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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

O universo masculino na lente de aumento de Murakami


Amante das letras, busco sempre conhecer a literatura de outras culturas. Já tive o prazer de conhecer autores da Índia, da Colômbia, do Chile, da China, dos países europeus. Mas ainda não tinha lido nenhum autor japonês. Há alguns meses, uma colega indicou veementemente a leitura da obra de Haruki Murakami.
Nascido em Quioto, é um dos mais populares e conceituados escritores no Japão.
Aqui, na biblioteca onde trabalho, temos vários livros dele. No entanto, nenhum tinha me chamado a atenção. Talvez até mesmo por ser bombardeada por tantos títulos chamativos, passou batido.
Ano passado, algumas alunas do ensino médio começaram a procurar a trilogia 1Q84 e sempre elogiavam ao devolver. Aí iniciou a germinação de uma sementinha de curiosidade por sua obra.
De tanto ouvir a colega falar de seus livros, decidi conhecer e optei por começar pelo livro de contos Homens sem mulheres.
Comecei a leitura não tendo muita expectativa. Mansamente fui sendo envolvida por seus personagens. Suas histórias se passam num universo de homens solitários que relembram, encontram ou acabaram de perder suas mulheres. 
Elas, as mulheres, são as grandes protagonistas destas histórias. Elas dão o ritmo e o rumo que cada homem terá. Achei interessante notar que, quase sempre, é mostrado a mulher sendo abandonada por um homem. Quase nunca pensamos nos sentimentos masculinos e no quanto a perda de uma mulher, traumatiza e leva um homem à depressão e ao isolamento.São ao todo sete histórias.
Com uma escrita hábil, Murakami nos surpreende a cada conto.
Eu, particularmente, gostei imensamente de dois contos: Sherazade e Samsa apaixonado. Gostei bastante também de Kino. Sendo que o segundo, Samsa apaixonado, li e reli com maior prazer. 
Ao término da leitura pensei comigo: Uau! Adoraria ter escrito esse conto!
Então é isso pessoal. Se você, assim como eu, ainda não leu nada dele, comece por esse livro de contos. Tenho certeza que irá gostar tanto quanto eu gostei e em breve passará a outro título dele.
E agora? Qual será o próximo livro? Sono ou Dance Dance Dance?



Sinopse:

Murakami é um autor capaz de criar universos próprios, que se desdobram em romances de fôlego e personagens cativantes. Mas ele é também um excelente contista, e sua produção mais recente está reunida neste volume: sete histórias que tratam de relações amorosas e trazem o estilo único do autor. São contos sobre o isolamento e a solidão que permeiam as relações amorosas: homens que perderam uma mulher depois de um relacionamento marcado por mal-entendidos. No entanto, as verdadeiras protagonistas destas histórias — cheias de referências à música, a Kafka, às Mil e uma noites e, no caso do título, a Hemingway — são as mulheres, que misteriosamente invadem a vida dos homens e desaparecem, deixando uma marca inesquecível na vida daqueles que amam.


Título: Homens sem mulheres
Autor: Haruki Murakami
Editora: Objetiva
ISBN:9788579624384
Ano: 2015

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O segredo de Lisa Miller - Blogagem coletiva


Acabava de tomar o metrô e seguia um pouco sem rumo pensando no que faria agora. Mulher de traços delicados, beleza clássica, corpo muito bem delineado pela natureza. Lisa sabia de seus atributos mas procurava sempre adotar novo visual, nova roupagem a cada mudança de vida que fazia.
E olha que não foram poucas!


Olhando pela janela, agora que o trem saíra para a superfície, observava a paisagem urbana com seus inúmeros prédios, elevados, parques. Despedia-se, pois naquela semana mesmo embarcaria para outra cidade. Aliás, para outro país. Daria um tempo fora para apagar seus vestígios. Em breve iria se despir desse personagem que criou: uma bibliotecária. Trabalhou por dois anos na biblioteca pública e lá, fez amizades, rolou até um breve namoro, trabalhou exemplarmente. Iria deixar saudades. Gostava disso!
Por todos os lugares que passou e adotou identidades diferenciadas, Lisa soube deixar marcas boas em todas as pessoas que conheceu. Foi assim em Fortaleza, em Cuiabá, em Montes Claros, no Rio de Janeiro e agora em São Paulo. Isso só por aqui, no Brasil. Sua procedência, ela guarda a sete chaves. Nem a si mesma confessa. Só assim para se proteger. Já passou por Genebra, Bélgica, Croácia, Portugal.
Agora planejava seguir para o Canadá. Tiraria umas férias de tudo. Seria uma pessoa "normal". Tentaria ser uma turista entre tantos. Dormiria até tarde, tomaria seu café da manhã no hotel Georgian Court. Já decidirá ficar por lá, em Vancouver. Faria todos os programas turísticos. Após se restabelecer dessa última parada em São Paulo, traçaria sua nova meta e planos. Talvez ficasse ruiva. Já foi loira de cabelos longos, loira de cabelos curtíssimos, já teve olhos azuis, olhos verdes e violeta. Já foi punk e frequentava inferninhos e por último, foi uma bibliotecária de cabelos médios castanhos, vestia-se clássica e usava maquiagem nude. Talvez agora adotasse o visual Gilda. Sorri ao pensar nisso. O futuro lhe reserva muitas coisas boas, muitas experiências e acima de tudo, muita justiça a ser feita.
Essa história ainda está muito longe de terminar.

Esse texto faz parte da blogagem coletiva O segredo de Lisa Miller promovido por Patricia Gallis do blog Café entre amigos

PS: O início desse texto peguei como gancho, o final desse meu outro conto que postei no blog Coletivo Claraboia e também faz parte de um projeto meu de romance. Acho que ainda consigo terminar.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Retorno das trevas


Esse texto faz parte da blogagem coletiva "Momentos de Inspiração 19ª edição" promovida por Irene Moreira M@myrene
Que tal participar também?



Era um momento especial para a jovem Celina. Retornando de uma viagem pela escuridão total, sentia-se debutando na vida e tudo de belo que ela oferecia. Aprendera a ler e até chegou a exercer tal atividade até aquele dia fatídico. Tinha em seu quarto, uma pequena biblioteca de livros infantis que outrora possibilitara viagens pelo mundo da fantasia. Agora, aos quinze anos, após um longo percurso de recuperação, voltara para a vida na luz. Emergira de sua condição de cegueira total ocasionada por um acidente e por um trauma em ver sua mãe morrer em seus braços. Foram anos de tratamento médico e psicológico pois além de perder a visão, a pequena Celina emudeceu. Simplesmente se apagou para a vida. Recolhera-se em seu mundinho interior como forma de se proteger da dureza que era a vida. Armando, seu pai que a acompanhou em todos os momentos cruciantes, mantinha a fé de que a garota superaria tal trauma. Em seu período trevoso, diariamente lia para ela várias histórias que pudessem estimular seu retorno. Pollyana, Fronteiras do Universo, O incrível livro de hipnotismo de Molly Moon, A invenção de Hugo Cabret, Jogos vorazes e tantos outros livros de aventura foram narrados com emoção e carinho pelo pai zeloso. Pouco a pouco, a menina foi tomando gosto pela vida e sutilmente, um brilho foi se acendendo naqueles olhinhos embaçados pela dor. Na semana passada, Celina acordou enxergando luzes em seu leito. Mas ainda não expressava nada. A enfermeira que cuida da menina percebendo esse fato, chamou de imediato seu Armando que largou tudo na empresa para ver sua filha retornando.
A menina já começa timidamente a falar algumas frases um pouco desconexas e, hoje pela manhã, seu Armando pegou-a pelas mãos e disse:
- Filha, venha comigo até o jardim pois tenho um presente para você.
No belo jardim da residência, havia um banco repleto de livros. A jovem deu alguns passos trôpegos, tímidos e se aproximou. Sentou na beira do banco e olhos de forma interrogativa para o pai.
- Celina, como você já gostava de ler quando pequenina, ao saber que sua visão voltou, a primeira coisa que me veio a mente foi correr para uma livraria e comprar muitos livros que, tenho certeza, vão agradar você. Pode pegar. São todos seus.
- Olha querida, vou te deixar a sós para que se deleite com o presente. Fique a vontade com eles. São todos seus e aproveite para tomar um pouco de sol que te fará bem.
Dizendo isso, aproximou-se e depositou um beijo amoroso na testa da menina e saiu.
Já se passaram duas horas e meia e Celina ainda se encontra lá no banco, passando seus olhinhos ávidos pelas páginas dos livros. Até já esboçou alguns tímidos sorrisos diante do que conseguiu ler.

A vida parece voltar ao lar dos Benedetti.


quarta-feira, 1 de maio de 2013

Quando um momento de prazer se torna um gozo mortal


Hoje tem texto novo meu no Coletivo Claraboia. Para quem ainda não conhece, esse é um blogue literário que eu e meus amigos do curso de criação literária criamos para divulgar nossos textos. Todo mês tem texto novo de cada componente do grupo. Um ano se passou e já contamos com uma coleção muito boa e de qualidade escrita por todos. Vale a pena entrar e conhecer o blogue.
Hoje, o texto tem uma pegada erótica e algum suspense no ar. E ele faz parte da coletânea de contos portugueses Ocultos Buracos promovido pela Pastelaria Studios, Portugal. Vem conferir!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A morte espreita

Venha conferir meu novo texto no Coletivo Claraboia!


 O caçador
Juvêncio. Esse era seu nome. Rapaz de 29 anos, tez negra, estatura mediana. Vestia-se de forma um tanto recatada para um jovem de sua idade. Resquício da educação rígida que seus avós lhe deram. Natural de Santana dos Garotes, esse paraibano desde muito cedo aprendeu a obedecer a tudo e a todos sem jamais esboçar sua opinião sobre nada. Fala pouco e baixo. Olhar sempre mirando o solo, frequentador assíduo da igreja evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo, Juvêncio é a própria imagem da ovelha seguidora do Senhor. Segundo se comenta na empresa onde trabalha, ele nunca conheceu uma mulher. Nem mesmo um simples beijo deu. Trabalhando como cobrador há três meses, é motivo de chacota entre os demais cobradores e motoristas.
Seu cotidiano espartano não permite que tenha uma vida social como de tantos jovens de sua idade. Nunca foi a um baile, jamais entrou num cinema ou teatro. Show musical então, nem pensar. Ficar ao lado daquelas pessoas suadas, movendo seus corpos de forma provocativa…Deus do Céu! Isso é coisa do Satanás! Que, aliás, nem sequer pronuncia para não cair em pecado. Morando agora num cômodo minúsculo nos fundos da casa de seus tios, Juvêncio é a imagem viva de um ser purificado pela labuta e religiosidade.
…Mas não é bem assim…
Leia na íntegra

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Confissão


Encontro-me inquieta. Após uma tomada de decisão que a princípio me pareceu sensata, eis que me pego em chamas. Ardo por dentro com tua ausência. Agora mesmo, olhando pela janela, percebo que a tarde cai pelos prédios banhando-os de cinza. Assim como se encontra meu interior. As chamas que mencionei acima queimam tudo o que pensei ter construído ao seu lado. Mas a realidade, servindo de combustível, vai pouco a pouco me queimando por dentro e destruindo todo meu castelo de ilusões. Você com certeza não entendeu minha atitude e deve estar até agora maldizendo a hora em que me conheceu. Deve pensar o quanto sou desajustada emocionalmente, o quanto imatura ainda me encontro. E sabe o que mais? Nem posso tirar sua razão. Mas vamos combinar: você também não é fácil não! Fecha-se em copas quando a questão é sentimento. Nunca soube de fato quem é. Nunca soube de fato o que sentia ou pensava quando ao meu lado. Sempre sisudo, sempre fugiu de se abrir e expor-se emocionalmente. Talvez fosse também uma estratégia de defesa. Não sei o que passou na vida. Acho que não aprendeu a amar, ou, se ama, não aprendeu a demonstrar. Ou, em última hipótese, se amou, demonstrou, sofreu. E hoje, por uma questão de sobrevivência, cala-se.

Eu, já o contrário de você, me apaixonei inúmeras vezes na vida, amei também e não tive problemas em demonstrar. Quebrei a cara. Chorei, berrei, amaldiçoei. Lavei minh’alma e com o tempo, me reergui pronta para uma nova experiência. Sei lá, na minha concepção de vida, isso faz parte da nossa vivência, faz parte do romance de vida que escrevo. Não quero deixar uma página em branco por isso não descarto tais experiências. Também não estou afirmando aqui que, por ser assim, sou melhor que você. Não meu querido! Não mesmo! Aprendi muito com você. Acredite! Da mesma forma que espero que tenha aprendido algo de bom comigo. Conviver é isso. Troca de experiências, vivências...É assim que crescemos. Por isso o ser humano vive em grupos. Para nos aperfeiçoarmos.

Rio sozinha olhando para fora. O céu continua cada vez mais cinza. Acho que vai chover.

Meu Deus! Olha só eu bancando a filósofa de boteco! Meu riso continua sem parar passando do riso de Monalisa para uma gargalhada escrachada que chama a atenção de todos por perto. Rio tanto, que meus olhos se enchem d’água transformando-se num risochoro sem fim.

As pessoas me olham com o canto do olho, fazem sinais umas para as outras e pouco a pouco, saem de perto. É constrangedor, eu sei. Mas não consigo parar. Rio e choro ao mesmo tempo. E sua imagem continua nítida à minha frente. Sério, enigmático. Nunca sei o que se passa por sua cabeça. Nunca saberei. Isso, agora eu sei. No meio de toda essa catarse em que me encontro, vem a minha mente um livro que li há tempos e que muito me emocionou. Um livro da escritora portuguesa Inês Pedrosa. E nunca, seu título se encaixou tão bem quanto agora:

Fazes-me falta.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Uma história se inicia numa tarde chuvosa



Tarde chuvosa e fria aqui em Sampeatle. Tempo generoso para que me dedique aos meus escritos. Iniciei essa história justamente numa tarde como hoje há um ano atrás na biblioteca onde trabalho.
Me encontrava sozinha. Apenas, tendo como companhia, cerca de 60 mil livros. Delícia de solidão!
Deu uma vontade imensa de começar a escrever e nem sabia o que. Simplesmente comecei. E a coisa fluiu. Guardei por um tempo e, de pouco em pouco, relia e acrescentava algo novo ao texto. Já escrevi alguns capítulos e decidi postar no meu blog Sacudindo as Ideias. Convido vocês para uma leitura. Quem sabe um dia não publico num livro heim? Me ajudem lendo, opinando, deixando críticas e apontando onde devo melhorar. Isso vai ser muito bom.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Espalhando suas cinzas


A arte de escrever nos surpreende as vezes. Como se inicia um texto? Quando surge as ideias? De que forma começamos? Ultimamente, tenho tido uns insights interessantes. Surgem frases ou até mesmo imagens em minha mente que tenho de escrever para não me esquecer. Esse texto que postei hoje no blog literário Coletivo Claraboia foi um desses acontecimentos. Outro dia, indo embora pra casa, olhando pela janela do ônibus a movimentação da avenida Paulista, me veio essa frase. E por mais que tentasse esquecê-la, não saía de minha cabeça. Peguei meu celular e anotei no bloco de notas. No outro dia, sentei pra escrever algo. É um exercício que tenho feito todos os dias. Ia dar continuidade a um outro texto que já tinha começado mas mais uma vez essa frase me veio a cabeça. Não teve jeito. Escrevi como título e, aos poucos a história foi surgindo. Nem tinha ideia de onde isso ia acabar. Quando terminei e reli, confesso que me emocionei. Pensei comigo: danadinho você não? Estava bem guardado em minhas gavetas emocionais e cerebrais só aguardando o momento de se manifestar e exigir de mim que se materializasse em forma de um texto. Está aí. Feito, transformado em uma história bonita, triste mas que é algo comum na vida de todas as pessoas. Quem já não passou por essa vida e não viveu e sofreu por um grande amor?
Deixo aqui o convite para que conheçam o blog literário Coletivo Claraboia e leiam o meu mais novo texto. Aproveito para estender o convite para que leiam os demais textos dos colegas que dividem o blog comigo. Tem textos maravilhosos e para todos os gostos.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Histórias (des)equilibradas dançando numa corda bamba


Novidade boa no ar: em junho será lançado o livro Corda Bamba: colectânea, da editora Pastelaria Studios, Portugal. Por que divulgo isso aqui? Simples! Faço parte dessa coletânea! Meu conto chama-se Retrato desbotado e, modéstia a parte, está lindo! Tenho um carinho especial por ele pois já havia escrito ele durante o módulo de contos do curso de criação literária. Na epoca não fui muito feliz com ele mas deixei-o quietinho, guardado esperando uma hora certa para mexer um pouco nele e transformá-lo num conto legal. Quando soube desse projeto português, entrei em contato com eles e perguntei se poderia participar sendo brasileira. A Teresa, muito atenciosa, respondei-me de imediato que sim, o projeto estava aberto a todos os escritores novos da língua portuguesa. Esse conto não me saía da cabeça e peguei-o pra dar uma revisada, umas cortadas, umas remodeladas. Acabou ficando redondinho, bonito e enviei.
E agora a obra está pronta. Em breve saíndo do prelo e vindo para nossas mãos. É isso pessoal!
Mais um trabalho meu publicado. Apenas um conto,mas aos poucos a gente vai amadurecendo, ganhando segurança e transformando sonhos em realidade. Quando que há dois anos atrás imaginava ver uma trabalho meu publicado? Era somente sonhos, quimeras, longe de se realizar. E agora está aí, o segundo trabalho publicado. O debut sendo o livro de contos Abigail, que tenho aí ao lado disposto, e agora, Corda Bamba. Formando minha bagagem para que num futuro próximo lance um livro de romance, contos ou crônicas. O que não falta nessa minha cabecinha são estórias, muitas estórias! E desejo um dia compartilhar com todos.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Venha aprender a ser um próspero comerciante


Bom dia! Pessoas queridas o tempo ruge e a sapucaia é grande, parodiando um grande personagem de novela que já nem me lembro mais. Vim correndinho por aqui para divulgar e convidar a todos que por aqui passam para apreciarem meu mais novo texto no blogue Coletivo Claraboia. Um próspero comerciante é um texto onde me inspirei nos contos infantis e utilizei do universo dos contos de fadas para desenvolver uma história hilária e reflexiva visto pela ótica de uma criança. Espero vocês por lá.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Mais um texto no Coletivo Claraboia


Mais um texto meu no Coletivo Claraboia.
As vezes somos pegos de surpresa diante de uma notícia ruim. Impossível prever nossa reação. Esse conto fala sobre essa situação em que somente quando passamos, é que sabemos nossa atitude diante delas. espero vocês por lá para ler na íntegra.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Dia de arrumação


Apesar desse calor que nos acomete por esses dias, no Coletivo Claraboia, chove torrencialmente. Logo, diante de tanto aguaceiro, nada como uma boa arrumação. Na alma. Convido a todos para ler mais um texto meu no blog literário Coletivo Claraboia

terça-feira, 3 de maio de 2011

Uma revista de contos

(Notícia retirada do Publishnews, 03/05/2011)

Já está no ar o primeiro número da revista eletrônica de contos “Outros Ares”, criada por Marcelo Barbão e Rafael Rodrigues. A ideia é ajudar na divulgação desse estilo literário, abrindo espaço para novos escritores brasileiros. Assim, quem quiser participar – os escritores ainda inéditos em papel terão prioridade – pode enviar sua colaboração por e-mail até o dia 25 de cada mês. O tema é livre, mas os textos não devem ultrapassar 5 mil caracteres com espaço. A próxima edição deve sair em 1º de junho. Além de publicar contos e narrativas curtas, a revista trará, a cada edição, uma entrevista com um autor já consagrado. Ela pode ser lida on-line ou baixada para tablets e e-readers (nos formatos Epub e Mobi/Kindle). Veja no “Leia Mais” quem são os editores.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Confraria dos últimos românticos


Adoro descobrir coisas novas e, se forem voltadas para literatura, livros e música que são minhas paixões...Aí eu literalmente caio de boca. Quando li sobre esse blog, imediatamente fui conhecer e recomendo à todos que como eu, gostam de literatura, gostam de escrever e, é claro, ler! Fica aqui minha sugestão.
(Notícia retirada do Publishnews, 15/01/2010)
Uma das produções veiculadas pelo Mondolivro tratou de um blog à moda antiga. A “Confraria dos Últimos Românticos”, criada pelo jornalista e escritor Helder Cavalcante Jr., de Rio Branco, no Acre. É um blog onde amigos e colaboradores postam pequenos contos, poemas, crônicas e histórias sobre o amor. Os encontros e desencontros, a vida noturna da cidade e mesmo os casos piegas são motivo para um bom texto. E ainda rola interatividade. Leiam as histórias dos outros e deixe a sua através do site. Acesse o áudio do Mondolivro!!!