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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Como vou adornar minha árvore de Natal: VII Interação Fraterna de Natal


Mais uma vez recebi o carinhoso convite de Roselia Bezerra, do blog Espiritual-Idade para participar da VII Interação Fraterna de Natal. O tema: Como vou adornar minha árvore de Natal.

Termino o ano de 2016 num misto de alegria pelas muitas conquistas que obtive mas também com o coração apertado pelas perdas. Inclusive uma bem recente de alguém que foi marcante em toda minha vida. Devido a sua doença progredindo de forma galopante, minha família nem entrou no clima natalino. Nem ao menos montamos a nossa tão adorada árvore de Natal.
No entanto, após lágrimas pela despedida, vejo-me renovando as forças, a alegria, a fé no amanhã. E esse convite só veio reforçar meu desejo de "volta por cima" que muitos traduzem pela palavra que também acho forte e bonita "Resiliência".
Sei que sou resiliente e que, assim como a Fênix da mitologia, morro e me renovo sempre. E volto mais forte também.
Resolvi que mesmo estando em cima da hora, final de semana vou montar minha árvore de Natal.
Vou fincá-la no solo fortificado do coração. Enfeitá-la com pitadas de coragem, fios de ouro de riqueza interior, distribuirei laços vermelhos de amor, iluminarei toda ela com a luz da sabedoria e lá no alto, a estrela guia que simboliza a expansão de todos nós quando alcançamos a plenitude do aprendizado, da tolerância, do respeito ao nosso próximo. Vou mentalizar ela inteirinha reluzente chamando a todos para que se aproximem dela no intuito de captar sua energia boa. Ah! Esquecia-me do principal: a minha árvore será branca por simbolizar a paz que desejo para mim e para toda a humanidade. Estamos carentes de paz.

(imagem: Pinterest)

Roselia, obrigada por mais um ano estender seu convite para essa interação entre as blogueiras.
Desejo a você e sua família, a todas as blogueiras que fazem parte dessa interação, um Natal abençoado e cheio de amor entre todos. Lembrar que a união familiar, o amor, o carinho se faça alimento obrigatório nas mesas de todos. E não somente nessa data mas o ano inteiro.


FELIZ NATAL!!
(Essas peças estilizadas estão no meu apê. Feitos por minha irmã. Adorei!)

quinta-feira, 16 de abril de 2015

10ª Edição Bookcrossing Blogueiro - Vamos libertar mais livros?


Para esse evento de abril fiquei pensando, pensando como faria minhas libertações dos livros...
Queria muito fazer diferente do que simplesmente deixá-los em bancos de praças públicas etc.
Até que chegou a mim através das redes sociais, um projeto que me agradou muito até mesmo porque, utilizo transportes públicos e adoro ver as pessoas envolvidas em suas leituras durante o trajeto. Eu mesma, ando sempre com um livro nas mãos e sempre que posso - e não durmo -, leio um livro. Isso faz o trajeto ficar mais leve, divertido, menos estressante e ainda ganho em conhecimento e cultura.
Apesar de ainda se pregar aos quatro cantos que o brasileiro não lê, discordo. Também não sou ingênua de achar que a população está culta, evoluída e que ler, passou a ser item de primeira necessidade em todas as famílias. Estamos ainda bem longe disso. No entanto, eu que circulo bastante, observo cada vez mais pessoas absorvidas na leitura em metrôs, ônibus, trem, em pontos de ônibus, nas cafeterias e praças públicas.
Ainda temos um longo caminho a percorrer. O hábito - ou melhor dizendo - o prazer da leitura ainda é uma ação tímida numa sociedade que não teve a cultura de ler desde cedo.
O país também é imenso e sei que saindo do eixo Rio/São Paulo e regiões do sul, o resto do país ainda se encontra envolta numa bruma de semi-analfabetismo e descaso total com a educação, a leitura e cultura no geral. Temos um trabalho hercúleo pela frente para mudar esse quadro.
Mas, como boa formiguinha que sou, vou trabalhando aos poucos, devagar e sempre e junto de pessoas com o mesmo pensamento e ideal, vamos fazendo o diferencial.

Voltando ao projeto nos transportes, conheci através das redes sociais, Luis Fernando Tremonti, um jovem  de 26 anos que abraçou a causa de divulgar e incentivar a leitura nos transportes públicos dando o nome a seu projeto de Leitura no Vagão. 
Segundo ele, já estava cansado de ver pessoas entretidas com o celular ao invés de ler um bom livro. E, após ouvir de amigos que gostavam de ler mas nunca tinham tempo, veio-lhe a ideia de criar esse projeto. Pouco a pouco ganha adeptos e colaboradores nessa sua tarefa e hoje, podemos dizer que já é um sucesso. Gostei tanto que entrei em contato com ele, expliquei o Bookcrossing Blogueiro e ele adorou a ideia.
Em minha casa tenho livros variados, em ótimo estado e prontinho para seguir sua vida útil nos vagões esperando seu novo dono para ser acariciado, manuseado e lido.
Ainda não marquei dele vir a minha casa para pegar os livros mas assim que marcar sua visita, tirarei fotos para registrar esse encontro. Amando! Amando!Amando!
Para quem desejar conhecer o Fernando e seu projeto, ele tem página no Face e no Twitter 

Para quem aportou por aqui e não entendeu nada, o Bookcrossing Blogueiro foi criado nos moldes do Bookcrossing, um conceito que surgiu nos Estados Unidos, que nada mais é do que deixar livros em praças públicas especificando que ele não está perdido mas sim "libertado" e quem achar, pegue-o, leia e deixe novamente para ser encontrado por outra pessoa e assim, o livro vai de mão em mão sendo livro e cumprindo com sua missão. A blogueira Luma, do blog Luz de Luma, deu a arrancada no Bookcrossimg Blogueiro e hoje, já na sua 10ª edição, é um sucesso no Brasil e fora dele comparticipações de blogueiros em vários estados e países.
Além da alegria em incentivar a leitura, existe a possibilidade de conhecer pessoas com o mesmo raciocínio e vontade de fazer o diferencial.
Gostou da ideia? Quer colaborar? Dá uma olhada abaixo e veja o que pode ser feito:

  • Para participar basta ter um ou mais livros que queira libertar;
  • Escreva um bilhete especificando sua participação e dizendo que ele não se encontra perdido:
  • Escolha um local público e protegido para deixá-lo;
  • Pode também procurar os postos oficiais ;
  • Se tiver um blog, faça uma divulgação do evento, se desejar, poste fotos e fale dos livros libertados;
  • Quem não tiver blog mas mesmo assim desejar participar, publique nas redes sociaisdo evento ou em sua própria página;
  • Página do evento 10ª edição Bookcrossing Blogueiro  ;
  • Escolha um banner para sua divulgação 
E então? Gostou? Vamos participar e tornar a vida de alguém mais alegre com uma boa leitura? Vou adorar ver sua participação. Desapegue, deixe os livros correr mundo e tornar o universo das pessoas mais rico.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Abril chega lembrando que tem Bookcrossing Blogueiro


O tempo passa, o tempo voaaa... E não é que Abril chega nos lembrando de que é agora que acontece mais um evento que adoro participar: Bookcrossing Blogueiro?

Para quem ainda não conhece, esse evento lançado por Luma, do blogue Luz de Luma, yes party promove uma blogagem coletiva para libertar livros em áreas públicas. Já participo há um bom tempo e adoro essa iniciativa que incentiva a leitura. Uma atividade que além de tudo, torna-se uma ciranda de conhecimento entre blogueiros participantes. Muito legal mesmo!
Para quem ainda não conhece, veja os procedimentos:

  • Para participar do Bookcrossing Blogueiro, separe um ou mais livros;
  • Escreva uma dedicatória ou bilhete explicando que o livro não está perdido mas sim, libertado e que, quem o encontrar, leia e liberte-o novamente;
  • Escolher um local público e protegido para deixar o livro;
  • Também pode procurar os Pontos Oficiais do Bookcrossing;
  • Se desejar, faça uma postagem em seu blogue contando qual livro libertou e se quiser, faça uma resenha sobre o livro;
  • Quem não tiver blogue pode participar através das redes sociais, publicando na página do evento ou na própria página
  • Página do evento no Facebook 10ª edição Bookcrossing Blogueiro  ;
  • Para divulgar em seu blogue, escolha um banner
Então é isso. Venha fazer parte dessa brincadeira séria, divertida e cultural. Vamos espalhar livros, leitura e vontade de mudar o cenário em que vivemos. Vamos interagir, conhecer novos blogueiros, reencontrar antigos parceiros e conhecer os livros libertados por aí. Será mais um evento memorável!
Desde já, olhando para minhas estantes no intuito de escolher livros bem legais.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Uma notificação e mais BookCrossing Blogueiro

Sempre pego gosto por essa atividade e como meu armário na biblioteca está lotado de livros, separei mais alguns para libertar.
Só fazendo aqui uma reparação na postagem anterior: infelizmente não pude comparecer domingo ao sarau da Casa Amarela por ter recebido visitas em casa. Cheguei a ficar triste por um lado mas feliz por outro afinal, receber amigos em casa é sempre um prazer. Acabei deixando os livros na região próxima onde trabalho mesmo por questão de praticidade e tempo que anda cada vez mais escasso.
Paciência! Nem sempre dá para se fazer o que quer. De qualquer forma, a missão está cumprida. Em parte!
Agora separei os seguintes títulos:

  • Melancia, de Marian Keyes;
  • De repente, nas profundezas do bosque, de Amós Oz;
  • Depois daquela viagem, de Valéria Piassa Polizzi;
  • Inteligência emocional e a arte de educar nossos filhos, de John Gottman;
  • O inesquecível Glenn Miller e sua orquestra, de George T. Simon



quinta-feira, 17 de abril de 2014

8º Bookcrossing Blogueiro - Primeira libertação


Ontem foi dada a largada para mais um Bookcrossing Blogueiro. Evento promovido pelo blog da Luma e que a cada ano tem sido um sucesso. Libertei o primeiro livro. Escolhi de Sidney Sheldon, Anjo da escuridão. Um super triller repleto de suspense.


Fico muito empolgada sempre com o Bookcrossing Blogueiro pois é um momento em que posso proporcionar livros e leitura a quem encontrar. Como bibliotecária, ando bem decepcionada pois infelizmente vejo bibliotecas - as poucas existentes - sem planos de leitura, sem livros atualizados e bem cuidados, com equipes irregulares (isso quando tem uma) .
O nosso (DES)governo trata as políticas de biblioteca exatamente como trata a educação, a saúde, o transporte, o país. Ou seja, completo descaso com tudo. A lei de implantação de bibliotecas em todas as escolas ficou apenas no papel e as crianças continuam a ser as mais prejudicadas. Mas enfim, faço votos que a situação mude, que a sociedade num geral acorde para as reais necessidades de se levar mais a sério a educação nesse país.
Voltando ao Bookcrossing, ontem a noite após sair do trabalho, me dei de presente uma ida ao cinema. Coisa que sempre gostei e que fazia um tempo que estava afastada. Em parte porque as produções cinematográficas não estavam me chamando muito a atenção. Não curto os filmes mais que previsíveis da decadente Hollywood. Queiram me desculpar os que gostam de pancadaria e excesso de efeitos especiais. Sou pelo cinema arte onde roteiro/direção/atuação é o que importa. Escolhi ir ao Espaço Itaú ver o aclamado filme A grande beleza, de Paolo Sorrentino, filme italiano vencedor do prêmio Oscar de melhor filme estrangeiro. Mas falarei sobre ele numa outra postagem.
Enquanto aguardava a sessão, comprei minha pipoca, meu refrigerante e sentei um pouco para ler e aproveitei pra tirar a foto do livro. Entrei para ver o filme e ao sair deixei sobre uma bancada próximo a um grupo de jovens que conversavam animadamente. Nem olhei pra trás.


Pessoal, nesse feriado prolongado pretendo libertar os demais. Aos poucos vou postando por aqui!
Se ainda não participou está em tempo. Essa blogagem coletiva vai até 23/04.
Venha saber como é e liberte mais livros por aí. Veja aqui

terça-feira, 18 de março de 2014

Abril - mês da 8ª edição do BookCrossing Blogueiro


E chegamos a mais uma edição do BookCrossing Blogueiro! Dessa vez é a 8ª edição. Que delícia de evento. Fico sempre muito contente pois é mais uma oportunidade de libertar mais um dos meus inúmeros livros que ganho e que lotam minha estante. Tenho o maior prazer em participar. 
Para quem ainda não sabe, esse evento foi inspirado no BookCrossing, conceito que surgiu nos Estados Unidos em meados de 2004. A prática de "deixar" um livro em locais públicos caiu no gosto popular e em pouco tempo ganhou o mundo. O BookCrossing Blogueiro, foi uma iniciativa da blogueira Luma, do blog Luz de Luma, yes party! e vem se tornando um sucesso a cada edição. Mais e mais pessoas têm se juntado através dessa blogagem coletiva. E o mais legal, na minha opinião, é que além de conhecer os livros, conhece-se muitas pessoas que comandam esses blogs e pra mim, isso é muito bom! Quantas e quantas pessoas passei a visitar seus blogs e a interagir pelas redes sociais por conta do BookCrossing Blogueiro. Acredito que esse seja o grande ganho para todos.Já fiz uma seleção dos livros que vou libertar e serão os seguintes: 


  • Anjo da escuridão, Sidney Sheldon e Tilly Bagshawe;
  • Relato de um náufrago, Gabriel Garcá Márquez;
  • Os meninos morenos, Ziraldo;
  • O cidadão invisível (quadrinhos), Gilberto Dimenstein, com roteiro de Iva Jaff e ilustração de Eduardo Ferigato
O evento ocorrerá de 16 a 23 de abril e cada blogueiro postará sobre seus livros libertados comentando o que sentiram, como foi a reação das pessoas etc. É muito legal!

Se você já participou, venha novamente fazer parte dessa festa. Se você ainda não participou, fique a vontade. Participe, fale sobre sua experiência, divulgue entre seus conhecidos, em suas redes sociais. Vamos fazer dessa edição algo maior e melhor. E que muitos livros sejam libertados por esse nosso Brasil tão carente de leituras!
Minhas participações anteriores:
3ª edição http://sonhosmelodias.blogspot.com.br/2011/11/e-os-livros-seguem-seu-destino.html
5ª edição http://sonhosmelodias.blogspot.com.br/2012/11/finalmente-libertei-um-livro.html
6ª edição 1 http://sonhosmelodias.blogspot.com.br/2013/04/6-bookcrossing-blogueiros-alguns-livros.html 6ª edição 2 http://sonhosmelodias.blogspot.com.br/2013/04/termino-de-mais-uma-aventura-no-6.html
7ª edição 1 http://sonhosmelodias.blogspot.com.br/2013/11/livros-libertados-
7-edicao-do.html 7ª edição 2 http://sonhosmelodias.blogspot.com.br/2013/11/ultimos-livros-libertados-7-edicao.html

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Como virá o meu Natal - IV Interação de Natal

Esse texto faz parte da blogagem coletiva Como virá o meu Natal - IV Interação de Natal promovida por Rosélia, do blog Espiritual-Idade

Já escrevi alguns "micos" natalinos da minha infância. Com relação ao Natal sempre tenho muitas histórias pois sendo a família numerosa e sempre reunida, é natural que daí surja sempre muitas histórias para se contar. Na minha infância, quando ainda tinha meus avós maternos vivos, a reunião natalina era uma ocasião de respeito com direito a muita gente em volta da grande mesa. Comida farta, alegria em dobro e sempre tinhas as palavras doces e sérias de meu avô antes da ceia. Sendo um homem muito religioso, não deixava passar nunca uma chance de nos passar lições de vida que formaram nosso caráter de hoje.
No entanto, com o passar dos anos, a família foi diminuindo e muitos foram se mudando de cidade e até mesmo de estado. Enfim, é a lógica da vida e aos poucos fomos nos adaptando a essa realidade.
Atualmente, recebemos meu irmão, sua esposa e o casal de sogros juntamente com meus tios irmãos de minha mãe. A reunião é uma delícia pois é uma forma de nos vermos afinal, meu irmão, sua esposa e seus sogros moram em Sorocaba. Mesmo sendo tão próximo, passamos quase que o ano todo sem se ver devido a vida corrida que todos levamos. Hora de matar saudades, dar boas risadas, dar carinho uns aos outros e acima de tudo, propagar o amor que Jesus tão bem exemplificou. Despidos de luxo, impera em nossa reunião familiar a simplicidade que sempre foi a marca maior em nossa família. Uma ceia leve, sem bebida alcoólica e no dia 25, um almoço feito com muito carinho por todos nós que transformamos a cozinha numa usina ininterrupta de comidas deliciosas e muita risada e conversa boa. Tem coisa melhor? Se tem ainda não conheci.
Desejo a todos que compartilharam esse ano de 2013 nessas paragens da blogosfera, um Natal repleto de muita paz, harmonia, amor e Jesus no coração. Sempre!

Outros textos sobre Natal:

A bola colorida
Natal: essa lembrança eu guardo com carinho
Peru de Natal

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O segredo de Lisa Miller - Blogagem coletiva


Acabava de tomar o metrô e seguia um pouco sem rumo pensando no que faria agora. Mulher de traços delicados, beleza clássica, corpo muito bem delineado pela natureza. Lisa sabia de seus atributos mas procurava sempre adotar novo visual, nova roupagem a cada mudança de vida que fazia.
E olha que não foram poucas!


Olhando pela janela, agora que o trem saíra para a superfície, observava a paisagem urbana com seus inúmeros prédios, elevados, parques. Despedia-se, pois naquela semana mesmo embarcaria para outra cidade. Aliás, para outro país. Daria um tempo fora para apagar seus vestígios. Em breve iria se despir desse personagem que criou: uma bibliotecária. Trabalhou por dois anos na biblioteca pública e lá, fez amizades, rolou até um breve namoro, trabalhou exemplarmente. Iria deixar saudades. Gostava disso!
Por todos os lugares que passou e adotou identidades diferenciadas, Lisa soube deixar marcas boas em todas as pessoas que conheceu. Foi assim em Fortaleza, em Cuiabá, em Montes Claros, no Rio de Janeiro e agora em São Paulo. Isso só por aqui, no Brasil. Sua procedência, ela guarda a sete chaves. Nem a si mesma confessa. Só assim para se proteger. Já passou por Genebra, Bélgica, Croácia, Portugal.
Agora planejava seguir para o Canadá. Tiraria umas férias de tudo. Seria uma pessoa "normal". Tentaria ser uma turista entre tantos. Dormiria até tarde, tomaria seu café da manhã no hotel Georgian Court. Já decidirá ficar por lá, em Vancouver. Faria todos os programas turísticos. Após se restabelecer dessa última parada em São Paulo, traçaria sua nova meta e planos. Talvez ficasse ruiva. Já foi loira de cabelos longos, loira de cabelos curtíssimos, já teve olhos azuis, olhos verdes e violeta. Já foi punk e frequentava inferninhos e por último, foi uma bibliotecária de cabelos médios castanhos, vestia-se clássica e usava maquiagem nude. Talvez agora adotasse o visual Gilda. Sorri ao pensar nisso. O futuro lhe reserva muitas coisas boas, muitas experiências e acima de tudo, muita justiça a ser feita.
Essa história ainda está muito longe de terminar.

Esse texto faz parte da blogagem coletiva O segredo de Lisa Miller promovido por Patricia Gallis do blog Café entre amigos

PS: O início desse texto peguei como gancho, o final desse meu outro conto que postei no blog Coletivo Claraboia e também faz parte de um projeto meu de romance. Acho que ainda consigo terminar.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Uma estrela de brilho diferente

Este texto faz parte da blogagem coletiva Era uma vez... promovida pela Irene do blog 


Era uma vez, num reino muito, mas muito distante. Eu diria até anos luz distante da Terra, vivia uma menininha aparentando uns dez anos que sonhava acordada. E seu sonho não batia com as promessas e planos que seus pais, o rei Ontário e a rainha DaLua tinham para ela. Planejavam num futuro breve, assim que a menina menstruasse, um casamento maravilhoso com o príncipe SemTempo, filho do rei da Cova Rasa, MuitoTempo e da rainha SempreCorrendo. Segundo seus pais, o príncipe era um excelente partido e a união dos dois seria de muito lucro e bons negócios para ambos os reinos. Mas, a infante Estrelinha PénoChão não pensava como eles e sonhava algo para seu futuro bem diferente dos seus pais. Nada de passar sua juventude em salto alto equilibrando sua coroa de nobreza. Menina muito antenada com tudo o que acontecia no Universo, se entusiasmava com as aventuras do grupo GreenPeace do planeta Terra que fica no Sistema Solar. 
Estrelinha vivia conectada em seu aparelho multifuncional que interligava seu mundo a todo o resto do Universo. Estava encantada com tudo que vinha presenciando e aprendendo. Mesmo tendo pouca idade (114 sonhos), Estrelinha já tinha consciência de que viver somente de sonhos não valia a pena. Ao contrário dos demais habitantes do reino de seu pai, a menina já sabia que sonhos sem realizações concretas se esvaem no ar por isso, queria muito sair do seu mundinho e partir para esse tal desconhecido planeta Terra e se juntar a esse grupo para lutar por causas que ela compreendia serem justas. Não tinha nenhuma intenção de se transformar em uma enfadonha futura rainha do lar feito sua mãe. Aquilo não era vida para ela! Assim pensava cada vez que olhava para a figura triste e cansada de sua pobre rica mãe.  
Estrelinha almejava transformar sua vida numa grande e ininterrupta aventura não só pelo planeta Terra, mas por outros mundos também e ajudar a acabar com as injustiças que imperam neles. A menina tinha alma de guerreira! Desde que captara imagens dos ativistas do GreenPeace sendo presos pelos russos, a menina não parava de pensar na situação, na causa e nas pessoas que foram presas. Ela queria muito fazer parte dessa turma. E como boa sonhadora de nascença que era já bolava uns sonhos bem mirabolantes para concretizar. Com sua cabecinha ágil, traçava estratégias de fuga de seu planeta e de como chegar até a Terra. Sua mente tornara-se uma usina constante de esquemas, planos de rotas e fuga. É claro que sentiria muita falta de sua família, de seu reino e de seu povo. Mas sabia que seu destino já estava traçado para ser uma cidadã do Universo e para tanto, necessário se fazia despir-se de todo apego. 
Um dia retornaria. Mas isso meus amiguinhos, já será outra história a se contar. E tudo termina como começou: Era uma vez... 



quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Retorno das trevas


Esse texto faz parte da blogagem coletiva "Momentos de Inspiração 19ª edição" promovida por Irene Moreira M@myrene
Que tal participar também?



Era um momento especial para a jovem Celina. Retornando de uma viagem pela escuridão total, sentia-se debutando na vida e tudo de belo que ela oferecia. Aprendera a ler e até chegou a exercer tal atividade até aquele dia fatídico. Tinha em seu quarto, uma pequena biblioteca de livros infantis que outrora possibilitara viagens pelo mundo da fantasia. Agora, aos quinze anos, após um longo percurso de recuperação, voltara para a vida na luz. Emergira de sua condição de cegueira total ocasionada por um acidente e por um trauma em ver sua mãe morrer em seus braços. Foram anos de tratamento médico e psicológico pois além de perder a visão, a pequena Celina emudeceu. Simplesmente se apagou para a vida. Recolhera-se em seu mundinho interior como forma de se proteger da dureza que era a vida. Armando, seu pai que a acompanhou em todos os momentos cruciantes, mantinha a fé de que a garota superaria tal trauma. Em seu período trevoso, diariamente lia para ela várias histórias que pudessem estimular seu retorno. Pollyana, Fronteiras do Universo, O incrível livro de hipnotismo de Molly Moon, A invenção de Hugo Cabret, Jogos vorazes e tantos outros livros de aventura foram narrados com emoção e carinho pelo pai zeloso. Pouco a pouco, a menina foi tomando gosto pela vida e sutilmente, um brilho foi se acendendo naqueles olhinhos embaçados pela dor. Na semana passada, Celina acordou enxergando luzes em seu leito. Mas ainda não expressava nada. A enfermeira que cuida da menina percebendo esse fato, chamou de imediato seu Armando que largou tudo na empresa para ver sua filha retornando.
A menina já começa timidamente a falar algumas frases um pouco desconexas e, hoje pela manhã, seu Armando pegou-a pelas mãos e disse:
- Filha, venha comigo até o jardim pois tenho um presente para você.
No belo jardim da residência, havia um banco repleto de livros. A jovem deu alguns passos trôpegos, tímidos e se aproximou. Sentou na beira do banco e olhos de forma interrogativa para o pai.
- Celina, como você já gostava de ler quando pequenina, ao saber que sua visão voltou, a primeira coisa que me veio a mente foi correr para uma livraria e comprar muitos livros que, tenho certeza, vão agradar você. Pode pegar. São todos seus.
- Olha querida, vou te deixar a sós para que se deleite com o presente. Fique a vontade com eles. São todos seus e aproveite para tomar um pouco de sol que te fará bem.
Dizendo isso, aproximou-se e depositou um beijo amoroso na testa da menina e saiu.
Já se passaram duas horas e meia e Celina ainda se encontra lá no banco, passando seus olhinhos ávidos pelas páginas dos livros. Até já esboçou alguns tímidos sorrisos diante do que conseguiu ler.

A vida parece voltar ao lar dos Benedetti.


Últimos livros libertados - 7ª edição BookCrossing Blogueiro

Bom dia pessoal! Estou atrasada para postar meus últimos livros libertados no BookCrossing Blogueiro. Final de semana agitado com muitas atividades em família dá nisso. Fiquei sem tempo de fazer minhas postagens. Fora o fato de ter tirado foto de um dos livros no celular e ter descarregado no pc do trabalho.
Mas aqui estão os livros: Marley & Eu deixei ele na mesa da área de alimentação do Shopping Frei Caneca após degustar um temaki delicioso no Gendai. Humm!!! Tudibão!


Agora esse último livro, resolvi fazer uma libertação pra lá de especial. Esse livro libertei via correio e mandei ele para outro Estado. Encaminhei para uma pessoa muito querida de todos pois sabia de sua vontade em ler a biografia desse grande homem que foi Martin Luther King. Tenho certeza que será lido e depois libertado para que outras pessoas possam também ter a chance de ler.
Sem mais delongas, encaminhei o livro para a Luma, do blog
Luz de Luma, yes party! que está promovendo essa iniciativa tão legal.
Luma se o livro ainda não chegou, aguarde que é por esses dia. Desejo uma excelente leitura!
E assim pessoal, termina minha participação nessa 7ª edição do BookCrossing Blogueiro. Mais uma vez fiquei bem satisfeita com o movimento e aos poucos vou visitando todos os blogues que fizeram parte da grande e deliciosa brincadeira de libertar livros. E já estou me preparando para a próxima edição.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

7º BookCrossing Blogueiro: começa hoje!!

Hoje é a data de largada para a libertação de livros promovida pela blogagem coletiva BookCrossing Blogueiro capitaneada por Luma do blog Luz de Luma. Oh coisa boa deixar esses livros por aí passando por mãos diversas e levando possibilidades de mais e mais pessoas terem acesso a leitura.
Separei quatro livros por enquanto. Digo por enquanto porque sempre me empolgo e acabo escolhendo mais um título ou dois para participar. Não sei se todos sabem mas sou bibliotecária escolar e sempre ganho muitos livros. Alguns leio, outros já li, outros não fazem meu estilo de leitura mas sempre guardo em meu armário pois sei que sempre encontrarei leitores para eles. Vivo distribuindo livros para crianças da própria família, conhecidos e essa iniciativa da Luma faz com que apliquemos o desapego de nossos livros e libertemos eles para pessoas desconhecidas. Muito legal mesmo! Alguns livros que vou libertar:

Sinopse:
"Eu tenho um sonho." A frase ecoou, forte e eletrizante, entre as milhares de pessoas reunidas no Memorial Lincon naquela manhã de agosto de 1963,em Washington, para ouvir a voz dedicada de Martin Luther King Jr. A manifestação iria constituir um marco na luta pelos direitos civis nos Estados Unidos, coroando a vida do grande líder pacifista norte-americano, cuja a saga é contada neste livro de Chisty Whitman.
Sinopse:
Um assassinato dentro do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. Mesclando os ingredientes de uma envolvente história de suspense com informações sobre obras de arte, "O Código Da Vinci" prende o
leitor da primeira à última página.






Sinopse: 
O que acontece quando recém-casados resolvem comprar um cão neurótico para testar sua capacidade de criar um filho? "Marley & Eu - Vida e Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo" reúne as histórias de adaptação de um casal ao comportamento canino. Esta é uma jornada ao mesmo tempo humana e canina que os amantes de cães adorarão viver                                                







Sinopse:
Dedé não se conformava: tinha que ler Os Lusíadas, de Camões, justo durante as férias! Adeus, viagem de veleiro com o pai... Desesperado, pede ajuda a Teto, universitário que costumava lhe dar aular particulares. Para unir o útil ao agradável, Walmyr, o pai de Dedé, convida Teto a continuar as aulas a bordo. E resolve refazer a rota de Vasco da Gama, na história aventura contada nos versos de Os Lusíadas. Para Teto, havia um estímulo a mais: estar perto de Catarina, prima de Dedé. Será que desta vez ele vence a timidez? Descubra navegando também nesse mar de História, literatura e emoção.

Esse texto faz parte da blogagem coletiva e você pode acompanhar por aqui.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A inveja mata! Blogagem Coletiva - episódio II


Voltando aos casos de inveja. Lembrei-me aqui de um episódio de quando tinha mais ou menos 18 para dezenove anos. Já trabalhava na epoca numa boutique de calçados finos. Começou a trabalhar comigo uma garota da mesma idade que eu. Aparentemente todos caíramd e amores por ela pois era simpática, falante, risonha. Mas com o passar dos dias fui tendo uma intuição de que aquilo tudo era falso. Não tinha como provar mas como boa canceriana, botei minhas barbas de molho com relação a essa menina. Ela se esforçava para ser minha amiga e confidente. Por algum tempo até baixei um pouco a guarda com ela e, certo dia, levei-a para casa. quando meu irmão chegou, apresentei ela a ele. Foi educado mas frio e logo saiu da sala. Mais tarde, veio conversar comigo e me alertou: Não fique muito próxima dela pois é péssima companhia e muito falsa. Acabou por confessar que tinha estudado com ela e sabia muitas histórias a respeito que lhe dava o direito de me alertar. Passado mais algum tempo, fui pegando mentiras dela. Conversei com minha chefe e, delicadamente, me disse que eu poderia estar com ciúmes dela por ter conquistado a todos. O que mais poderia fazer diante daquela frase?
Calei-me e por vários dias fiquei na minha. Mas sempre com a pulga atrás da orelha com tudo o que vinha dela. Certo dia após o expediente, me convidou a passar em sua casa antes de irmos ao cinema. Lá chegando, me largou na sala e foi tomar uma ducha rápida. De repente, ouvi gemidos. Fiquei alerta e fui atrás do som. Vinha de um quarto nos fundos da casa. Qual não foi minha surpresa ao deparar com uma senhora idosa e com aparência bem frágil num leito pedindo um copo de água? Fiquei chocada! Fui até a cozinha, peguei um copo de água e trouxe. Tomou de forma desesperada e pediu mais. Depois de saciar sua sede, olhou-me com olhos marejados e agradeceu minha atenção. Perguntei o que ela era da "fulana" e ela me disse que era sua...Mãe! Fiquei sem palavras! Quando "fulana" saiu do banho e me viu ali no quarto com a senhora, me chamou e disse pra não ligar para aquela velha doida. Isso me causou uma revolta imensa. Onde já se viu falar assim da própria mãe? Após esse episódio, afastei-me cada vez mais dela. Senti algo sinistro naquela garota. Namorava um rapaz e um dia, quando ele foi me buscar na saída, perguntou sobre aquela garota e também me alertou sobre ela. Algum tempo depois ela começou a se insinuar para ele de forma descarada. Passado mais um tempo, meu namoro acabou e comecei a paquerar um rapaz que parecia ser bem legal. A paquera estava recíproca até que ela percebeu meu interesse e fez de tudo até que começou a namorar com ele. Fiquei arrasada com a cara de pau dela. Alguns anos depois, já trabalhando em outro local e totalmente sem notícias dessa bad girl, eis que um dia me encontro casualmente com ela e durante aquele bate papo informal, ela maldosamente me falou sobre o rapaz que andava saindo ultimamente. Detalhe: ninguém ainda sabia de nosso lance. Fiquei espantada e furiosa ao mesmo tempo. Perguntei como ela sabia disso no que ela prontamente respondeu: Roseli, sei tudo, absolutamente tudo a seu respeito! Me arrepiei! Fui embora pensando sobre a relação dessa menina comigo. Que horror, ela tinha inveja de mim e sempre tentava roubar de alguma forma a atenção das pessoas, o emprego, os namorados. A partir desse dia comecei a me afastar não só dela mas de todos que tinham de alguma forma contato com essa garota. Conversando com meu irmão ele me disse que ela tinha mesmo uma certa fixação por mim e que talvez devido a todo o seu histórico de vida, ela havia desenvolvido essa atitude doentia e equivocada. Digna de pena mas um ser que dá vontade de ficar anos luz longe dela e de sua energia negra. Não conseguia entender o porque de tanta inveja de mim. Ela era muito mais bonita e charmosa que eu. Era muito mais popular que eu. Os caras caíam a seus pés sem ela se esforçar muito. Mas compreendi mais tarde que eu tinha algo que ela jamais alcançaria: o amor incondicional de uma família, valores que essa mesma família havia me passado, a objetividade que tinha em estudar, me esforçar e conseguir alcançar minhas metas de vida sem precisar apelar para meus dotes sexuais. Hoje, sei que ela se casou, teve uma penca de filhos, engordou, envelheceu, mora mal e deve ser muito, mas muito infeliz. Não que eu me regozige com essa certeza mas sou obrigada a reconhecer que ela apenas está colhendo o que plantou a vida inteira. Moral da história: a inveja é um atraso na vida.

Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida por Alê Lemos do blogue Diário de Bordo

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A inveja mata! - Blogagem Coletiva: episódio I


Já tinha lido sobre a blogagem mas como ando numa correria brava, acabei por esquecer. Hoje, lendo o texto da Alê Lemos, do blogue  Diario de Bordo decidi participar também.
É interessante como esse sentimento vive em nossas cavernas mais escuras da alma. As vezes sobe à superfície e se mostra. É nessa hora em que reconhecemos se ela é a tal da "inveja branca" ou a maléfica INVEJA. A nefasta, a negra, a que move o ser que a sente a fazer coisas horríveis e até mesmo, chegar ao ponto absoluto de...matar!
O invejoso é conhecido por muitos estudiosos comportamentais com vampiro energético. Sua obsessão por uma determinada pessoa é tanta, que ele literalmente suga a energia vital de sua vítima. Algumas pessoas mais sensíveis conseguem perceber quando estão diante de um vampiro de energia. Sou uma dessas pessoas e, acreditem, não é nada agradável ser portadora dessa sensibilidade. Está certo que isso ajuda a se proteger de tais vampiros mas também cansa demais. Outro ponto importante a salientar: nem todo invejoso tem noção de sua inveja. Por outro lado, existem aquelas pessoas que são totalmente conscientes mas devido a sua total falta de moral, usam e abusam desse sentimento negativo prejudicando muitas pessoas que circulam ao seu redor. Essas são tremendamente perigosas! Vou contar uns causinhos. Adoro contar casos! rsrs

Há uns vinte e cinco anos atrás (mamma mia!) trabalhava em uma boutique de roupas de grife. Andava toda perua: maquiada, saltos altos, unhas compridas e bem feitas. Costumava pintá-las de vermelhas. Eram lindas! Tinha o maior orgulho e cuidava sempre para mantê-las. Começou a frequentar a boutique, uma mulher de seus quarenta anos que tinha as unhas bem curtinhas pois seu formato era masculino e achatado. Não ficava bonita mantê-las compridas. Já tinha reparado que ela sempre observava minhas mãos mas até aí, não tinha preocupações. Até que numa bela tarde regada a muitas roupas provadas e um cafezinho tomado, enquanto fazia as contas de que ela ia levar, ela soltou a seguinte frase:
- Nossa Rose! Acho suas unhas tão lindas! Gostaria muito de ter as minhas assim. Tenho a maior inveja!...
Já dá pra imaginar o que veio depois disso? Não? Calma que já conto.
A jovem senhora se despediu dando beijinhos e se escafedeu da loja. No final do expediente,daquele mesmo dia, ao abaixar a porta de aço, chegando próxima ao chão, ela simplesmente escapou e subiu com toda violência levando junto todas as minhas lindas unhas vermelhas! Quebraram todas! Acredita?
Fiquei tão desconsolada com a coisa e de imediato lembrei-me da frase da dita cuja. Por um longo período não consegui deixar minhas unhas como eram. E de lá pra cá, elas ficaram fracas e quebradiças. Oh olho gordo sô!

Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida pela Alê Lemos do blogue Diário de Bordo

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Meme Literário de Um Mês 2012 - Dia 31

Dia 31 - Qual o livro que você leu esse ano que mais gostou? Fale sobre ele.

Difícil escolher apenas um livro para falar. Até mesmo porque cada livro tem suas peculiaridades e graça que faz com que gostemos dele mais que de outros. Esse ano, pelo menos até agora,  são dois livros que amei de paixão.
Histórias bem diferenciadas, situações idem, cenários então, nem se fale, estilo de narrativa dos autores então, totalmente distintos. Mas foram dois livros que me comoveram bastante. Pelos seus personagens, pelas suas experiências de vida.

Um deles foi Marina, de Carlos Ruiz Zafón. Fiquei fascinada pela personagem/menina Marina e seu amiguinho Óscar. Suas aventuras, os mistérios que os envolvem, os cenários maravilhosos da cidade de Barcelona tudo, absolutamente tudo, nos remete a um mundo mágico que o autor tem a habilidade em nos reportar. História envolvente, emocionante do começo ao fim. Bom, acho que deu pra sacar o quanto essa história mexeu comigo. Não falo mais sobre ela para não estragar a leitura de quem se interessar. Só digo que é leitura que te pega do início e te leva num fôlego só até o final.
Sinopse:
Neste livro, Zafón constrói um suspense envolvente em que Barcelona é a cidade-personagem, por onde o estudante de internato Óscar Drai, de 15 anos, passa todo o seu tempo livre, andando pelas ruas e se encantando com a arquitetura de seus casarões. É um desses antigos casarões aparentemente abandonados que chama a atenção de Oscar, que logo se aventura a entrar na casa. Lá dentro, o jovem se encanta com o som de uma belíssima voz e por um relógio de bolso quebrado e muito antigo.

Mas ele se assusta com uma inesperada presença na sala de estar e foge, assustado, levando o relógio. Dias depois, ao retornar à casa para devolver o objeto roubado, conhece Marina, a jovem de olhos cinzentos que o leva a um cemitério, onde uma mulher coberta por um manto negro visita uma sepultura sem nome, sempre à mesma data, à mesma hora.

Os dois passam então a tentar desvendar o mistério que ronda a mulher do cemitério, passando por palacetes e estufas abandonadas, lutando contra manequins vivos e se defrontando com o mesmo símbolo - uma mariposa negra - diversas vezes, nas mais aventurosas situações por entre os cantos remotos de Barcelona. Tudo isso pelos olhos de Oscar, o menino solitário que se apaixona por Marina e tudo o que a envolve, passando a conviver dia e noite com a falta de eletricidade do casarão, o amigável e doente pai da garota, Germán, o gato Kafka, e a coleção de pinturas espectrais da sala de retratos.

Em Marina, o leitor é tragado para dentro de uma investigação cheia de mistérios, conhecendo, a cada capítulo, novas pistas e personagens de uma intrincada história sobre um imigrante de Praga que fez fama e fortuna em Barcelona e teve com sua bela esposa um fim trágico. Ou pelo menos é o que todos imaginam que tenha acontecido, a não ser por Oscar e Marina, que vão correr em busca da verdade - antes de saber que é ela que vai ao encontro deles, como declara um dos complexos personagens do livro. 

Já o outro que mexeu demais com minhas emoções, só que de forma diferente, foi Tudo aquilo que nunca foi dito, do autor francês Marc Levy. Já li outros livros desse autor e gostei demais. No entanto, esse mexeu comigo talvez pelo fato de tratar relacionamento pai e filha. Gosto dessa temática. Outro ponto forte, pelo menos ao meu ver, é a maneira com que o autor direcionou a história dos dois. Achei criativa, original e o final me deixou atônita e ao mesmo tempo satisfeita. Leitura gostosa, narrativa ágil, diálogos bem feitos. Uma outra bela sugestão de leitura para quem ainda não conhece esse autor. Vale a pena!
Sinopse: 
 Em Tudo Aquilo Que Nunca Foi Dito, Marc Levy aborda a relação conflituosa entre um pai e uma filha. Poucos dias antes do seu casamento, Julia recebe um telefonema do secretário de seu pai. Como ela já tinha previsto, Anthony Walsh - empresário brilhante, mas pai distante - não poderá comparecer à cerimônia. A ausência de seu pai em momentos importantes de sua vida da filha não é novidade para Julia. Mas pela primeira vez, a personagem tem que reconhecer que ele tem uma boa desculpa: Anthony Walsh morreu. A ironia amarga da situação, com Julia forçada a adiar o casamento para enterrar o pai, faz aquela parecer mais uma das peças pregadas pelo destino na difícil relação entre os dois. Mas, no dia seguinte ao funeral, ela descobre, na forma de um enorme pacote deixado na porta de sua casa, que aquela não tinha sido a última surpresa de seu pai - e parte na viagem mais extraordinária de sua vida, uma oportunidade para que os dois digam um ao outro, enfim, tudo aquilo que nunca foi dito. 

Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida pela Tabata, do blogue Happy Batatinha

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Meme Literário de Um Mês 2012 - Dia 30

Dia 30 - Qual o livro que você leu esse ano que menos gostou? Fale sobre ele.

Quando li o livro do psicólogo argentino Jorge Bucay Amar de olhos abertos, fiquei impressionada com sua linguagem e dinâmica. Gostei tanto que quando chegou na biblioteca o livro Quando me conheci, não pensei duas vezes: peguei para ler. Fui com tanta sede para ler e pouco a pouco fui murxando na leitura. Cada capítulo era um cansaço só. Fui me desestimulando e acabei por abandonar. Uma colega se interessou e pegou para ler. Fez a leitura completa do livro mas comentou que não gostou muito. Então peguei de volta e li até o final. É o seguinte: enquanto que no livro Ama de olhos abertos, ele segue uma narrativa dinãmica e a história é boa, nesse livro, ele é monótono, cansativo e repetitivo. Se desse uma "enxugada" melhorava bastante. Vira e mexe, a gente entra em capítulo novo e lá está a mesma história. Talvez até exista um motivo para tal repetição. Como uma espécie de livro de "autoajuda psicológica", o autor optou por manter a repetição para infiltrar no inconsciente do "paciente/leitor" os passos a passos que devemos fazer para se conhecer. Até aí tudo bem só que pra mim ficou muito chato de se ler. A vontade era sempre de largar a leitura e partir para algo mais ágil, dinâmico. Mas, de qualquer forma, não serviu pra mim mas pode servir para outro. Fica aqui registrado a dica:
Sinopse: 

Com mais de 6 milhões de livros vendidos em todo o mundo, o psicólogo Jorge Bucay nos faz entender nesta obra que não existe uma fórmula da felicidade. Cada um deverá descobrir seu próprio caminho e, embora todos os trajetos sejam diferentes e válidos, têm um ponto em comum: a necessidade de responder a três perguntas fundamentais.
A primeira pergunta - Quem Sou? - nos desafia a empreender uma viagem de autoconhecimento, para que possamos viver sem depender de mais ninguém.
A segunda - Aonde Vou? - trata da busca da plenitude e do sentido, de descobrir o objetivo fundamental de nossa vida.
A terceira - Com Quem? - tem a ver com a escolha de nossos companheiros de jornada, reconhecer quem está ao nosso lado e deixar para trás quem não está.
É extremamente importante que as perguntas sejam respondidas nessa ordem. Do contrário, correríamos o risco de deixar que nos definissem com base no caminho que escolhemos, de permitir que a pessoa que está conosco decida aonde vamos ou, o que seria pior, de definir quem somos em função de quem nos acompanha.
Repleto de parábolas encantadoras que ilustram os conceitos apresentados por Bucay, Quando me Conheci ajudará você a refletir sobre o que é realmente importante, a trilhar seu caminho e a encontrar alguns atalhos nessa jornada rumo à realização pessoal.

Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida pela Tabata, do blogue Happy Batatinha

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Meme Literário de Um Mês 2012 - Dia 29

Dia 29 - Qual foi o último livro que você comprou? Fale sobre ele.

O último livro que comprei foi A Trama da Estrela, do jovem escritor português Vasco Ricardo. Citei ele na postagem anterior. Participei da coletânea de contos Corda Bamba promovida pela editora portuguesa Pastelaria Studios. O Vasco Ricardo foi um dos autores da coletânea. Nos conhecemos através dela e passamos a manter contato pelo Facebook. Quando ele lançou esse livro, li a sinopse e fiquei bem interessada. Comprei e recebi o livro a cerca de duas semanas. Ainda não comecei a ler mas já está separado para futura leitura.
Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida pela Tabata, do blogue Happy Batatinha

domingo, 28 de outubro de 2012

Meme Literário de Um Mês 2012 - Dia 28

Dia 28 - 5 livros que estão na tua pilha de “vou ler”. (Pergunta feita no Meme de 2010. Se você participou na época, procure comparar as respostas.)


São sempre muitos pois sou uma verdadeira "antena" captando o tempo todo, leituras novas. Mas vamos lá citar alguns dos livros que tenho aqui para ler:

O Espírito da Prosa: uma autobiografia literária, de Cristovão Tezza. Desde que li O Filho Eterno que virei fã desse autor. Esse livro chegou a poica à biblioteca e já separei ele para ler. Até cheguei a começar sua leitura mas tive de interromper pois precisava terminar a leitura de um outro que era emprestado.

Sinopse: Nesta sensível autobiografia literária, Cristovão Tezza desenha um magistral panorama de sua geração, tentando localizar nos ideários dos anos  1960 e 1970 as suas raízes ficcionais. E faz uma corajosa investigação pessoal das variáveis objetivas e subjetivas que entraram em jogo na produção da sua literatura, sempre em busca deste inevitável e enigmático questionamento: o que leva alguém a escrever?

O Silêncio dos Amantes, de Lya Luft. Sempre ensaiei pegar livros dessa autora mas acabo deixando para mais tarde. Não sei porque. Mas tenho uma simpatia por ela e como ganhei esse livro, deixei-o na lista das futuras leituras. São contos e como no momento ando inspirada para escrever esse gêneroliterário, tenho me voltado mais para leitura deles.

Sinopse: Nesse livro, Lya Luft retorna à ficção e mais uma vez nos surpreende com histórias ligadas por alguns de seus temas prediletos desde os primeiros livros: a incomunicabilidade e o silêncio entre pessoas que se amam ou deviam se amar, os conflitos familiares, a busca de um sentido da vida, rancores, incompreensão, mas também magia e amor nos relacionamentos.

Um Ano na Provence, de Peter Mayle. Desde que comecei a trabalhar na biblioteca vejo esse livro e os demais do autor e sempre tive curiosidade em ler. Aborda temas que me encantam. Na epoca estavam muito disputados entre os usuários. Decidi esperar e acabei por esquecer. No ano passado ganhei um exemplar e decidi que quero ler. Mas como sempre me atropelo com chegada de livros novos, esse vai ficando na fila. Mas um dia eu leio. Ah, se leio!

Sinopse: 
O inverno na Provence pode ser terrível por causa do Mistral, um vento forte que obriga todos a se trancarem em suas casas. O verão é assolado por hordas de turistas ruidosos. Entre um extremo e outro corre uma vida tranquila, levada por um povo que sabe a arte do bem viver, sem pressa,  apreciando beber o marc e o pastis e comer petiscos que vão de salsichas, patês, quijos e pães, refeições substanciosas com até cincopratos diferentes e vinho, muito vinho e azeite para acompanhar. O relato do ano em que o inglês Peter Mayle resolveu abandonar a Inglaterra em troca da vida na Provence, temelementos como esses descritos acima. Mas tem muito mais. Livro que transita entre o banal em literário, reportagem em poesia, ele é sobretudo uma obra que se degusta com o meso prazer que se pode ter ao comer cada uma das especialidades que descreve minuciosamente. Uma obra para se ler com água na boca e nos olhos, ao rir do fino senso de humor que permeia tudo.

Participei recentemente de uma troca de livros entre blogueiras promovida pela Lu Guedes do blogue Menina no Sotão.
Optei pelo livro que a Leticia Alves, do blogue Eu e Minhas Tempestades ofereceu para troca: A Escrita ou a Vida, de Jorge Semprun. 

Sinopse: 
Em 1943, Jorge Semprun era um jovem espanhol exilado em Paris, brilhante estudante de filosofia e militante comunista, quando foi preso pela Gestapo e deportado para o campo de concentração de Buchenwald. Durante dois anos, sobreviveu como pôde às condições sub-humanas impostas aos prisioneiros do nazismo: a fome, permanente, os trabalhos forçados, a privação de sono, o frio brutal, as humilhações e os espancamentos infligidos pelos guardas SS. Mais od que a lembrança de uma experiência dos campos da morte, é um livro sobre o turbilhão da memória e uma reflexão muito pessoal sobre o drama coletivo que foi o genocídio nazista, a tragédia maior do século XX.

A Trama da Estrela, de Vasco Ricardo. Conheci esse autor através da coletânea que participei, Corda Bamba e de lá pra cá, sempre mantemos contato pelo Face. Recentemente lançou esse livro e tem feito muito sucesso em Portugal, França e outras paragens onde as pessoas têm lido e apreciado sua história. Fiquei curiosa com a temática e comprei o livro que recebi há pouco tempo. Em breve espero ler e depois dou minha opinião por aqui. 

Sinopse: Enquanto uma negra conspiração se vai expandindo por algumas cidades europeias, três adolescentes divertem-se, navegando pela Internet, tentando decifrar mistéris e crimes até então irresolúveis. Dana, Mark e Rohan são provenientes de nações distintas mas os seus interesses e suas motivações convergem. À medida que uma onda de violência vai assolando o território do velho continente, os jovens vão interagindo através das comuns salas de chat, falando sobre um infindável número de temas. O percurso das suas vidas toma, porém, um rumo diferente, acompanhado de estranhos acontecimentos que podem mudar os seus destinos. Paralelamente, uma sociedade secreta, cujos elementos revelam ser tão competentes quanto obstinados, move-se de forma obscura e sanguinaria, onde todos os seus passos parecem ser criteriosamente preparados na tentativa de alcançar um marco até então inatingível.

Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida pela Tabata, do blogue Happy Batatinha

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Meme Literário de Um Mês 2012 - Dia 19

Dia 19 – O que você acha da elitização da literatura? Você acha que realmente só é intelectualizado aquele que lê os clássicos da literatura? Que ler 1000 livros “de banca” não equivalem a 10 clássicos? O que você acha das pessoas que criticam a literatura “para a massa”, os blockbusters literários? É mesmo possível julgar o nível de intelecto de uma pessoa pelo que ela lê? Você tem algum preconceito literário?

Tenho comigo o seguinte lema: leia. Não importa o que. De algum ponto a pessoa deve iniciar sua trajetória da leitura. Tem outro ponto também: níveis de compreensão da leitura. Trabalhando em escolas desde 1995, acompanho a evolução e as dificuldades dos alunos em compreenderem os textos dos chamados livros "clássicos". Não contesto a qualidade dos mesmos mas a realidade de nossos alunos, a bagagem (ou a falta dela) cultural e até mesmo de vivência, impede que muitos alunos compreendam e gostem do que estão lendo. São histórias e realidades muito distante da realidade dos mesmos e isso sim serve de impecilho para que muitos peguem gosto pela leitura. Sempre costumo dizer aqui na biblioteca onde trabalho que os professores deveriam - em primeiro lugar - eles sim, se tornarem grandes leitores para depois exigirem um grau de leitura dos alunos que eles próprios não têm. Aqui na biblioteca, temos um acervo riquíssimo. A área de literatura juvenil é imensa e temos para todos os gostos. No entanto, as estantes vivem estáticas pegando pó pois os livros não saem. Os professores poderiam pegar alguns desses livros, lerem analisarem e oferecerem aos alunos para degustarem tais leituras que são mais a carinha deles. E só a partir daí, seguirem evoluindo e aumentando o grau de leitura e aprofundamento das histórias além é claro, de esmiuçar as histórias, o período em que foram escritos, seus costumes etc. Dá trabalho? Sem dúvida mas só assim os leitores serão formados. Não tenho preconceito não. Aqui mesmo, temos funcionários que têm uma formação de alfabetização quase nula, mas que adquiriram o gosto pela leitura aos poucos e pegam emprestados somente livros de romance espírita. Já tentei sugerir outros tipos mas eles são resistentes. Não posso nem devo condená-los pois o nível de leitura em que se encontram, por enquanto é esse. E que bom que lêem pelo menos isso. É melhor que nada. Já outros só gostam de ler autoajuda tipo O Segredo, os livros de Augusto Cury, de Roberto Shinyashiki e afins. Vou condená-los também? De jeito nenhum! De alguma forma tais leituras estão cumprindo a sua tarefa junto a esses leitores específicos. Outros tantos leitores são fissurados em romance policial, outros tantos em literatura fantástica e, confesso, bem poucos são leitores dos clássicos. Esses vivem em hibernação quase que constantes nas estantes. Eu mesma que me considero uma leitora num nível acima do normal, ainda não li muitos dos ditos "clássicos". Acho que tudo tem sua hora, seu momento e tenho certeza que quando estiver preparada e com uma boa bagagem cultural e de vida, lerei esses livros. Agora quanto aos que criticam, penso que poderiam ser mais humildes e respeitarem os demais leitores afinal, tem muita gente que lê livros aprofundados e considerados "clássicos" mas que no seu dia a dia não assimilaram absolutamente nada da grandeza dos livros. São ignorantes, intolerantes e não respeitam seu próximo. Pra ser bem sincera com vocês, detesto pseudointelectos. Pois os verdadeiros intelectuais atuam de forma bem diferente desses. Não apregoam, não tiram sarro do resto da humanidade muito menos ficam dizendo o que é certo ou errado. Respeita o caminho de cada um.

Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida pela Tabata do blogue Happy Batatinha

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Meme Literário de Um Mês 2012 - Dia 18


Dia 18 – Você costumar ler e-books? Ou prefere o bom e velho livro em papel? Por que? (Pergunta feita no Meme de 2011. Se você participou na época, procure comparar as respostas.)

Apesar de curtir demais as novas tecnologias, ainda prefiro o bom e velho livro em papel! Se tem uma coisa que gosto de fazer é entrar numa livraria e pegar sem pressa, livro por livro. Ler sua sinopse, folhear, reconhecer a fonte no qual o texto foi impresso, ver o tipo de papel que utilizaram. Apreciar a capa, o trabalho editorial e gráfico. Enfim, poder ter o livro de forma física e levá-lo onde for. No consultório médico, no ônibus, na cafeteria, no centro cultural e em tantos outros lugares onde possa numa folga, retomar a minha leitura. No começo desse ano, nós da equipe da biblioteca recebemos um tablet e foram baixados alguns livros. Bom, tentei ler. No começo até gostei da brincadeira mas depois achei tão sem graça! Desde então, o tablet está descansando em meu armário por tempo indeterminado. Coitado!

Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida pela Tabata, do blogue Happy Batatinha