Mil vezes boa noite
A sétima arte é uma de minhas grandes paixões e infelizmente devido a tantos compromissos, ando um pouco afastada dela. Mas ontem, fiquei quite com ela por conta de uma indicação de um colega de trabalho que é outro fissurado em cinema. Saí mais cedo do trabalho e tinha uma folga de duas horas e pouco para fazer minha aula de Pilates. Pensei: o que fazer nesse meio tempo? Shopping? Ah, estou um tanto saturada desse ambiente. Então, conversando com ele, me indicou esse filme para assistir. E fui. Saí da sala com uma única palavra na cabeça: Impactante! Pessoas saíram da sala chorando, inclusive homens, coisa rara de se ver. Saí tão impactada que acabei esquecendo de ir para a aula de Pilates. Andei sem rumo pela rua Augusta, subi até a Avenida Paulista, andei mais um pouco, precisava de ar, sentia-me sufocada. As imagens e as emoções que o filme desencadeou em mim foram absurdas. Parece exagero? Acredito que não. "Mil vezes boa noite" , de Erik Poppe, c...