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Abril chega lembrando que tem Bookcrossing Blogueiro

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O tempo passa, o tempo voaaa... E não é que Abril chega nos lembrando de que é agora que acontece mais um evento que adoro participar: Bookcrossing Blogueiro? Para quem ainda não conhece, esse evento lançado por Luma, do blogue Luz de Luma, yes party  promove uma blogagem coletiva para libertar livros em áreas públicas. Já participo há um bom tempo e adoro essa iniciativa que incentiva a leitura. Uma atividade que além de tudo, torna-se uma ciranda de conhecimento entre blogueiros participantes. Muito legal mesmo! Para quem ainda não conhece, veja os procedimentos: Para participar do Bookcrossing Blogueiro, separe um ou mais livros; Escreva uma dedicatória ou bilhete explicando que o livro não está perdido mas sim, libertado e que, quem o encontrar, leia e liberte-o novamente; Escolher um local público e protegido para deixar o livro; Também pode procurar os Pontos Oficiais do Bookcrossing; Se desejar, faça uma postagem em seu blogue contando qual livro libertou e se q...

Escrever cartas para expurgar fantasmas

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A morte é um personagem que nos ronda a vida toda e, hora surge na vizinhança levando conhecidos, desconhecidos, hora acampa em nosso lar e arrasa com o núcleo familiar. Não tem quem não tenha chorado a partida de um ente querido. Existe famílias que, ao sofrer uma perda inesperada, simplesmente se quebra, racha e não tem mais conserto deixando corações trincados e sangrando para sempre. É sobre esse tema tão doloroso e tão presente em nossas vidas, que a autora Ava Dellaria discute em seu romance Cartas de amor aos mortos. Gostei do título logo de cara quando o livro chegou à biblioteca e sua capa também me agradou. Ao ler a sinopse, fiquei curiosa e decidi que seria a primeira pessoa a ler esse livro. Não me arrependi! A autora consegue nos envolver com sua narrativa e soube criar personagens ricos,  humanos, no qual, reconhecemos vários que convivem conosco no dia a dia. Para mim então, foi como estar convivendo com o mesmo grupo de adolescentes que convivo diariamen...

Para o amor não existe tempo

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Após quarenta e dois dias de descanso absoluto, retorno as atividades de meu adorado cotidiano. Saindo de um jejum necessário, cá estou para falar daquilo que é uma das coisas que mais gosto: ler e comentar por aqui com vocês leitores aquilo que me agradou o paladar literário. Sim, porque só falo daquilo que gosto. O que não gosto passa longe do meu blog. Terminei de ler no finzinho das férias o livro Amor em dois tempos , de Lívia Garcia-Roza, editora Companhia das Letras. Em dezembro, perambulando pela livraria Cultura, dei de cara com esse livro que me chamou atenção primeiramente pela capa que achei bem bonita, a seguir pelo título, passeei os olhos pela sinopse e aí, me encantei de vez. Comprei! Fui fisgada desde a primeira frase da história e apaixonei-me pela personagem principal Vivian, uma senhora beirando os setenta anos que ficando viúva de seu marido Conrado, se vê com a missão de levar suas cinzas para Salvador para espalhar no Farol. Como era da vontade do finad...

Mosaico de rancores

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Se formos parar para analisar, a vida de toda pessoa já dá um bom romance. Terminei de ler um livro no qual identifiquei personagens muito bem descritos ali que me remeteu a pessoas reais. Livro esse que há tempos desejava ler e que finalmente no final do ano passado comprei e só agora em férias, consegui ler.  E li numa tacada única.  Marcia Barbieri, a autora. Mosaico de rancores, o título do livro. Marcia foi minha companheira do módulo de contos do curso de criação literária que fiz em meados de 2010. Desde lá, já admirava sua escrita. que percebia, já incomodava algumas pessoas.  Já vou logo avisando: não é literatura de best seller nem Chic Lit. Sua escrita é para os leitores fortes e que admiram um texto denso, que muitas vezes choca pela crueza. Mas (pelo menos para mim), é um puta texto, uma baita história e nos trás grandes personagens que em muitos momentos, nos identificamos.  E talvez aí, justamente aí, é que incomoda. Vivemos dias em que só é...

Mais um pouco de descanso

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Hoje entrei aqui no meu blog para me lembrar quando foi a última postagem e vi que escrevi antes do Natal. Sumi! Daqui e de meus outros blogs e redes sociais. A explicação é simples: férias! Tudo bem que foram férias fora de hora pois costumo tirá-la sempre em julho mas, por uma questão de reforma (e das grandes), a empresa adiantou nossas férias e fiquei fora por quarenta e dois dias. Oh maravilha! Principalmente quando acontece assim, de repente e sem planejamento algum, viagens surgem e transformam aqueles dias em dias pra lá de especiais. Viajei sozinha, descansei muito, curti sol, praia, aproveitei para escrever e ler um pouco. E principalmente refletir sobre minha vida e traçar metas para esse ano de 2015. As férias ainda não acabaram. Tenho mais duas semanas de descanso e me encontro em outra viagem. Agora na companhia de amigas. Mais sol, areia, praia e muitas conversas e risadas me aguardam. Só tenho a agradecer por tudo o que tenho recebido da vida. Por conta disso, peço...

Então...É Natal novamente!

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E lembrem-se: 2015 continuamos juntos por aqui. Conto com vocês!

Blogagem Coletiva "Qual meu melhor presente nesse Natal?"

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Em épocas natalinas deixamos de lado a austeridade dos adultos e voltamos a ser crianças. Está certo que nem todos. Para alguns, a retirada de suas couraças se torna praticamente impossível. Esses, amargam os dias festivos por não conseguirem trazer à tona a sua criança interior. Sufocaram-na de vez. É triste ver rostos distorcidos pela dor, pelo amargor, pela desesperança. É duro ver rostos disformes pela dor da perda que nunca superou, pela saudade que cavou buracos imensos em seus corações e que, por conta disso, não conseguem submergir desse poço de sofrimento e respirar ar purificado da alegria e leveza. Eu mesma confesso que muitos natais passei deprimida com uma tristeza imensa que tomava conta de meu ser. No entanto, bastava chegar a data e me transformava na alegria pura ao lado de meus familiares e amigos. Era só uma fase em que de alguma forma, o peso da tristeza de Cristo pregado naquela maldita cruz me pesava os ombros. Fazia-me sentir culpada de um passado que marco...