo é sempre tão
perfeitamente previsível que Cecília jamais poderia imaginar que no dia
seguinte receberia a visita da polícia em busca de informações sobre seu
patrão. Na véspera, doutor Marcos desaparecera sem deixar sinal. Não
havia registro de acidentes de trânsito nem de nenhum tipo de ocorrência
policial. Só que ele simplesmente não chegara em casa.
E, como se não bastasse, havia um detalhe absurdo: o carro de doutor
Marcos estava estacionado exatamente onde deveria estar, em sua vaga na
garagem do prédio onde morava. O que teria acontecido com doutor Marcos?
Sobre ele, Cecília explicaria a Espinosa: "Sempre foi atencioso e
gentil, nunca alterou a voz, nunca reclamou com mau humor de alguma
coisa. Ele parece irreal".
Dia 02 - Qual foi o último livro que leu e qual será o próximo?
Diário das quatro estações: escrevendo pretéritos, de
Lunna Guedes.
Esse livro é parte integrante do projeto “
Diário das Quatro Estações” e foi lançado no dia 25 de agosto de 2012 em São Paulo – na Biblioteca Alceu Amoroso Lima.Nele, Lunna descreve através de suas percepções, vivências do passado. Um livro tocante, íntimo, no qual muitas vezes nos identificamos.
Sinopse: Quando comecei a escrever a terceira edição do “diário das quatro
estações”, percebi que certas lembranças me escapavam, ao mesmo tempo
que outras saltavam por cima de mim e então pensei “a memória é um
segredo sempre a colapsar“…
Então tomei nota mentalmente daquela certeza e pensei “tudo que eu olho,
toco, sinto. Tudo que eu sei, recordo é apenas meu, mas talvez possa
ser de outro se eu escrever” e foi o que eu fiz, passei a “escrever
pretéritos” meus para serem de outros…
O próximo livro que pretendo ler (isso se não mudar de ideia) é
O espírito da prosa: uma autobiografia literária, de Cristovão Tezza.
Sinopse: Com marcantes passagens autobiográficas, Tezza, em um ensaio não
acadêmico, investiga a sua formação de escritor e o que eu fazia a
cabeça de sua
geração, nos tumultuados e transformadores anos 60 e 70. Ela examina o
impacto de certos autores na sua visão literária, o imaginário utópico
daquele
tempo, o peso da influencia acadêmica do Ideário estético dos anos
pré-internet, e suas consequências na prosa brasileira. Enfrentando as
variáveis
existenciais que marcaram sua vida, Tezza mergulha no processo de
criação, tentando responder a pergunta que muitos leitores e aspirantes e
escritores se fazem: o que leva alguém a escrever?