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Quando uma mentira nasce...

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Quem nessa vida não mentiu? Você? Ah mentira!!! Todo mundo alguma vez já mentiu na vida, em algum momento, em alguma situação. Seja para escapar de algo chato, seja pra driblar a mãe e o pai pra ir naquela baladinha, seja pro namorado, pro marido ou esposa. Seja para o professor, para o chefe. Gentem! Para o chefe! Aliás, esse profissional é um dos que mais lida com a mentira diariamente. Affê!! Eu mesma não tenho problema algum em confessar que já menti inúmeras vezes. Sem dó na consciência. Pois é!Pois é!Pois é! Só que com o passar do tempo, com a maturidade e a conscientização do que é certo e do que é errado, a gente vai podando ela - a mentira - de nosso dia a dia. Mas para algumas pessoas não. Ela torna-se uma aliada, companheira, confidente, uma amiga para todas as horas e lugares. Pessoas assim acabam por se tornar mitômanos e sofrem de Pseudolalia, termo utilizado na psiquiatria. Movidas pela compulsão de mentir, mesmo que sem necessidade.  O que para muit...

Primeiro me deixou sem verbo. Agora, sem fôlego!

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Hoje vou falar de um livro que me surpreendeu do começo até sua última frase. Já conheço o autor e sua escrita e o admiro muito. Conhecia alguns textos dele em revistas literárias e tive o prazer de ler e fazer um texto sobre o primeiro livro publicado Sujeito sem verbo que - fazendo uma trocadilho carinhoso, me deixou sem verbo para expressar o quanto gostei. Terminei de ler sua mais recente publicação, a novela Os laços da fita. Quando soube que iria publicar esse livro, não li a respeito mas mesmo assim, como tinha gostado de Sujeito sem verbo, tratei de comprar. Não pude ler de imediato porque estava com outras leituras à frente. Até que, lendo USA Noir (uma coletânea bem extensa mas muito legal), dei um tempo e peguei o livro de Fernando Rocha. O livro me agradou primeiramente pela beleza estética da capa feita por Ricardo  A. O. Paixão. Sou aficionada em capas de livros! Folheei o livro e gostei da diagramação do texto. Pronto. Me ganhou e iniciei a leitura. A his...

Leitura no Vagão em ritmo de espera para os livros

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Calma gente, eu explico: Não é Natal mas até parece. Utilizei de uma caixa de cesta de natal da empresa para acomodar os livros que doei para o Projeto Leitura no Vagão. Selecionei a dedo, livros de qualidade, de autores variados para que seja encontrado e lido nos vagões de metrô de São Paulo. Simplesmente amei essa ideia!! Eu e o Fernando estamos ainda combinando nosso encontro porque nossos horários estão complicados. Mas, a gente chega a um acordo. Eu quero muito doar os livros. Ele, por sua vez, está ansioso para tê-los em mãos. Logo mais a gente se resolve. Mais uma vez, missão cumprida Luma!! Grata por poder participar dessa roda de livros libertados. E já estou separando para enviar para outro Estado, mais uma leva de livros. Depois posto por aqui. Espero que tenham gostado! Até a próxima edição de Bookcrossing Blogueiro!!

10ª Edição Bookcrossing Blogueiro - Vamos libertar mais livros?

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Para esse evento de abril fiquei pensando, pensando como faria minhas libertações dos livros... Queria muito fazer diferente do que simplesmente deixá-los em bancos de praças públicas etc. Até que chegou a mim através das redes sociais, um projeto que me agradou muito até mesmo porque, utilizo transportes públicos e adoro ver as pessoas envolvidas em suas leituras durante o trajeto. Eu mesma, ando sempre com um livro nas mãos e sempre que posso - e não durmo -, leio um livro. Isso faz o trajeto ficar mais leve, divertido, menos estressante e ainda ganho em conhecimento e cultura. Apesar de ainda se pregar aos quatro cantos que o brasileiro não lê, discordo. Também não sou ingênua de achar que a população está culta, evoluída e que ler, passou a ser item de primeira necessidade em todas as famílias. Estamos ainda bem longe disso. No entanto, eu que circulo bastante, observo cada vez mais pessoas absorvidas na leitura em metrôs, ônibus, trem, em pontos de ônibus, nas cafeterias...

Abril chega lembrando que tem Bookcrossing Blogueiro

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O tempo passa, o tempo voaaa... E não é que Abril chega nos lembrando de que é agora que acontece mais um evento que adoro participar: Bookcrossing Blogueiro? Para quem ainda não conhece, esse evento lançado por Luma, do blogue Luz de Luma, yes party  promove uma blogagem coletiva para libertar livros em áreas públicas. Já participo há um bom tempo e adoro essa iniciativa que incentiva a leitura. Uma atividade que além de tudo, torna-se uma ciranda de conhecimento entre blogueiros participantes. Muito legal mesmo! Para quem ainda não conhece, veja os procedimentos: Para participar do Bookcrossing Blogueiro, separe um ou mais livros; Escreva uma dedicatória ou bilhete explicando que o livro não está perdido mas sim, libertado e que, quem o encontrar, leia e liberte-o novamente; Escolher um local público e protegido para deixar o livro; Também pode procurar os Pontos Oficiais do Bookcrossing; Se desejar, faça uma postagem em seu blogue contando qual livro libertou e se q...

Escrever cartas para expurgar fantasmas

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A morte é um personagem que nos ronda a vida toda e, hora surge na vizinhança levando conhecidos, desconhecidos, hora acampa em nosso lar e arrasa com o núcleo familiar. Não tem quem não tenha chorado a partida de um ente querido. Existe famílias que, ao sofrer uma perda inesperada, simplesmente se quebra, racha e não tem mais conserto deixando corações trincados e sangrando para sempre. É sobre esse tema tão doloroso e tão presente em nossas vidas, que a autora Ava Dellaria discute em seu romance Cartas de amor aos mortos. Gostei do título logo de cara quando o livro chegou à biblioteca e sua capa também me agradou. Ao ler a sinopse, fiquei curiosa e decidi que seria a primeira pessoa a ler esse livro. Não me arrependi! A autora consegue nos envolver com sua narrativa e soube criar personagens ricos,  humanos, no qual, reconhecemos vários que convivem conosco no dia a dia. Para mim então, foi como estar convivendo com o mesmo grupo de adolescentes que convivo diariamen...

Para o amor não existe tempo

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Após quarenta e dois dias de descanso absoluto, retorno as atividades de meu adorado cotidiano. Saindo de um jejum necessário, cá estou para falar daquilo que é uma das coisas que mais gosto: ler e comentar por aqui com vocês leitores aquilo que me agradou o paladar literário. Sim, porque só falo daquilo que gosto. O que não gosto passa longe do meu blog. Terminei de ler no finzinho das férias o livro Amor em dois tempos , de Lívia Garcia-Roza, editora Companhia das Letras. Em dezembro, perambulando pela livraria Cultura, dei de cara com esse livro que me chamou atenção primeiramente pela capa que achei bem bonita, a seguir pelo título, passeei os olhos pela sinopse e aí, me encantei de vez. Comprei! Fui fisgada desde a primeira frase da história e apaixonei-me pela personagem principal Vivian, uma senhora beirando os setenta anos que ficando viúva de seu marido Conrado, se vê com a missão de levar suas cinzas para Salvador para espalhar no Farol. Como era da vontade do finad...