Quando o desencanto bate à nossa porta
(Imagem retirada do blogue Reflexos da alma ) Quando mais jovem não entendia o porque das pessoas caírem de amor um pelo outro, namorarem feito dois grudes, casarem com a estampa da felicidade nos semblantes e dali um tempo terminarem a relação banhados até a alma em rancor e mágoa. Achava isso bem estranho! Como que duas pessoas que se atraem física, intelectualmente e espiritualmente pode, de uma hora pra outra , adquirirem uma aversão absurda uma pela outra? Observei diversos casos na minha própria família. Durante um bom tempo pensei comigo: Não quero isso pra mim! E foquei toda minha atenção e energia em meus estudos e profissão. Mas dificilmente alguém passa por essa vida sem se apaixonar por alguém. E chegou minha vez. Meu primeiro amor foi lindo de início. Como todos. Achava-o maravilhoso! Seu sorriso cativante, seu olhar de um verde que me transportava a um universo sem fim. Era muito jovem e sem experiência alguma. Aquele sentimento crescia dia a d...