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Mostrando postagens com o rótulo Escritores norte-americanos

Quando as estrelas anunciam que nem tudo acabou

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Em 2012 quando esse livro foi publicado, não dei importância. Passou um tempo e comecei a ler muita coisa a respeito dele. Todas positivas. Indiquei para a biblioteca onde trabalho comprar. Em pouco tempo tornou-se um dos livros mais solicitados. Todas as pessoas que pegam, devolvem olhando o livro com certo ar de saudade antecipada. Outro dia, uma garota do 8º ano, ao devolver o livro estava com uma expressão estranha então perguntei se não tinha gostado. Ela ficava olhando para o livro e não conseguia me responder. Uma amiguinha a abraçou e disse: - Tia, ela amou tanto que não consegue nem falar de tanta emoção. Você já leu? - Não, ainda não. - Então leia. Vai entender. É lindo demais tia!. E as duas saíram da biblioteca chorando. Fiquei pasma e segui meu dia. Cada vez que devolviam o danado do livro, mais emoção. Certa vez, uma professora pegou emprestado, curiosa por ver as suas alunas comentando tanto sobre ele. Quando devolveu, disse: - Roseli, já leu ele? - Ainda não...

Mergulhando numa viagem a uma Paris que não existe mais

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Desde que comecei a trabalhar em biblioteca - isso lá pelos idos do ano de 1991 - que tenho anotado alguns nomes de escritores que pretendo um dia ler. Já trago anotado os nomes de Marguerite Yourcenar, Simone de Beauvoir, Albert Camus, Jane Austen e, entre tantos outros nomes de escritores nacionais e estrangeiros, encontrava-se o nome de Ernest Hemingway. Várias e várias vezes passando pelo corredor onde se encontram depositados os livros de literatura norte-americana, meus olhos passeavam pelos livros desse autor. De alguma forma eles me chamavam a atenção mas decidi que leria lá na frente, quem sabe no dia em que me aposentar. Bom, ainda não me aposentei mas por uma dessas coincidências do destino, um livro dele me caiu nas mãos e não tive dúvida: na volta para casa resolvi iniciar a leitura dele. E só terminei hoje pela manhã vindo ao trabalho. Foi uma experiência tão prazerosa que pensei: Por que não li isso antes? E ao mesmo tempo em que faço a pergunta já tasco logo uma re...

Cara a cara com os fantasmas

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Terminei de ler a série A Mediadora, escrita pela já consagrada autora Meg Cabot sob o pseudônimo de Jenny Carroll. Fazia um bom tempo que não me divertia tanto ao ler um livro. A pegada humorística de Meg Cabot é na medida certa e os personagens são engraçados e verdadeiros, logo, a gente se identifica e não tem como não gostar. Suzannah Simon, garota de apenas 16 anos que tem o dom de enxergar os mortos, conversar e auxiliar a resolver seus problemas para que possam seguir adiante, é uma jovem como tantas de sua idade. Com as mesmas encucações, medos, conflitos além de ter de lidar secretamente com essa peculiaridade que bem poucos entenderiam. Meg Cabot soube desenvolver personagens adolescentes de forma bem realista e divertida mostrando os diversos estereótipos: as patricinhas que existem em todos os colégios espalhados pelo mundo, os rapazes atletas bonitos, musculosos e sem nenhum cérebro, os nerds estudiosos e discriminados pelo resto da classe etc. Muitas emoções são expostas,...

Morre J. D. Salinger

(Notícia retirada do Publishnews, 29/01/2010) O escritor J. D. Salinger, autor de O apanhador no campo de centeio, morreu aos 91 anos em sua casa no Estado de New Hampshire, nordeste dos EUA. Salinger já foi considerado o mais importante autor americano pós-Segunda Guerra, entretanto ele se tornou avesso à fama, o que por ironia o tornou ainda mais famoso. O apanhador no campo de centeio é considerado mais do que um cult da literatura universal, um emblema de uma geração. O assassino de John Lennon, Mark Chapman, carregava um exemplar no bolso e pediu um autógrafo do ex-Beatle nele, quando atirou contra Lennon, em 1980. Depois, disse que a explicação para o que tinha feito estava nas páginas do livro. No Brasil, o livro é publicado pela Editora do Autor, que no ano passado lançou uma caixa com os três principais livros de Salinger. Além de sua obra-prima, incluia o volume de contos Nove estórias (1953) e uma novela entitulada Franny & Zooey (1961).