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Mostrando postagens com o rótulo exercício literário

Quimera

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   lustração retirada do Google Imagem) Pára o mundo que eu quero descer! As vezes recinto de ler tanto, de me manter informada sobre tudo ou quase tudo. Saber o que se passa pelo mundo ultimamente não tem sido muito vantajoso. Causa náusea, asco, revolta, tira o sono, dá medo. Cansa viver! Viver num mundo tão repleto de injustiças, corrupção, maldade de todo tipo. Causa tédio! Viver num mundo em que basta apertar um botão e várias coisas acontecem torna o ser humano preguiçoso, lento, sem viço. Sempre me considerei uma pessoa urbana. Gosto do movimento, da vida, das facilidades de uma metrópole. No entanto, tenho revisto meus conceitos de vida pois o que tenho presenciado nas grandes cidades me entristece. Se para me tornar uma cidadã da urbe terei de me despir dos valores que recebi de meus pais e avós e me transformar num ser primitivo sem regras nem respeito ao meu próximo, então me retiro. Vou me refugiar num paraíso qualquer e passar meus dias ...

Despertando e retomando a rotina

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O mês de janeiro está praticamente no fim e minha malemolência literária ainda me tem refém. Mas já me encontro sacudindo os ombros, tirando o pó da preguiça e me preparando para um ano produtivo em questões de escrita e leitura. No ano passado fui bem preguiçosa com minhas leituras. Reconheço e assumo mea culpa. Pretendo me retratar diante de tantos autores e livros bons que ainda me esperam pacientemente nas estantes e nas livrarias. Como prova do que estou dizendo, segue a partir de hoje uma série de minicontos que tenho desenvolvido no bloco de notas de meu celular. Todo dia surge alguma coisa que me instiga a registrar. São historietas sem nenhuma pretensão literária no entanto tenho gostado do exercício. "Seus olhos miravam o horizonte mas nada enxergavam. Seus pensamentos alçavam vôos além mar. Teimavam em saber por onde andava Joel!"

Confissão

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Encontro-me inquieta. Após uma tomada de decisão que a princípio me pareceu sensata, eis que me pego em chamas. Ardo por dentro com tua ausência. Agora mesmo, olhando pela janela, percebo que a tarde cai pelos prédios banhando-os de cinza. Assim como se encontra meu interior. As chamas que mencionei acima queimam tudo o que pensei ter construído ao seu lado. Mas a realidade, servindo de combustível, vai pouco a pouco me queimando por dentro e destruindo todo meu castelo de ilusões. Você com certeza não entendeu minha atitude e deve estar até agora maldizendo a hora em que me conheceu. Deve pensar o quanto sou desajustada emocionalmente, o quanto imatura ainda me encontro. E sabe o que mais? Nem posso tirar sua razão. Mas vamos combinar: você também não é fácil não! Fecha-se em copas quando a questão é sentimento. Nunca soube de fato quem é. Nunca soube de fato o que sentia ou pensava quando ao meu lado. Sempre sisudo, sempre fugiu de se abrir e expor-se emocionalmente. Talvez fosse ta...

Uma história se inicia numa tarde chuvosa

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Tarde chuvosa e fria aqui em Sampeatle. Tempo generoso para que me dedique aos meus escritos. Iniciei essa história justamente numa tarde como hoje há um ano atrás na biblioteca onde trabalho. Me encontrava sozinha. Apenas, tendo como companhia, cerca de 60 mil livros. Delícia de solidão! Deu uma vontade imensa de começar a escrever e nem sabia o que. Simplesmente comecei. E a coisa fluiu. Guardei por um tempo e, de pouco em pouco, relia e acrescentava algo novo ao texto. Já escrevi alguns capítulos e decidi postar no meu blog Sacudindo as Ideias. Convido vocês para uma leitura. Quem sabe um dia não publico num livro heim? Me ajudem lendo, opinando, deixando críticas e apontando onde devo melhorar. Isso vai ser muito bom. http://sacudindoasideias.wordpress.com/2012/07/15/capitulo-i-encontro-inusitado/