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Mostrando postagens com o rótulo Relacionamentos

Emoções sempre em pauta

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                                                       (Imagem Shutterstock retirada do Google Imagem) Já tem um tempo que me interesso por tudo relacionado a neurociência e afins. Gosto demais de ler livros que falem sobre psicanálise, psicologia e tudo o que se relaciona ao funcionamento do cérebro. E isso inclui as emoções e sentimentos. Já li vários livros de Irvin D. Yalom, psiquiatra que se tornou famoso por seus inúmeros livros que se tornaram best seller em todo o mundo. Li Quando Nietzsche chorou e confesso que foi um divisor de águas em minhas leituras. Naquele momento, passava por um período emocional bem complicado e ele foi uma verdadeira terapia para mim. Com muitas crises, choros, momentos de raiva, euforia e reflexão. Foi uma leitura muito difícil. Quase desisti de terminar a leitura várias vezes mas, por algum motivo, pegav...

Confissão

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Encontro-me inquieta. Após uma tomada de decisão que a princípio me pareceu sensata, eis que me pego em chamas. Ardo por dentro com tua ausência. Agora mesmo, olhando pela janela, percebo que a tarde cai pelos prédios banhando-os de cinza. Assim como se encontra meu interior. As chamas que mencionei acima queimam tudo o que pensei ter construído ao seu lado. Mas a realidade, servindo de combustível, vai pouco a pouco me queimando por dentro e destruindo todo meu castelo de ilusões. Você com certeza não entendeu minha atitude e deve estar até agora maldizendo a hora em que me conheceu. Deve pensar o quanto sou desajustada emocionalmente, o quanto imatura ainda me encontro. E sabe o que mais? Nem posso tirar sua razão. Mas vamos combinar: você também não é fácil não! Fecha-se em copas quando a questão é sentimento. Nunca soube de fato quem é. Nunca soube de fato o que sentia ou pensava quando ao meu lado. Sempre sisudo, sempre fugiu de se abrir e expor-se emocionalmente. Talvez fosse ta...

Se posicionando e remexendo meus baús

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Acredito que esteja evoluindo. Um pouco talvez. Pode ser que ninguém perceba. Somente eu. Desde ontem, venho sentindo um misto de tristeza conformada com uma espécie de alívio na alma. Sou difícil de tomar uma decisão mas quando tomo, radicalizo e vou até o fim. Há alguns anos tenho vivido num verdadeiro tobogã de emoções. Hora me encontro lá em cima, leve, alegre, volitando. Hora me pego abaixo do subsolo, emergida num lamaçal denso de tristeza, melancolia onde minha vontade é não ver nem falar com ninguém. Ficar quietinha num canto só eu e minha dor. É gozado isso! Egoísmo total! Não querer dividir minha dor com mais ninguém. Guardá-la comigo bem junto ao peito. E nesses momentos, fico irritada com as pessoas ao meu redor que tentam de toda forma amenizar isso e transformá-la numa coisa menor. A sociedade contemporânea não quer saber de dor nem sofrimento. Prefere anestesiar as emoções com inúmeras drogas que geram "felicidade"! Eu não. Gosto de autenticidade até mesmo na d...

Amar - um tema inesgotável

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Não costumo ler livros do gênero autoajuda. Não que seja um preconceito meu mas sim, uma questão de gosto pois em se tratando de leitura, aprecio aqueles que me surpreendem. E, verdade seja dita, a maioria dos livros que assim se intitulam são pra lá de previsíveis. No entanto, terminei de ler recentemente um livro que me surpreendeu pela criatividade da história e por tratar de relacionamentos de uma forma muito bonita e poética. Escrita por dois especialistas em terapias de casais, fazem um verdadeiro tratado das relações humanas que envolvem casais. E esse tema é algo universal pois todos os conflitos numa relação ocorrem aqui entre nós brasileiros, lá nos países europeus, no Alasca ou em qualquer outra parte do planeta. Muda-se a língua, os costumes mas o que envolve sentimentos numa relação é igual em toda parte. E essa história me fez parar diversas vezes entre um trecho e outro e refletir, pesar o que foi dito, filtrar e isso me fez um bem danado afinal, quem não deseja melhorar...

Em busca de relações sólidas

É impressionante a insatisfação do ser humano. Luta, luta para conseguir alcançar algo e ao conseguir sente aquela euforia momentânea mas no minuto seguinte, já baixou a bola e o vazio se instala novamente. Quando tive nas mãos o livro Amor líquido , de Zygmunt Bauman, lendo alguns trechos fiquei a refletir. O filósofo fala sobre a fragilidade dos sentimentos que impera na sociedade. Não somente no adolescente que tem uma necessidade absurda de tudo e nada ao mesmo tempo. Mas sempre de forma rasa. Nunca se aprofundando nos relacionamentos, nas emoções e em todo o resto. Bauman reforça que os adultos de hoje também se encontram assim. A insegurança, o medo, o não comprometimento tem levado as pessoas a não apostar nas relações duráveis. E junto disso tudo vem o vazio existencial, a sensação de perda ao mesmo tempo que se exalta a tal da "liberdade". E aí, me pergunto: pra que liberdade? Pra curtir a solidão cada um em seu espaço? Para desenvolver relações "casulos" o...

Dia dos Namorados

Que falta eu sinto de um bem, Que falta me faz um xodó mas como eu não tenho ninguém, Eu levo a vida assim tão só. Eu só quero um amor Que acabe o meu sofrer Um xodó assim Do meu jeito assim Que alegre o meu viver (Anastácia/Dominguinhos) Mais um doze de junho chegando e eu aqui dando milho aos pombos...Às vezes penso que é pura incompetência minha para conquistar alguém e manter um relacionamento. Outras vezes, penso que é preguiça mesmo em tentar levar algo adiante. Sei que apesar da idade biológica, tenho em alguns momentos idade mental de 13. Principalmente quando se trata de lidar com as emoções e sentimentos. Por outro lado, vejo que não estou sozinha nessa fila imensa de desgarrados pelo mundo. O número de pessoas sozinhas é cada vez maior em todos os países e isso me leva a refletir o quanto é difícil se relacionar hoje em dia. Parece que até a geração de minha mãe as coisas eram bem mais fáceis de se resolver. Por outro lado, não se tinha a gama de opções que se tem hoje. Exem...

Pauta de hoje: vencer o stress emocional e fazer musicoterapia

Após um final de semana maravilhoso ao som de Pedro Mariano e do encontro com meninas pra lá de alto astral, começo uma semana meio punk (pra dizer o mínimo). Ufa! E olha que hoje é somente quarta-feira mas está durando uma eternidade devido a tantos desgastes emocionais. O ser humano complica bastante a vida em seu cotidiano. Fazem um verdadeiro cavalo de batalha por questões que poderiam ser resolvidos com calma, lucidez, serenidade e...bom senso. Aliás, quando paro para pensar e refletir sobre esses ítens, vejo que viraram artigo de luxo e que na sociedade dita "moderna", isso só se encontra em um número de pessoas cada vez mais reduzido. Estou quase me convencendo que o ser humano apesar de estar fadado a felicidade e a perfeição, opta pelo contrário: ou seja, adora sofrer e fazer os outros sofrerem. O desgaste emocional que venho tendo essa semana, afê!!! Não está fácil! Mas, como eu acho que já estou um pouco mais equilibrada que um tempo atrás, estou relevando, contand...

Recaídas

As vezes me pego perguntando a mim mesma porque algumas pessoas sofrem de recaídas de amor. Sabe do que falo? Amores, paixões que nos pegam desprevenidas, arrasam nossas proteções e, exatamente como o efeito das drogas, nos remetem a um grande êxtase para em seguida nos jogar sem dó nem piedade ao solo. Aliás, mais precisamente ao fundo do poço. Passado algum tempo de restabelecimento emocional, e quando achamos que já estamos curadas, eis que retorna mais forte, nos levando a um período de delírios e fantasias, para depois, novamente nos darmos conta de que não passa de uma "virose". Legal esse termo não? Tão usado ultimamente pelos médicos. "Virose": aquilo que não entendemos, não conseguimos diagnosticar, no entanto, toma conta de nosso corpo, acaba com nossas defesas, detona nosso sossego impedindo-nos de dormir uma noite bem dormida. Ultimamente, venho sofrendo desse mal. Sei que muitos devem pensar que não tenho mais idade para essas coisas afinal, paixão é co...