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Mostrando postagens com o rótulo Escritores brasileiros

De volta ao pátio do colégio

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Aqui na biblioteca onde trabalho, ela é a queridinha das alunas. Thalita Rebouças, sucesso entre a garotada - em especial as meninas. A escritora mergulha no universo adolescente e expõe os conflitos, disputas, inseguranças que permeiam esse momento da vida de todos. Autora dos sucessos Fala sério que incluem Amiga!, Filha!, Irmão!, além de Traição entre amigas, Tudo por um namorado e outros títulos. O seu mais recente livro Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática , é uma aventura prazerosa. Teanira ou simplesmente Tetê, uma garota cheia de problemas de autoestima que passou por sérios ataques de bullying na escola em que estudava. Moradora da Barra da Tijuca, tem sua vida, de uma hora para outra, de cabeça pra baixo: pai perde emprego, casamento está por um fio e todos se mudam para a casa dos avós em Copacabana para tentar sair da crise econômica. Dividindo o espaço com cinco parentes que brigam o tempo inteiro, ela perde suas referências. No meio ...

Face emplumada - uma viagem em busca de si mesmo

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É um privilégio de poucos, acompanhar o desenrolar do processo criativo de um escritor. Poder observar, mesmo que de longe, os personagens ganhando corpo, tornando-se reais. Melhor ainda, é poder ver esse escritor - antes, tímido, hoje, ousar em seus escritos. Posso me considerar privilegiada por viver cercada de amigos escritores e usufruir um pouco de suas intimidades e saber sobre o que escrevem antes de todos os seus leitores comprarem o produto final, o livro pronto. Terminei de ler já faz um tempo, o último livro de Gláuber Soares intitulado Face emplumada , @Link Editora. Ele estava na fila de livros - que cresce a cada dia , aguardando tempo livre para poder escrever sobre minhas leituras. Esse dia chegou. Primeiro romance de Gláuber, já nos mostra o quanto o autor amadureceu desde sua última publicação, Remédio Forte (2014), aqui já resenhado por mim. Sempre gostei de sua escrita: direta, muitas vezes ácida, urbana. Gosto de me identificar como seus personagens ...

Vinte anos sem sua presença

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Hoje, logo ao chegar ao trabalho, ligar meu computador e ver as novas do dia, deparei-me com uma reportagem sobre Caio Fernando Abreu. Foi mandada por um amigo que também nutre admiração por esse escritor que tanto me agrada. Lendo a reportagem, vi que hoje, 25 de fevereiro, completa vinte anos de sua morte prematura. Prematura em todos os sentidos. Morrer aos quarenta e sete anos, é cedo demais. Assim como foi cedo demais calar a voz de alguém que tinha tanto ainda por dizer, tanto por escrever. E se ainda estivesse vivo, quanta matéria bruta para ser lapidada por ele e transformada em contos, crônicas, quem sabe até um romance! Caio deixou toda uma geração órfã quando partiu. Mas, assim como Fênix, ressurge no cenário literário cada vez mais forte. Principalmente nas redes sociais. As novas gerações estão conhecendo e admirando os escritos atuais, humanos, urbanos que ele deixou. Ao meu ver, não tem como não gostar, não se sensibilizar afinal, Caio fala sobre os conflitos hu...

Quando uma mentira nasce...

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Quem nessa vida não mentiu? Você? Ah mentira!!! Todo mundo alguma vez já mentiu na vida, em algum momento, em alguma situação. Seja para escapar de algo chato, seja pra driblar a mãe e o pai pra ir naquela baladinha, seja pro namorado, pro marido ou esposa. Seja para o professor, para o chefe. Gentem! Para o chefe! Aliás, esse profissional é um dos que mais lida com a mentira diariamente. Affê!! Eu mesma não tenho problema algum em confessar que já menti inúmeras vezes. Sem dó na consciência. Pois é!Pois é!Pois é! Só que com o passar do tempo, com a maturidade e a conscientização do que é certo e do que é errado, a gente vai podando ela - a mentira - de nosso dia a dia. Mas para algumas pessoas não. Ela torna-se uma aliada, companheira, confidente, uma amiga para todas as horas e lugares. Pessoas assim acabam por se tornar mitômanos e sofrem de Pseudolalia, termo utilizado na psiquiatria. Movidas pela compulsão de mentir, mesmo que sem necessidade.  O que para muit...

Primeiro me deixou sem verbo. Agora, sem fôlego!

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Hoje vou falar de um livro que me surpreendeu do começo até sua última frase. Já conheço o autor e sua escrita e o admiro muito. Conhecia alguns textos dele em revistas literárias e tive o prazer de ler e fazer um texto sobre o primeiro livro publicado Sujeito sem verbo que - fazendo uma trocadilho carinhoso, me deixou sem verbo para expressar o quanto gostei. Terminei de ler sua mais recente publicação, a novela Os laços da fita. Quando soube que iria publicar esse livro, não li a respeito mas mesmo assim, como tinha gostado de Sujeito sem verbo, tratei de comprar. Não pude ler de imediato porque estava com outras leituras à frente. Até que, lendo USA Noir (uma coletânea bem extensa mas muito legal), dei um tempo e peguei o livro de Fernando Rocha. O livro me agradou primeiramente pela beleza estética da capa feita por Ricardo  A. O. Paixão. Sou aficionada em capas de livros! Folheei o livro e gostei da diagramação do texto. Pronto. Me ganhou e iniciei a leitura. A his...

Na arena da vida, conheci a delicadeza dos hipopótamos

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A literatura tem vários objetivos: entreter, informar, emocionar, incomodar, alertar, fazer pensar. Alguns escritores escolhem um ou dois caminhos e traça sua trajetória literária. Outros (muitos), optam pelo caminho mais fácil - tanto de reconhecimento quanto de vendagem - e abraçam a emoção fácil e vêm seus livros nas gôndolas saírem feito mercadoria em fim de feira: vendendo à rodo como dizia minha avó. Nada contra, acredito que o escritor deva mesmo ser fiel ao que deseja e seguir em frente conquistando o que sonha e sendo feliz além é claro, de fazer seu leitor feliz. Tenho comigo que exista leitores para todos os estilos literários. E existe uma pequena leva de autores que labutam de forma intensa na busca de lapidar seus textos de uma forma toda pessoal não se preocupando em agradar às massas mas sim, aos leitores que como ele, procura algo mais que frases feitas. É de um desses escritores que quero falar hoje. O conheci através do curso de criação literária que fiz em...

Vidas provisórias: quantas existem espalhadas por esse mundão - sugestão de leitura

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Desde que Edney Silvestre se lançou como escritor, tinha uma certa curiosidade em ler seus livros. Aqui na biblioteca onde trabalho temos todos eles mas até então, não tinha lido nenhum. Sempre estando com um livro ou dois já com a leitura em andamento e assim o tempo foi passando. Até que agora em julho, estando de férias em casa, decidi baixar alguns livros em meu tablet. Foi onde vi o livro Vidas provisórias para baixar grátis. Iniciei a leitura e gostei bastante de ler no tablet e de conhecer o conteúdo da história. Mas qual não foi minha surpresa ao terminar de ler o que tinha baixado e achar que não tinha baixado tudo. E não tinha mesmo! Retornando das férias peguei o livro na biblioteca e reiniciei a leitura e me envolvi com uma narrativa maravilhosa, personagens que me cativaram. Sinopse:  Expatriados, separados no tempo e na geografia, Paulo e Barbara compartilham, além da experiência do exílio, o estranhamento pela perda de suas identidades, o isolamento e a sen...

Sujeito sem verbo: narrativa impactante

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No mês de julho li um livro que me deixou impactada diante de tamanha beleza e crueza sobre a solidão humana. Se pararmos para analisar a fundo, todos sem exceção, somos solitários. A começar pelo nascimento e finalizando com a morte. Atravessamos uma vida inteira nos iludindo que a solidão só existe no outro. Nunca em nós. Ledo engano! E pude comprovar das mais variadas formas, a solidão do cidadão nos belos, crus e tocantes contos do escritor Fernando Rocha. O livro já é uma pérola a começar por seu título que já diz muito: Sujeito sem verbo. Quando recebi pelo correio esse livro vindo do próprio autor, não imaginava o conteúdo da obra. As vezes prefiro assim. Iniciar minha leitura sem nenhum conhecimento e aos poucos descortinar sua mensagem.  Contos curtos, ágeis mas que nos entrega um cotidiano ácido, sem colorido, sem brilho, comum. O mais incrível é nos apercebermos que tudo isso é tão próximo de nosso cotidiano. A diferença é que muitos de nós conseguimos li...

Plural - espaço para o escritor contemporâneo

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Para quem gosta de ler revistas literárias, aqui vai uma dica muito legal. Revista Plural . Nela podemos adentrar diversos universos literários. Artigos,contos, crônicas, poemas. Na edição de maio, faço uma participação com um conto meu. É minha segunda participação. O que me deixa muito orgulhosa pois estou ao lado de uma galera pra lá de talentosa. Venha conhecer! Edição Maio 2014 Edição Fevereiro 2013 Breve histórico Revista Literária Plural - é uma revista literária que promove o encontro entre artistas e arteiros – que visa partir do objeto singular (o autor) para alcançar o objeto plural (o leitor)como se fossem sementes espalhadas pelo chão em plena primavera… Logo, é como acreditar que cada olhar é um pássaro a espalhar o singular que parte de seus autores, fundadores, residentes e colaboradores e suas “escrivinhações”: poemas, contos, artigos, crônicas, resenhas e cartas…   A história  Essa é a segunda vez que Lunna Guedes se aventura pela ...

Na dúvida sobre o que ler? Remédio forte!

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Em 2010 tive o prazer em fazer o curso Prática de Criação Literária promovido pela Editora Terracota juntamente com a Universidade Cruzeiro do Sul. Foi sem dúvida, um divisor de águas em minha vida literária. Sempre gostei de escrever mas tinha um certo acanhamento em mostrar meus escritos aos outros. Era um misto de timidez, ciúmes e medo do que poderiam pensar sobre o que escrevo. Mas fazer esse curso me deu uma abertura para ousar mais, conhecer os diversos gêneros literários além, é claro, de aprender a lapidar um texto. Seja ele um conto, uma crônica, um poema ou um romance. Estou longe de ser uma exímia escritora mas hoje sou bem melhor do que em 2010. Toda essa introdução, foi pra falar um pouco sobre um de meus colegas de curso que já, naquela época de curso demonstrava seu potencial literário. Dia 22 passado, fui ao lançamento de seu primeiro livro de contos e como passei esses dias de Carnaval de repouso por conta de minha queda, aproveitei para ler o livro Re...

Remédio forte

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Oi pessoal! Hoje divulgo o lançamento de livro de um amigo pra lá de especial e que vale a pena conferir. Eu estarei lá !

Os injustiçados escritores nacionais

Sou o que podemos chamar de leitora sem (ou quase) preconceitos. Movida pela curiosidade em conhecer autores e suas obras, ainda me pego supresa quando vejo o quanto nossos escritores nacionais ainda são objetos de preconceito. Trabalhando há mais de vinte anos em bibliotecas, me espanto quando, ao sugerir alguns autores, vejo as pessoas torcerem o nariz. Pôxa vida! As pessoas nem ao menos conhecem o autor e sua obra e já viram o rosto numa demonstração clara de renegar nossos talentos. Talentos, diga-se de passagem, que na maioria das vezes dão de dez a zero em muito lixo estrangeiro que nos fazem engolir nas livrarias. Agora me pergunto: por que? Por que se negar a ler um autor se nem ao menos conhece seu estilo, sua trajetória de vida literária, seu reconhecimento? Tenho verdadeiro carinho, admiração, respeito por autores como João Ubaldo Ribeiro, Luis Fernando Verissimo, Carlos Heitor Cony, Fernando Sabino. Isso sem contar com nossos autores clássicos como Machado de Assis, José de...

Retomei o prazer da leitura com esse livro

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Quando li sobre o lançamento do novo livro de Jô Soares, As esganadas, fiquei naturalmente curiosa pois sou fã de sua narrativa. Quando o li pela primeira vez, O Xangô de Baker Street, fiquei fascinada pela facilidade em mesclar situações históricas e personagens veridicos com ficção. Gostei muito também de sua forma leve e seu humor inteligente que já é uma marca registrada há muito tempo. Em seguida, quando lançou O homem que matou Getúlio Vargas, pensei com meus botões: será que ele conseguirá manter o ritmo do outro livro ou será uma cópia do que já se escreveu? Mais uma vez me diverti lendo as peripécias e desastres do assassino profissional mais desastrado da história: Dimitri Borja Korozec. Ri até ficar em cólicas com suas trapalhadas e sua obstinação em querer matar o presidente. Quando lançou Assassinatos na Academia Brasileira de Letras, mais uma vez adentrei seu mundo fictício mesclado com passagens históricas e um Rio de Janeiro maravilhoso de se vivenciar. Principalmente p...

Autores independentes podem editar livros sem custos

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Pensand o em atender aos escritores que desejam publicar um livro, nasce o PerSe , portal de publicaç ão para autores independentes. Através dele, é possível editar um livro totalmente sem custos, disponibilizá-lo para comercialização na livraria eletrônica do PerSe em e-book ou com impressão dos exemplares sob demanda. O processo é simples. O autor define as características físicas do livro, como formato, acabamento, papel de miolo e cores. Depois sobe o arquivo para o sistema do PerSe e cria a capa. Em seguida, define o preço de venda e estabelece quanto quer ganhar de royalties. Os blogueiros também poderão diagramar e publicar livros.

Duas sugestões de leitura

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Vamos sacudir a preguiça que se instala no final de ano e começar a escrever pra valer. Faz tempo que não falo nada a respeito das minhas leituras. No segundo semestre, como estive mais ocupada com meus afazeres da escrita da pós, acabei deixando de lado minhas leituras. O que me deixou um pouco triste afinal, recebendo livros novos a todo momento aqui na biblioteca, não deu outra: fui ficando ansiosa vendo tantos títulos legais chegando e eu não podendo ser a primeira a ler. Mas de qualquer forma consegui ler alguns. E é sobre eles que vou falar agora. O primeiro que peguei (dos dois) assim que chegou foi Fora de Mim , de Martha Medeiros. Acompanho essa escritora já há um tempo e adoro todas as crônicas dela. Esse livro em questão é um romance. Nele, a personagem passa pela experiência dur o de ser largada pelo marido. A dor da separação, a constatação de que já não há um par, a certeza de que aqueles momentos felizes não voltarão mais, a dor da rejeição. Tudo isso relatado num ritmo ...

Adoro relações. Relações de sangue então...nem me fale!

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Você já se imaginou percorrendo tranquilamente pelas ruas de São Paulo e de um momento para outro ver sua vida virada de cabeça para baixo? Já se imaginou envolvida por seres considerados mitológicos, pura ficção e repentinamente se ver rodeada por uma série deles?E se descobrisse que uma amiga sua também faz parte dessa tribo digamos...de hábitos noturnos? Consegue imaginar tudo isso? Mas creia: isso tudo pode acontecer e de fato acontece com Maria Clara Baumgarten, uma jovem de hábitos normais, rotina normal como qualquer outra pessoa dessa grande metrópole e que de repente vê sua vida transformada após conhecer de uma maneira bizarra, uma jovem de olhar inocente, tipo mignon, frágil, mas que esconde uma verdade que dificilmente um ser humano poderia imaginar ou suspeitar: Lucila é uma vampira! A partir daí, Clarinha não terá um minuto de sossego e terá que ter muito jogo de cintura, perspicácia e atenção pois qualquer deslize e ela poderá ser vítima de um louco de hábitos vampiresco...

Cordilheira: uma viagem diferente a uma Buenos Aires não turística

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Sempre digo que as coisas não são meras coincidências e que nada acontece ao acaso. E isso também se reflete nos livros que leio. Acredito que já expressei por aqui o que penso sobre os livros. Se não falei falo agora: Acredito piamente que não sou eu que escolhe o livro para ler mas sim, os livros é que me escolhem. E foi o que aconteceu com mais esse livro que terminei de ler. Antes de sair em férias, já estava com meus livros escolhidos separados para levar para casa. Separei os seguintes títulos: Lis no peito: um livro que pede perdão, de Jorge Miguel Marinho, A elegância do ouriço, de Muriel Barbery, Os 13 porquês, de Jay Asher e a série Um mistério de Sally Lockhart, de Philip Pullman (dois livros). Para curtir os 30 dias de férias estava de bom tamanho não é mesmo? No entanto, no último dia antes de sair de férias, um funcionário veio devolver um livro qu tinha lido e, como sempre trocamos figurinhas sobre os livros lidos, ele me perguntou se já tinha lido aquele. Ao ver qual li...

Uma manhã falando sobre Aqueles cães malditos de Arquelau

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Dia 18 desse mês, o colégio recebeu a visita do escritor Isaias Pessotti para um bate-papo com os alunos do primeiro ano do ensino médio que leram o livro Aqueles cães malditos de Arquelau. Sobre esse autor, já havia falado dele aqui mas abordado outro livro, A Lua da verdade. Aqueles cães malditos de Arquelau foi o primeiro livro que li desse autor quando ainda fazia faculdade. Uma colega que gostava bastante de ler comentou comigo sobre o livro e perguntou se tinha interesse em ler. Não precisa nem dizer que quis, não é mesmo? O livro me pegou de imediato mas devo dizer que não é um livro tão fácil assim de se ler. Isaias Pessotti é uma pessoa extremamente culta, filósofo e psicólogo de formação além de um amante confesso da história italiana. Uma história muito bem desenvolvida com personagens enigmáticos e encantadores que nos seduzem logo que iniciada a leitura. Quando disse que o livro não é tão fácil de se ler, quis dizer que, para uma pessoa que não tenha uma bagagem boa de con...

Tatiana Busto Garcia lança seu primeiro romance

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Livro novo surgindo na praça! Nesta sexta-feira (26), uma nova escritora faz a sua estreia na literatura adulta: Tatiana Busto Garcia apresenta seu romance Cartas ao cão (Sá Editora, 288 pp., R$ 33) a partir das 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 - Loja 151 - Artes - São Paulo/SP – Tel.: 11 3170-4033). No livro, Tatiana conta duas histórias – uma que se passa na São Paulo de hoje e outra na cidade de Santos 20 anos atrás. As protagonistas - uma mulher e de uma menina - são observadoras e cheias de devaneios e procuram seu lugar no mundo. Para dar vida aos personagens, criou um site onde o leitor encontra as músicas citadas no livro, o primeiro capítulo e muito mais. L eia mais

Escritor brasileiro leva o Prêmio Portugal Telecom de Literatura

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(Foto de Luciana Prezia) Artista plástico e escritor, Nuno Ramos foi o primeiro colocado na sétima edição do Prêmio Portugal Telecom de Literatura por seu livro Ó (Editora Iluminuras, 289 pp., R$ 44), recebendo o prêmio no valor de R$ 100 mil. Quarto e mais radical livro de Nuno, reconhecido internacionalmente como um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira, Ó traz as marcas das leituras preferidas de Nuno, do alemão W. G. Sebald (1944-2001) ao austríaco Thomas Bernhard (1931-1989), passando pela filosofia do francês Montaigne (1533-1592) e do norte-americano Ralph Waldo Emerson (1803-1882). Após receber o prêmio por Ó, Nuno Ramos anunciou para 2010 um livro de poesia, afirmando que vê com naturalidade a migração para a arte literária, uma vez que seu trabalho visual faz uso frequente das palavras como meio de expressão. Leia mais (Notícia retirada do Publishnews, 12/11/09)