segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Mergulhei nesse oceano e cheguei ao final do caminho


Emocionante! Foi a palavra que me veio à cabeça assim que terminei o último capítulo do novo livro do autor britânico Neil Gaiman, O Oceano no Fim do Caminho. Sendo fã desse autor desde que li pela primeira vez Sandman, e de lá para cá só alegria e muita emoção ao ler seus livros: Os filhos de Anansi, Belas maldições, Stardust, Coraline.

Quando soube de seu mais recente lançamento, não via a hora do livro chegar à biblioteca. Queria ser a primeira a ler. E fui. E amei! E vibrei! E sofri todas as agruras do personagem principal. Isso é o que chamo de boa, brava, estupenda literatura. A que nos pega pelas mãos e nos proporciona aventuras jamais vividas no mundo real. E que mesmo no mundo da fantasia nos obriga a reflexões profundas sobre nosso ser, nossa conduta, nossa existência. Não falarei mais para não estragar a leitura. Só digo que mais uma vez, Gaiman me surpreendeu e me fez muito feliz. É a dica de leitura de hoje.


Sinopse: 
Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos. Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino. Ele sabia que os adultos não conseguiriam — e não deveriam — compreender os eventos que se desdobravam tão perto de casa. Sua família, ingenuamente envolvida e usada na batalha, estava em perigo, e somente o menino era capaz de perceber isso. A responsabilidade inescapável de defender seus entes queridos fez com que ele recorresse à única salvação possível: as três mulheres que moravam no fim do caminho. O lugar onde ele viu seu primeiro oceano.

Um comentário:

Georgia Aegerter disse...

Já te disse que ler é a melhor diversao, rs.

Bjos querida e uma linda semana